Orquidário abre as portas para o público na terça-feira (05)

A reabertura do Orquidário virou lenda entre os municípes que ao longo de três anos viram por diversas vezes a data ser adiada. Desta vez, as portas serão realmente abertas ao público. Algo que está programado para acontecer nesta terça-feira (5), quando se comemora o Dia do Meio Ambiente.
O projeto de revitalização do parque começou como simples obras de manutenção e foi ampliado gradualmente devido  às verbas liberadas ao longo do prazo. Com isso, foi possível realizar a maior intervenção no parque zoobotânico desde que foi inaugurado há 66 anos.
Os animais ganharam espaços mais amplos com habitats bem mais naturais. Todas as mudanças seguem a nova legislação do Ibama.  Além disso, o Orquidário ganhou um novo anfiteatro e três  edifícios: da Zoologia, com centro de atendimento e sala de cirurgia para os animais; da Botânica (com laboratório de reprodução de orquídeas) e um Administrativo, com auditório.
Para as crianças que completam três anos e ainda não conhecem o parque ou mesmo os mais velhos que já conhecem, espaços novos como a brinquedoteca, biblioteca e um novo playground  as esperam, além de diferentes trilhas pelo local que tem o objetivo de incentivar o respeito à natureza. A área também ganhou mais 2 mil m2.
No total foram investidos cerca de R$ 10 milhões, liberados pelo Ministério do Turismo, com contrapartida do Município da ordem de 6,1% do montante (R$ 610 mil); do governo estadual, via Condesb (Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Baixada Santista ) e Dade (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias), além de emendas parlamentarres – uma da Assembleia estadual e quatro do Senado, apresentadas por dois senadores.
Serviço
Desta terça (5) até domingo (10), o acesso estará liberado ao público. De 12 de junho a 1º de julho, o ingresso será de R$ 1,00 e  após esta data, R$ 5,00.
Boqnews
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Exposição mostra história do Brasil por meio do desenvolvimento das armas

Conhecer um pouco da história do Brasil do período Colonial à Era Vargas por meio da evolução das armas. Essa é a proposta da exposição Armamentos Históricos, que está aberta à visitação na Casa do Trem Bélico. São mais de 100 peças, algumas raridades, que podem ser visitadas gratuitamente.
O responsável pelo acervo é o professor Aldo João Alberto. Ele começou a colecionar armas ainda jovem, quando ganhou uma garrucha belga do seu tio-avô, que havia lhe garantido: aquela arma havia sido usada na Guerra do Paraguai. Mais tarde, Alberto descobrira que a informação não era verdadeira, mas que tinha conhecido um hobby que o seguiria pelo resto da vida.
Todos os exemplares estão desmontados (não atiram) e são originais. O trabalho de busca para reunir peças que não estão disponíveis em museus e nem em batalhões do Exército foi de fôlego e incluiu visitas a fazendas, antiquários e casas de ex-combatentes, além de contatos com outros colecionadores.
Além de armas também é possível encontrar medalhas e diversas outras peças relacionadas a combates. Foram equipamentos utilizados nas guerras dos Farrapos, do Paraguai, e de Canudos, até alguns materiais da Revolução de 1932.
A arma mais antiga é uma arma inglesa utilizada na guerra Napoleônica, nos anos 1800 que vieram para o Brasil com Dom João VI. É possível conhecer também exemplares históricos de mausers, wincesters, spencers americanas, comblains, garrunchas, entre outras.
Lá estão, também, a arma que deu “o último tiro” da Guerra do Paraguai e carabinas das escolas de aprendizes, locais onde crianças de 7 a 18 anos participavam de treinamento militar básico no início do século XX.
“Aqui é possível conhecer muito da história do crescimento do nosso País, com detalhes”, diz o professor Aldo, ressaltando: “A partir do momento que a arma entra aqui, ela perde o seu sentido de fabricação. Não cultuamos a violência e sim a história”.
Serviço:
Local: Casa do Trem Bélico
Endereço: Rua Tiro Onze, 11 – Centro Histórico – Santos
Funcionamento: terça a domingo, das 11 às 17 horas
Entrada gratuita
Realização: Instituto Histórico e Geográfico de Santos e Prefeitura Municipal
Boqnews
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Navio do Greenpeace chega este mês ao Porto de Santos

Rainbow Warrior, mais novo navio da frota do Greenpeace (organização não-governamental que defende o meio ambiente), virá ao Porto de Santos no próximo dia 30. A embarcação está no Brasil desde o dia 20 de março para participar de ações de combate ao desmatamento ilegal na Amazônia.

Quando o navio atracar no complexo santista, os moradores da região terão a oportunidade de subir a bordo, conhecer a tripulação e participar das campanhas em defesa do meio ambiente.

O ponto de partida para a expedição do ‘navio-ativista’ foi Manaus (AM), onde mais de 1.300 pessoas visitaram o Rainbow Warrior. “Esperamos que o sucesso alcançado em Manaus se repita nas outras cidades por onde o navio passar”, disse a coordenadora de campanha do Greenpeace, Tatiana de Carvalho.

Em Belém (PA), cerca de duas mil pessoas conheceram o interior do navio, que ficou atracado na Estação das Docas. Neste final de semana, o navio estará no Porto de Recife (PE), atracado entre os armazéns 7 e 8. Antes de Santos, as próximas escalas serão em Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ).

No litoral fluminense, o Rainbow Warrior participará da Rio+20 – Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.

Navio sustentável

Com 58 metros de comprimento (equivalente a duas baleias azuis), o Rainbow Warrior é referência em sustentabilidade náutica.

Cada detalhe foi pensado para ter a menor emissão de carbono possível. Como exemplo, podem ser destacados a reutilização do calor do motor para aquecer as cabines da tripulação e o desenho do casco, feito de maneira aerodinâmica para melhor aproveitar a força dos ventos.

O vento, aliás, é o que move o navio. O motor híbrido (com alimentação a óleo diesel e eletricidade) é acionado apenas sob condições climáticas desfavoráveis ou em operações que exijam velocidade máxima.

Protesto

Durante a expedição, o Rainbow Warrior foi utilizado como base para ativistas no bloqueio ao navioClipper Hope, que foi impedido de entrar no Porto do Itaqui (MA). A equipe do Greenpeace escalou a âncora da embarcação para impedir o carregamento de ferro gusa no complexo maranhense. Segundo a ONG, a produção desse tipo de minério no País é relacionada a trabalho escravo, desmatamento ilegal e invasão de terras indígenas.

A Tribuna
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