O Almanaque Santista, do jornalista Sergio Willians, retrata momentos marcantes da história santista

Pensando em atualizar a bibliografia de Santos, o autor do Almanaque Santista, um boletim de curiosidades do Instituto Histórico e Geográfico de Santos, jornalista Sergio Willians, resolveu mostrar histórias – muitas delas esquecidas e desconhecidas – garimpando no passado assuntos que mostram um pouca da realidade da Cidade de hoje.

Segundo Willians, a bibliografia histórica de Santos estava defasada há mais de 30 anos. O último grande trabalho foi o livro de Francisco Martins de Santos, A História de Santos, nos anos 40. “Este trabalho recebeu uma pequena atualização na década 80, com a introdução do terceiro volume da coleção, intitulado A Poliantéia Santista”, explica.

“De lá para cá, surgiram apenas obras pontuais, ou seja, que abordavam temas como o Porto de Santos, a Santa Casa, teatro (como o Guarani), clube (como o Internacional de Regatas), ou outro assunto isolado”.

O Almanaque Santista conta com 12 fascículos de temas diversificados que não foram aprofundados, apenas trazendo a história resumida de cada item. “Utilizando dezenas de fontes bibliográficas, documentos, jornais, revistas e fazendo entrevistas, obtivemos o resultado, que demorou cerca de dois anos para chegar ao formato que eu queria”, conta.

O jornalista relata que queria pesquisar, entender e escrever a história de Santos dividindo este conhecimento com as pessoas, por meio de livros, revistas e projetos. E assim idealizou o Almanaque, cujo lançamento ocorreu no dia 2 deste mês.

Distribuição

As publicações serão distribuídas nas escolas, ao contrário da revista trimestral, Almanaque de Santos, vendida em bancas. A ideia do autor é torná-la comercial quando for realizada a segunda fase do projeto, que também contará com 12 fascículos de assuntos que não couberam na primeira parte, como o Porto de Santos, o futebol e o carnaval.

“É provável que alguns lotes promocionais sejam comercializados”, diz. “Quando isto ocorrer haverá divulgação pelos meios de comunicação e pela internet”, diz. A obra teve o patrocínio cultural da Usiminas.

 

 

Boqnews

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