Espetáculo Teatral “Reclame – Uma História de Amor” na Pinacoteca

reclame com logos

10, 17, 24 e 31 Ago | Sáb | 17h00 | Casarão Branco

Quem não se lembra de uma daquelas “musiquinhas” que tocavam no rádio ou na TV para anunciar um produto?Os famosos jingles fazem parte da vida de muitas pessoas e marcaram épocas. “Reclame – Uma História de Amor”, da Cia Teatral Cenicomania, retrata as várias gerações e os mais representativos contextos, representados pela criação genial da propaganda brasileira.

Ambientada entre as décadas de 30 e 90, a peça conta a trajetória de Lourdes, Rodolfo e Janete, que, motivados pelos meios de comunicação e, principalmente, por jingles de reclames comerciais, formam um triângulo amoroso, no qual as alegrias e as decepções de natureza humana são destacadas pelos mesmos.
Todos estão convidados para essa viagem através do tempo e reviver épocas de ouro, juntamente com os personagens, os quais são inseridos em situações cotidianas diversas e fatos históricos que mudaram definitivamente a vida do Brasil. O público também é chamado a desvendar um segredo familiar que se deixou levar com o passar dos tempos e que somente os protagonistas da peça conhecem.
Reclame é a vida de todos nós… Resgata costumes e tendências, destacando o trabalho de artistas e comunicadores brasileiros. É o papel da propaganda em nosso cotidiano. É uma história de amor para com o Brasil, o rádio e a TV. É a história de amor de nossas vidas.

Pinacoteca Benedicto Calixto

Av. Bartolomeu de Gusmão, nº 15 – Boqueirão
Tel: (55 13) 3286-2184

Funciona de terça a domingo, das 9h às 18h
Entrada gratuita

Pinacoteca planeja Museu de Arte Moderna de Santos

Santos pode ganhar um Museu de Arte Moderna, com a infraestrutura necessária para entrar no circuito internacional de exposições de arte. O projeto do novo complexo cultural foi apresentado pela diretoria da Pinacoteca Benedicto Calixto em audiência, no Paço, ao o prefeito Paulo Alexandre Barbosa, acompanhado dos secretários Omar Silva Júnior (Desenvolvimento Econômico e Inovação) e Raul Christiano (Cultura).

Projetado para ocupar área contígua à Pinacoteca, com entrada pela Avenida Epitácio Pessoa, o espaço foi criado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, segundo brasileiro a ganhar o Prêmio Pritzker de Arquitetura.

A iniciativa prevê estrutura com 8.180 m² de área construída. O piso térreo contará com salão de exposições de 1.135 m²), café, bilheteria, loja e guarda-volumes. No primeiro pavimento ficarão auditório, biblioteca e salas de administração. No segundo, haverá grande sala de exposições, com 1.200 m². Já no terceiro andar, estarão duas galerias e espaços destinados à reserva técnica, além de salas de arquivo. No subsolo está previsto um estacionamento.

Para Mário Flávio Leme de Paes e Alcântara, presidente da Pinacoteca, é muito importante contar com o apoio do poder público local. Ele explica que assim que aprovado pela Lei Rouanet, o projeto entrará na fase da captação de recursos. O custo do Museu de Arte de Santos está estimado em R$ 37 milhões.

A Pinacoteca Benedicto Calixto fica na Avenida Bartolomeu de Gusmão, 14, Boqueirão.

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Pinacoteca Benedicto Calixto

Fiel retratista do mar, Benedicto Calixto foi nacional e internacionalmente reconhecido por sua obra. Começou sua carreira retratando com perfeição cenas do cotidiano e costumes de Santos e regiões próximas. Teve sua primeira exposição permanente  aos 18 anos, e foi a partir desta que ele foi consagrado, ganhando bolsa de estudos em Paris. Quando retorna, cria a pintura do teto do Teatro Guarani, que não existe mais.
Residiria em São Vicente, onde vivera até seu falecimento por parada cardíaca em 31/05/1927.

Situada a rua Bartolomeu de Gusmão número 15, a Pinacoteca Benedicto Calixto recebeu esse nome em 1986, de acordo com lei municipal.

O casarão branco foi construído pelo alemão C.A.Dick , em 1900. Foi vendida para Francisco C. Pires, um barão do cafe. Que logo em seguida vende para um asilo de inválidos  Em 1921 Francisco Pires resgata o resgata e executa uma ampla reforma, dando ao casarão formas atuais.

Devido a quebra da bolsa de café, os Pires tiveram que se desfazer da propriedade, onde por um tempo funcionou um pensionato de moças. Uma família de espanhóis compra a casa, e seus herdeiros não percebendo o valor da propriedade a aluga a moradores de rua, transformando o casarão em um cortiço  o que gera a depredação do mesmo. Com a falta de pagamento de impostos, a prefeitura intervem, declarando o imóvel patrimônio histórico cultural de Santos. Resgatando e restaurando o imóvel e concedendo o nome do pintor do mar, expondo suas obras.

Com patrocínio da Rodrimar, a pinacoteca conta com exposições gerais, aulas de musica e palestras em geral grátis e abertas ao publico.
Tem uma biblioteca com grandes obras da arte que pode ser consultada de terça a sexta das 9 as 18 horas.

Novo projeto, chamado Livro Livre, conta com títulos disponíveis a população  que pode ser retirado, lido e passado a diante. sendo deixado em lugares movimentados, para que outra pessoa possa ler. O projeto aceita doações  que pode ser entregue na biblioteca da pinacoteca.

O casarão conta também com uma lojinha, que vende produtos relacionados a sua historia e a de Benedicto Calixto, conta com bloquinhos, canetas, cartões postais e  livros. São dois deles, A Branquinha – a historia do Casarão Branco, historia para crianças  escrito por Barbara Leite, funcionária da Pinacoteca, e Memorias do Casarão Branco, escrito por Edith Pires Gonçalves Dias, decima primeira filha de Francisco Pires, que aos 94 anos esbanja lucidez e simpatia.

A Pinacoteca fica aberta de terça a domingo das 9 as 18 horas. e pode-se agendar visitas guiadas gratuitamente pelo telefone 32882857.

Mariana Fernandes

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Museu do Café

Que tal beber um bom cafezinho e aproveitar para entender a importância histórica e econômica destes grãos para o Brasil? Um dos locais que busca resgatar e preservar esta rica trajetória é o Museu do Café, em Santos.

Inaugurado em 1998, o museu está localizado no mesmo prédio da antiga Bolsa Oficial do Café, mercado formalizado para a venda de café nas primeiras décadas do século 20. Depois de anos de funcionamento, o local foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2009, consolidando-se como um ponto turístico da cidade.

Além do grande acervo de documentos e fotos apresentados no espaço, as principais atrações são as telas e painéis de Benedicto Calixto e o Salão do Pregão – composto por uma mesa principal e setenta cadeiras -, onde eram realizadas as negociações que determinavam as cotações diárias das sacas de café na época. Os pregões eram realizados no edifício da Bolsa Oficial de Café até a década de 1950, quando os negócios foram transferidos para São Paulo.

O museu também realiza exposições (temporárias e permanentes) que ilustram um pouco melhor a história e a importância do café na vida e principalmente na economia do Brasil. A exposição “A trajetória do café no Brasil” está dividida em três módulos – O café e o trabalho, Café e novas rotas e Santos e o porto. Nesta área, o visitante acompanha a linha do tempo da produção de café no Brasil, desde a chegada dos grãos ao País até o tempo dos grandes barões e baronesas do café.

Nas exposições temporárias, os visitantes poderão conferir períodos pontuais desta história. Até maio, a mostra “Café, Porto, Cidade – Uma relação muito mais que econômica” estará montada no museu, revelando a influência dos negócios do café no desenvolvimento do porto e da cidade de Santos nos últimos 120 anos.

Após o passeio, é hora de parar na Cafeteria do Museu, que trabalha com as marcas Cerrado de Minas, Sul de Minas, Alta Mogiana, Chapadão do Ferro, Blend da Cafeteria, Orgânico, Vale da Grama, e Jacu Bird Coffee. Este último é o café mais caro e raro do Brasil, obtido com os grãos expelidos pelo pássaro Jacu, que se alimenta dos frutos do café.

Museu Oficial do Café

Onde: rua XV de Novembro, 95, Centro, Santos, São Paulo – SP

Quando: terça-feira a sábado, das 09hàs 17h ; domingos, das 10h às 17h

Quanto: R$ 5

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