3º Passeio Cicloturístico em Santos

 O 3º Passeio Cicloturístico Rota Márcia Prado, que irá acontecer no dia 10 de dezembro próximo terá seu ponto de chegada em Santos A saída está prevista para às 7 horas, da ciclovia da Marginal Pinheiros, junto a Estação Vila Olímpia, da CPTM, em São Paulo, passando pela área de proteção ambiental Bororé, Colônia, São Bernardo do Campo, Parque da Serra do Mar, Cubatão e chegada em Santos.
Segundo os organizadores, o percurso é de aproximadamente 100 quilômetros. Os ciclistas participantes encontrarão a maior parte do trajeto em ruas asfaltadas, mas há cerca de 20 quilômetros em ruas de terra.

A última etapa do trajeto consiste da saída do Parque em Cubatão até a cidade de Santos, um trecho de 21 km. Mesmo o trajeto de litoral foi pensado em evitar com que o ciclista pedale em rodovias, portanto o trajeto será feito por ciclovias e vias de apoio a Anchieta até a cidade de Santos.
A partir de Cubatão o trajeto é totalmente plano, com subidas apenas nas travessias de pontes e viadutos.
A chegada em Santos será no Emissário que fica ao lado direto dos quiosques do canal 1.
É fácil de chegar !!
No canal 1, entrando na ciclovia a direita, pedalando por mais 1 minuto, o ciclista avista o Emissário do lado esquerdo. E a grande surpresa do final , é que quem fizer a rota e chegar até o Emissário ganhará um certificado de conclusão da Rota Márcia Prado.

O evento é promovido pelo Instituto Ciclobr de Fomento e Mobilidade Sustentável, que criou o trajeto inspirado no trajeto da última viagem realizada pela ciclista Márcia Prado. O objetivo é sensibilizar autoridades para a criação de um meio atraente e seguro para o ciclista de outras regiões chegar ao Litoral Paulista.

Fonte: Ciclobr
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Contêineres do Porto de Santos viram escritórios e até lojas

Segundo empresário, 90% das caixas de aço utilizadas para construção da loja Container Ecology Store são provenientes de armadores e empresas instaladas no porto santista.

Carga. É a primeira coisa que vem à cabeça quando se pensa na função de um contêiner. Faz sentido, tendo em vista a intensa movimentação destas caixas de aço no Porto de Santos. Só no primeiro semestre de 2011, foram quase 892 mil contêineres trafegando pela área portuária, movimentando quase 45 milhões de toneladas em cargas diversas. Contudo, para algumas destas caixas, o destino tem outra funcionalidade, mas bem longe do universo portuário.

O empresário André Krai — que, por exemplo, não atua no segmento de portos — viu nos contêineres uma necessidade e uma oportunidade de ir além do arquivamento de cargas. “Eu trabalhava com confecção e precisava ampliar minha rede de lojas. Em uma viagem a Cingapura, conheci um projeto de uma loja numa caixa de metal. Achei aquilo muito bacana e trouxe essa ideia para o Brasil, por meio do reuso de contêineres”, recorda Krai.

Em 2008, o empresário deu início à franquia Container Ecology Store, rede de roupas e acessórios dentro de contêineres. O comércio inusitado fez sucesso no Sul do Brasil e se expandiu: hoje, são 20 unidades em 17 cidades — incluindo São Paulo. E de acordo com o empresário, 90% das caixas de aço que utiliza são oriundas do Porto de Santos, provenientes de armadores e empresas que trabalham com a transformação dos módulos em contêineres habitáveis.

Loja Container, do empresário André Krai, é construída apenas com contêineres reciclados, a maioria oriunda do Porto de Santos

Loja Container, de André Krai, construída apenas com contêineres reciclados do Porto de Santos.

 “A ideia era aproveitar essas caixas, que depois de um tempo não são mais usadas para transporte e não valem mais a pena para o armador”, explica o empresário, cuja rede tem como público-alvo os jovens. “O que encanta o público é justamente a ousadia de se transformar o velho e sujo em algo sofisticado, além da preocupação ambiental”, explica.

Realidade

Modificar contêineres usados para que se configurem em lojas, de fato, é algo inusitado. No entanto, transformar essas caixas de aço em unidades cuja serventia transcenda o transporte de cargas já é uma realidade. “Já é comum a muitas empresas ter o contêiner como escritório, por exemplo”, diz Fabiano Oliveira, proprietário da Oliveira Reparos — principal fornecedora de contêineres transformados para a franquia de Krai.

“Outra utilidade é como armazéns estáticos. Às vezes, a empresa tem uma determinada mercadoria e para não precisar construir um depósito, faz uso dos contêineres, em seus próprios territórios, para armazená-las até o período de venda”, diz. Esse processo de transformação passa pelas aberturas laterais (no caso das lojas de Krai, são usados entre dois e quatro contêineres por estabelecimento), introdução de escadas, encaixes e, no caso de alguns módulos, pintura e colocação de forros.

O valor para aquisição dos contêineres, portanto, alterna-se de acordo com os acessórios e com seu tamanho — que varia entre os módulos de 20 pés (com 6 metros de comprimento) e 40 pés (com 12 metros de comprimento). Os valores de compra podem chegar a R$ 10 mil nos modelos simples (sem forro interno) ou chegar na faixa de R$ 14 mil para os mais sofisticados. Já o aluguel pode chegar a R$ 1,5 mil/contêiner.

Procura

As maiores demandas no segmento, por enquanto, ainda são para atender a escritórios para a construção civil. “O mercado de locação de containeres transformados em escritório, por exemplo, é diretamente proporcional ao momento da construção civil, pois quando o fluxo de obras aumenta a procura é maior”, explica Marcelo Bueno, da Santos Container — que tem nas caixas habitáveis, aliás, o carro-chefe da firma, representando 70% da procura por contêineres para locação.

Fabiano Oliveira, da Oliveira Reparos, avalia ainda que o advento do pré-sal tende a movimentar ainda mais a procura. “Com a vinda da Petrobras para a região, muitas empresas vão se instalar por aqui. Mas não vão querer construir unidades novas para, em dois ou três anos, se mudarem — o que vai aquecer a procura da estrutura de um contêiner”, acredita. “Antes, o maior empecilho para a mobilidade do contêiner, que é um dos pontos positivos de se contar com essa estrutura, era a fiação de rede e elétrica, mas com as placas 3G e o wi-fi, já não há problema”, adiciona.

Moradia?

O brasileiro, porém, ainda engatinha quando o assunto é o reaproveitamento de contêineres. Em Amsterdã, na Holanda, por exemplo, morar nestas caixas de aço é uma realidade tão comum que a cidade conta com a maior vila de contêineres do planeta. São cerca de mil apartamentos, situados há quatro quilômetros do centro. As caixas foram adquiridas na China e, modificadas, foram empilhadas até formarem prédios de cinco andares.

“É algo muito bacana, tive o prazer de visitar e conhecer quando estive em Amsterdã. Naquele caso, eram contêineres novos e específicos para moradia”, conta o empresário André Krai, da loja Container Ecology Store, construída a base de contêineres. Seria então possível ver esse tipo de moradia no Brasil? “É uma questão cultural. Por aqui soa estranho morar em uma caixa de metal. Mas se o europeu dorme, por que não podemos?”, indaga Krai

Na Holanda, condomínio com casas apenas de contêineres já são uma realidade

Na Holanda, condomínio com casas apenas de contêineres já são uma realidade

O empresário, aliás, planeja trazer a ideia ao Brasil, a partir de uma franquia de hoteis “de metal” a ser lançada, provavelmente em São Paulo, no mês de novembro. A diferença para outros do gênero existentes na Europa será o uso de apenas contêineres reciclados. “Estamos fabricando um piloto (do hotel), e se for aprovado, certamente estaremos adiante com esse trabalho”, destaca Fabiano Faria de Oliveira, da Oliveira Reparos — empresa santista procurada por Krai para participar do projeto.

Seja para casas, lojas ou outros segmentos que surjam, a perspectiva do mercado de locação e venda de contêineres para além do uso portuário é vista como atraente. “Entendo que o mercado brasileiro tem absorvido a idéia da praticidade na utilização de containeres como módulos habitáveis. Desta forma, o mercado caminha a passos firmes para que cada vez mais este tipo de facilidade cresça”, analisa Marcelo Bueno, da Santos Container.

 

Boqnews

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Teatro na Biblioteca

Mercado Municipal, 63 anos de história e tempos áureos

Tradicional imóvel da Vila Nova, o Mercado Municipal completa neste sábado (26) 63 anos de fundação. Para marcar a data, haverá missa, exposições, música, dança e desfile de moda, entre outras atividades ao longo do dia. A promoção é da prefeitura, por meio do Dear-RCH (Departamento de Administração da Região Central Histórica), com apoio dos permissionários.

Situado na Praça Iguatemi Martins, o Mercado mantém o ar nostálgico dos anos 40 e 50, quando tinha intenso movimento. O prédio marcou época em Santos como referencial para o santista e para os turistas. O chamariz era a qualidade e diversidade de frutas, legumes e carnes, entre outros produtos, muitos quais de origem estrangeira. Há quem se lembre do ‘Chineses do Mercado’, tradicional bloco carnavalesco do passado.

A edificação foi projetada pelo engenheiro José Maria Silva Neves em 1939, seguindo linhas arquitetônicas no estilo racionalista. A primeira etapa da obra, iniciada em 1943, foi concluída em 1948. A estrutura que sustenta a cobertura é em pórticos de concreto armado. Com o tempo, o imóvel passou por transformações. Em 2003, houve ampla reforma, com substituição dos sistemas elétrico e hidráulico, janelas, telhados e do revestimento externo e interno.

Hoje, o Mercado conta com 64 boxes, além de quiosques para lanche e café, açougue e peixaria. Abriga também a Seseg (Secretaria de Segurança), Guarda Municipal, IBGE, Correios e, no prédio anexo, o Restaurante Bom Prato e a Codeso (Coordenadoria de Equipamentos de Desenvolvimento Social), da Seas (Secretaria de Assistência Social).

O prédio é utilizado para eventos, como cursos profissionalizantes e de empreendedorismo, desfile de modas, Festa da Banana, exposições de artes, shows musicais e de dança.

O imóvel já serviu de cenário de novela do SBT e dos filmes ‘Querô’, baseado na obra de Plínio Marcos, e de ‘Lula, o Filho do Brasil’.

Atividades
A programação tem início às 10h, com missa celebrada pelo padre José Nyalil Paul, da Catedral. Das 10h às 12h, haverá o Projeto Paz na Ponta do Giz, reunindo crianças da comunidade, que, sob coordenação da Abrasoffa (Associação Brasileira dos Organizadores de Festivais de Folclore e Artes Populares), terão atividades de desenho, pintura etc.

Às 10h50, permissionários dos boxes promovem café da manhã, seguido do tradicional parabéns com direito a bolo. As 11h15, apresentam-se os alunos da Oficina de Choro e Cidadania ‘Luizinho Sete Cordas’. As 11h45, será a vez do Balé da Oficina do Futuro, com a coreografias Amaré e Brincando de Bailarina.

Às 12h, os corais da Oficina do Futuro e do Grupo Vozes (Sindicato dos Bancários) abrem a programação da tarde. Às 12h15, será lançado o livro ‘Contador de Histórias do Senhor Valadares’; 13h, Aqui Tem Choro (Chorinho Jr., da União Imperial); 14h, George Jamaica, e 15h, desfile de modas do Grupo La Vie em Rose, coordenado por Lígia Fernandes.

Haverá ainda exposição da Fams (Fundação Arquivo e Memória de Santos), com painéis de Nossa Senhora do Monte Serrat, das 7h às 18h. A CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) distribuirá sacolas recicláveis, calendários, revistas e chaveiros.

 

Aquário Municipal passa abrir às segundas-feiras

A partir da próxima semana, o Aquário Municipal (Ponta da Praia) passa a abrir também às segundas-feiras para atender à demanda da temporada de verão, que se inicia no próximo dia 1º. O horário de funcionamento do parque vai das 9h às 19h, de segunda a sexta, e das 9h às 20h, nos finais de semana, feriados e pontos facultativos. A bilheteria fecha meia hora mais cedo.

 

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