Semana de Museus

museu do cafe

Santos 467 anos: atividades comemorativas da orla à Zona Noroeste

A comemoração dos 467 anos de Santos contará com várias atrações em espaços públicos. O ponto alto será o show gratuito do cantor Fábio Jr. Sábado (26), às 20h, na praia do Gonzaga (ao lado do canal 2). No mesmo dia, às 17h, o Teatro Guarany (praça dos Andradas, 100) terá apresentação da Velha Guarda da X-9. Os ingressos grátis (dois por pessoa) serão distribuídos uma hora antes.

Também sábado, das 19h às 23h, haverá show do Feitiço na tenda 3 (Boqueirão) e, domingo (27), na 4 (Embaré); já a Banda Trilha Sonora, se apresenta amanhã (26) na tenda 5 (Aparecida) e, domingo (27), na 1 (Pompeia). Outra opção é a ‘Festa da Música de Santos’, que sexta (25), às 12h, terá a cantora Verônica Ferriani na praça Mauá (Centro). Às 19h, será a vez do Ouro Verde e Digo Maransaldi & Banda na praça Rui Barbosa.

A Bolsa do Café (Rua XV de Novembro, 95) recebe sábado, às 15h, apresentação de Maurício Fernandes Quarteto. Às 17h, a banda Carlos Bronson e o Coletivo Querô se apresentam no Arte no Dique (Av. Brigadeiro Faria Lima, 1349). No Chorinho no Aquário, às 19h, terá show de Lula Barbosa & Amigos do Clube do Choro, com os Meninos Chorões da Escola de Choro. E, às 20h, a Banda Musirama se apresenta no Parque Roberto Mário Santini (emissário). O Museu do Café realiza sábado, das 10h às 14h, atividade para adolescentes em tenda na praia do Gonzaga.

Eventos esportivos

Também estão programadas atividades esportivas. No domingo, às 9h, ocorre a 7ª Maratona Aquática Internacional – Unisanta/Troféu Renata Agondi na praia da Aparecida. De sexta até domingo acontece na Praia do Gonzaga a Copa das Nações de Futebol de Areia, que reúne Brasil, México, Suíça e Holanda. No domingo, às 10h, será realizado passeio ciclístico, que tem como ponto de partida e chegada a praça das Bandeiras (Gonzaga) com passagem pelo Centro Histórico.

santos 467anos

Também está prevista regata em homenagem ao aniversário da cidade sábado, próximo ao emissário. O tiro de largada da competição será dado pelo Navio Veleiro Cisne Branco, da Marinha do Brasil. Serão 15 classes na disputa. As embarcações oceânicas largam às 12h30 e os monotipos às 12h45.

As inscrições podem ser feitas até as 10h30 do dia da competição, na sede náutica do CRI (Clue Internacional de Regatas), na avenida Saldanha da Gama, 5, Ponta da Praia, ou por e-mail, nos seguintes endereços: náutica@inter.org.br e regatas-cir@yahoo.com.br. Informações pelo telefone 3269-6900. O evento é uma promoção entre o CRI, Iate Clube de Santos e prefeitura.

A programação terá ainda: futebol de areia da MV Sports (sábado e domingo, praia do José Menino) e torneio santista de beach tennis (de sexta a domingo, na praia do Boqueirão).

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Orquestra do Porto de Santos – Uma Mensagem de Paz!

Natal lembra presentes, que lembram família, que lembra o nascimento do menino Jesus, mas nada disso teria
sido tão marcante em sua vida se você não estivesse acompanhado de sons como o sino do Papai Noel e de doces melodias natalinas, como Noite Feliz.
Neste tempo mágico que é o Natal, a OPOS – Orquestra do Porto de Santos preparou um concerto muito especial e cheio de boas recordações chamado “Uma Mensagem de Paz”, que trará de volta os sentimentos que encherão seu coração de esperança e felicidade!

Vale a pena conferir o espetáculo em uma das apresentações:

2/Dez (Domingo) às 19h30 – Igreja do Embaré
Av. Bartolomeu de Gusmão, nº 32 – Santos

15/Dez (Sábado) às 17h – Bolsa do Café
Rua XV de Novembro, nº 95 – Centro – Santos

Todos os espetáculos são gratuitos!

SOBRE A OPOS – Orquestra do Porto de Santos

Inspirada pelo passado de pioneirismo e grande intercâmbio cultural do Porto de Santos, à beira do
mar de Santos, sonhou-se com uma grande orquestra onde velhos amigos, que abandonavam seus
instrumentos em busca de melhores oportunidades, pudessem voltar a tocar juntos. Ao olhar os navios
entrando no canal do porto, o maior da América Latina, sentiu-se que a força que os movia poderia ser
utilizada em favor de um bem maior: o Amor à Música e a transformação das pessoas por meio dela.
Assim nascia a ideia da OPOS – Orquestra do Porto de Santos.

Em 2012, com realização do Ministério da Cultura, o patrocínio da CODESP – Companhia Docas do
Estado de São Paulo e da COPERSUCAR, a OPOS se torna um marco cultural na cidade de Santos,
figurando como uma das mais promissoras orquestras do país. Com 36 músicos, juntando profissionais
de alta performance e jovens talentos advindos de projetos socioculturais, a Orquestra mostra que é
possível atingir um alto nível de execução sem abrir mão de seu caráter social.

Acesse www.opos.mus.br e conheça mais sobre o projeto.

Seja bem-vindo a bordo da OPOS – Orquestra do Porto de Santos!

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Palácio Saturnino de Brito abre para visitação noturna

A partir deste mês de setembro, o Palácio Saturnino de Brito estará aberto para visitação noturna, das 18h às 21h30. Serão dois dias de visitação por mês até dezembro.

Junto com a Bolsa do Café, local que abriga toda a história do café em Santos, a primeira visita deste mês ocorre nesta quinta-feira, com estudantes do curso de Turismo da Escola Técnica (ETEC) Aristóteles Ferreira, que divididos em duas turmas, visitam o local às 19h30 e às 20h30, acompanhados por guias bilíngues e entrada gratuita. A próxima visita ocorre no dia 27 deste mês. Em outubro, nos dias 11 e 25; em novembro, 8 e 22; e em dezembro, dias 6 e 13.

Interessados devem agendar as visitas pelo telefone (13) 3201-2657 ou por e-mail:comunicação_rs@sabesp.com.br.

O local, que é uma das paradas do circuito do Bonde Histórico de Santos, concentra ainda o acervo do saneamento, com objetos utilizados pelo engenheiro Francisco Rodrigues Saturnino de Brito e plantas históricas da implantação do saneamento na região, todos abertos à visitação.

Além disso, da sua grande porta de entrada, em ferro batido, a visão é grandiosa: uma escadaria em mármore nacional emoldura um imponente vitral multicolorido, que retrata a escalada da Serra do Mar pelos Bandeirantes. Esta é a primeira impressão que o visitante tem do Palácio Saturnino de Brito. A beleza do prédio, construído em 1936, se integra perfeitamente à paisagem do Centro Histórico de Santos, onde está localizado.

Outra atração é a Sala de Fotos, com imagens da construção dos canais de drenagem, da Ponte Pênsil, do Emissário de Itaipu, do Sistema de Abastecimento de Água da antiga empresa City Of Santos, de equipamentos tombados como a Centenária Usina Terminal situada na Estação de Precondicionamento de Esgotos no José Menino e a Estação Elevatória de Esgoto localizada na área portuária, além de instrumentos de desenho e hidrômetros antigos.

O acervo abre de terça a domingo, das 11h às 17h, com entrada gratuita e guias bilíngues. O Palácio Saturnino de Brito fica na Avenida São Francisco, 128, Centro Histórico de Santos.

A Tribuna

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Santos volta aos dias de glória

Sim, Santos voltou a seus dias de glória. Mas não estamos falando do Santos de Neymar, Arouca e Ganso, que acaba de se sagrar tricampeão do Campeonato Paulista. Um século depois de seus tempos áureos, quando seu porto faturava alto com a exportação do café, a cidade tem um novo ouro negro: o petróleo do pré-sal, que já atrai recursos para o município, movimenta o mercado imobiliário e, por consequência, o turismo, a noite e a diversão. Dados do Ibope mostram que Santos se tornou, no ano passado, a cidade com o maior índice de verticalização do país, 63% – a taxa era de 54% apenas dois anos antes. Estima-se que o valor do metro quadrado tenha subido aproximadamente 90% nos últimos cinco anos. A Petrobras está construindo três torres de escritórios em uma área de 25 mil metros quadrados na região do Valongo, na entrada da cidade. A primeira delas deverá ser ocupada por 2 200 funcionários. A obra é a espinha dorsal do complexo turístico, náutico e empresarial do bairro, onde também está sendo erguido o Museu Pelé e que já conta com a antiga estação ferroviária e com o Santuário Santo Antônio.

Santos está se preparando para receber mais gente. Prova disso são os hotéis inaugurados no fim do ano passado: no Boqueirão, a dupla Ibis e Mercure, da rede Accor; no Gonzaga, o Atlântico Golden, versão sofisticada do grupo do Hotel Atlântico – vizinho a este, o Golden era um prédio residencial que foi reformado. Em 2014, há mais dois lançamentos previstos. Na mesma marola, projetos de urbanismo que estavam engavetados vão saindo do papel. Caso da Avenida Perimetral, que foi concluída em 2011 e circunda os enormes terminais portuários.

O Centro Histórico também passa por uma revitalização. O pedaço, que está recebendo nova iluminação, tem como destaque a boêmia Rua XV de Novembro. Ali a novidade é a troca do calçamento, que estava esburacado e desnivelado. Ao fim do trabalho, talvez ainda em junho, ficará com o jeito das calçadas da Avenida Paulista, em São Paulo.

Na região, a famosa Bolsa do Café, edifício construído em 1922 para os pregões cafeeiros, passou a abrir seu museu também à noite, quando é possível ver com maior dramaticidade os murais do pintor Benedito Calixto. Outro upgrade é no número de bondes que percorrem as ruas da região, de três para cinco. O trajeto é apreciado por 10 mil passageiros ao mês. Quem gosta de bonde também deve curtir o funicular, que vai do Centro ao mirante do Monte Serrat, evitando a canseira dos 415 degraus.

É na noite e na gastronomia que os ventos das mudanças sopram com maior vigor. Bares clássicos, como o alemão Heinz, no Boqueirão, seguem lotados, mas dois novatos entraram na briga. O Bodegaia, na XV, tem porções servidas na telha (o escondidinho de carne-seca sai a R$ 52); e o Australiano, no Embaré, um inusitado pub à beira-mar, tem brejas de todos os cantos (o pint de Guinness custa R$ 17).

Quando se fala em comida, os tradicionais pratos de pescados da orla vão perdendo espaço para combinações mais sofisticadas. Novidade na paisagem, o Guaiaó, no Boqueirão, serve, por exemplo, polvo braseado com tarê (tipo de molho agridoce de caju, R$ 53). Ali perto, a Enoteca Decanter vai além do papel de empório: faz bacalhau à lagareira. Para um jantar romântico, prefira o italiano Da Sorata, no Gonzaga, especializado no ravióli com queijo mascarpone, cogumelos e lagostim (R$ 48).

Em uma cidade repleta de universitários e com o maior porcentual de mulheres do Brasil (54,25%, segundo o IBGE), a noite não deixaria de ser sacudida. O Moby Club, no Gonzaga, assim como a Bikkini Barista, na XV, seguem firmes, mas boas casas surgiram no Centro há menos de um ano: o Antonina Bar, que aposta em samba, pop rock e sertanejo, e a eclética Naypp, com teto retrátil. Na Praia do José Menino, a velha Santos vai bem, obrigado. Explore o Parque do Emissário Submarino, que reúne ciclovia, playground, pistas de skate e corrida e o museu do surfe. Lá você pode aprender as manhas das ondas na escola de Picuruta Salazar, surfista que acumula 160 troféus desde 1972. Ainda no José Menino, a grande notícia deste mês é a reinauguração do orquidário, ampliado em 10% de sua área. “Foi criada a trilha do mel, que passa por seis colmeias de abelhas que não picam, e há agora mais 3 mil orquídeas”, conta marcelo Fachada, secretário de Turismo de Santos.

Ao longo dos 7 quilômetros de orla, não se veem águas no tom verde-Maragogi, mas o jardim que contorna a praia é considerado pelo Guinness Book o maior de orla do mundo. Com 2 mil árvores e 100 espécies de flores, ele encampa o aquário, na Ponta da Praia, que está sendo reformado, além de 7 dos 30 quilômetros de ciclovias de Santos, que é bem plana, mas só tem duas locadoras de bicicletas: Beach Bike e Bike Brall, ambas no Embaré. Não íamos falar de futebol, mas, que diabos, o Santos celebra neste ano seu centenário e, com isso, modernizou seu memorial, na Vila Belmiro (que não tem a ver com o do Pelé, no Valongo). Entre as novidades, Neymar, o maior artilheiro do time desde os tempos de Pelé, ganhou espaço próprio.

Vem por aí:

• O Museu Pelé, que deve ser inaugurado em dezembro, terá grande acervo de fotos, filmes, troféus, documentos e objetos pessoais, além de uma escultura do Rei feita por Oscar Niemeyer.

• O trem turístico que promovia um passeio pela Serra do Mar entre Santos e São Paulo também promete ser, finalmente, reativado. Mas a previsão é que isso ocorra somente em 2014.

• Em 2016 haverá um túnel para ligar, por baixo d’água, o bairro do Macuco a Vicente de Carvalho, no Guarujá.

 

Santos (DDD 13)

FICAR

Boas-novas são o confortável Atlântico Golden (Rua Jorge Tibiriçá, 40, Gonzaga, atlanticogolden.com.br; diárias desde R$ 281; Cc: A, D, M, V) e, no Boqueirão, a dupla Ibis (Avenida Vicente de Carvalho, 50, 2127-1660; diárias desde R$ 179; Cc: A, D, M, V) Mercure (Avenida Washington Luís, 565,mercure.com; diárias desde R$ 240; Cc: A, D, M, V).

COMER

No Boqueirão, próximo aos hotéis Accor, um trio faz a diferença: famoso pelo chope, o Heinz (Rua Lincoln Feliciano, 118, 3286-1875; Cc: A, D, M, V) tem comida alemã; a Enoteca Decanter (Rua Mato Grosso, 290, 2104-7555; Cc: A, D, M, V) faz o papel de restaurante, empório e bar; e o Guaiaó (Rua Dom Lara, 65,guaiao.com.br; Cc: A, D, M, V) conta com um requintado cardápio do mar. No Centro, o Bodegaia (Rua XV de Novembro, 26, 3219-2024; Cc: A, D, M, V) serve porções na telha. Para um programa a dois, invista no italiano Da Sorata (Rua Luís de Faria, 116, Gonzaga, 3288-3309; Cc: A, D, M, V). Já o Australiano(Avenida Bartolomeu de Gusmão, 23, Embaré, 3345-6318; Cc: A, D, M, V) é um pub com cervejas do mundo todo.

PASSEAR

Não perca o estilo colonial barroco do Santuário Santo Antônio (Largo Marquês de Monte Alegre, 13, Valongo). No Centro, visite o lendário prédio da Bolsa do Café (Rua XV de Novembro, 95, 3219-5585; 3ª/sáb 9h/16h15, dom 10h/16h15; R$ 5), que abriga o museu, e passeie de bonde (Praça Mauá; 3ª/dom 11h/17h; R$ 5) ou de bondinho funicular (Praça Correia de Melo, 33, 3221-5665; R$ 21). De lá, vá àPraia do José Menino, onde estão o Parque do Emissário Submarino (Avenida Presidente Wilson) e oMuseu do Surfe. O complexo é vizinho ao novo Orquidário (Praça Washington, 3237-6970; 3ª/dom 8h/18h; preço não divulgado antes da reabertura, agora em junho). No Embaré estão as duas locadoras de bikes de Santos, que não são da prefeitura: a Bike Brall (Rua Oswaldo Cochrane, 30, 3271-4152) e aBeach Bike (Avenida Bartolomeu de Gusmão, 51, 3272-1608). Na mesma via, só que na Ponta da Praia, está o Aquário (3236-9996; 3ª/6ª 9h/18h, sáb/dom 9h/20h; R$ 5). A atração, que tem até tanque exclusivo para tubarões-lixa, costuma lotar quando chove. Curte futebol? Faça uma visita monitorada ao Memorial de Conquistas do Santos e pise no gramado da Vila Belmiro (Rua Princesa Isabel, 77, 3225-7989; 3ª/dom 9h/18h; R$ 10).

AGITAR

O Centro está mais agitado com a Naypp (Rua São Francisco, 19, 3221-4590; Cc: V) e o Antonina Bar(Rua XV de Novembro, 49, 3219-4585; Cc: D, M, V), sem falar na Bikkini Barista (Rua XV de Novembro, 94/96, 3219-3116; Cc: A, D, M, V). O Moby Club (Avenida Vicente de Carvalho, 30, Gonzaga,moby.com.br; Cc: D, M, V) tem tecno, pop, rock e reggae.

 

Revista Viagem e Turismo


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Museu do Café passa a ficar aberto à noite

O Museu do Café, no centro histórico de Santos, abriu uma programação de visitas noturnas. São duas datas por mês, nas quais as pessoas interessadas poderão passear por lá até as 21h. A primeira visita ocorreu em 9 de fevereiro. A próxima será no dia 23 deste mês, logo após o Carnaval.
As outras visitas vão ocorrer em 8 e 22 de março, 19 e 26 de abril, 10 e 24 de maio, 14 e 28 de junho, 12 e 26 de julho, 16 e 30 de agosto, 13 e 27 de setembro, 11 e 25 de outubro, 8 e 22 de novembro, 6 e 13 de dezembro.Além do acervo do museu, a atividade contempla um análise arquitetônica do edifício iluminado. O tour é monitorado e dura cerca de uma hora.

Grupo interessados devem fazer agendamento por telefone.

O prédio hoje ocupado pelo museu foi inaugurado em 1922 e por lá eram controladas as operações do mercado cafeeiro. Ainda é possível visitar as salas onde eram feitas as transações.

A construção também revela o quanto o produto era valorizado na época. O edifício possui cúpulas de cobre, esculturas, vitrais, mosaicos de mármore e colunatas de granito. No topo da torre de 40 metros também há um grande relógio.

Museu do Café

Rua. 15 de Novembro, 95, Santos, tel. (13) 3213-1750. Ingresso: R$ 5.

 

 

Folha de São Paulo

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Museu do Café homenageia Semana de 1922

Mostra pode ser visitada gratuitamente entre 13 e 27 de fevereiro no espaço da Cafeteria do Museu

No dia 13 de fevereiro, o Museu do Café, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, abre ao público a
exposição temporária “Paulo Prado, a oligarquia cafeeira na Semana de Arte Moderna”, que celebra os 90 anos
do evento que se tornou um marco para o desenvolvimento literário e artístico nacional. A mostra, localizada no
espaço da Cafeteria do Museu, pode ser visitada gratuitamente até o dia 27.

A exposição é formada por três painéis que contextualizam o surgimento do embrião da ideia, sua importância
para o panorama artístico brasileiro, mas, principalmente, o papel fundamental daqueles que financiaram e
viabilizaram a realização da Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo, um evento audacioso e dispendioso.

Nesse cenário, entre outros incentivadores e patrocinadores, destaca-se Paulo Prado, homem de negócios,
cafeicultor e conhecedor das ideias mais atuais da época a quem coube o papel de líder do comitê responsável
pelas despesas, atraindo o patrocínio da alta elite paulistana. Sua atuação fez com que Prado ficasse marcado
como o grande promotor da Semana de 1922.

“O movimento de artistas e escritores contou com a solidariedade de alguns poucos homens. Entre eles, Paulo
Prado foi o principal incentivador e articulador. Hoje celebramos noventa anos de um evento que ocorreu graças
às forças de uma elite intelectual e artística em busca de modernidade e aos esforços de uma elite financeira e
cafeicultora, em uma época em que o café movia São Paulo e o Brasil”, explica Marcela Rezek, coordenadora
técnica do Museu do Café.

O Museu do Café fica à rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico de Santos. Seu horário estendido de
funcionamento, durante a temporada de verão, é de segunda-feira a sábado das 9h às 17h, e aos domingos entre 10h e 17h. Os ingressos para visitação custam R$ 5, estudantes e pessoas com mais de 60 anos pagam meia entrada. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda-feira a sábado das 8h às 18h, e aos domingos entre 10h e 18h.

Mais informações estão disponíveis no endereço http://www.museudocafe.org.br.

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Oficina de contadores de histórias no Museu do Café

Manter viva a tradição milenar de contar histórias. Esse é o principal objetivo do Museu do Café e da Associação Eduardo Furkini com a oficina “Histórias para mudar o mundo”, que oferecerá 20 vagas gratuitas para pessoas interessadas em apreender a arte da “contação” de histórias. As aulas serão realizadas entre 12 de fevereiro e 10 de março, das 15h às 18h, no Museu do Café, instituição da Secretaria de Estado da Cultura. Os interessados devem se inscrever pessoalmente no endereço: Av. Rangel Pestana, 318, em Santos.

A oficina será realizada em cinco módulos, sempre aos finais de semana. A cada encontro serão trabalhados assuntos como a importância de contar histórias nos dias de hoje, a tradição oral, o poder da fala e do corpo, técnicas de dramatização, relação palco e plateia, além de exercícios e apresentações individuais e em grupo.

De acordo com Alexandre Camilo, presidente da Associação Eduardo Furkini e coordenador da oficina, a atividade irá proporcionar conhecimentos e técnicas básicas utilizadas pelos contadores de histórias. “Toda a metodologia das aulas é baseada na sensibilização dos participantes e nos exercícios que serão executados para aprimorar a fala e a expressão corporal”, explica Camilo, que é formado em Artes Cênicas, pós-graduado em Teatro Brasileiro, com especialização em teatro aplicado à educação.

Para obter o certificado de conclusão, o participante deve comparecer ao mínimo de 80% das aulas e fazer três apresentações gratuitas em entidades parceiras da Associação Eduardo Furkini. “Além de colocar em prática o conteúdo aprendido na oficina, a contrapartida visa estimular o voluntariado e a atuação do contador de histórias enquanto multiplicador de ações transformadoras por meio de uma ferramenta capaz de sensibilizar crianças, jovens e adultos”, resume Camilo.

Palestra

Os interessados em obter mais informações sobre “contação de histórias”, o conteúdo da oficina e as dinâmicas que serão utilizadas, podem participar da palestra “A arte de contar histórias”. A atividade será realizada no dia 04 de fevereiro, às 16h30, na Pinacoteca Benedicto Calixto, com entrada é franca.

O Museu do Café fica à rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico de Santos. Seu horário estendido de funcionamento, durante a temporada de verão, é de segunda-feira a sábado das 9h às 17, e aos domingos entre 10h e 17h. Os ingressos para visitação custam R$ 5, estudantes e pessoas com mais de 60 anos pagam meia-entrada. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado das 8h às 18h, e aos domingos entre 10h e 18h. Outras informações estão disponíveis no endereço http://www.museudocafe.org.br.

Serviço:

Oficina “Histórias para mudar o mundo”
Datas: 12, 25 e 26/02, 03 e 10/03
Horário: 15h às 18h
Local: Museu do Café
Endereço: Rua XV de Novembro, 95, Centro Histórico, Santos/SP
Preço: Grátis
Inscrições: Av. Rangel Pestana, 318, Jabaquara, Santos/SP

Palestra “A arte de contar histórias”
Data: 04/02
Horário: 16h30
Local: Pinacoteca Benedicto Calixto
Endereço: Av. Bartolomeu de Gusmão, 15, Boqueirão, Santos/SP
Preço: Grátis

 

 

Jornal da Orla

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Visita Noturna no Museu do Café

Hoje dia 31 de janeiro o Museu do Café abriu às 19:00 horas para sua primeira visita noturna. O grupo formado por profissionais do turismo pôde apreciar o acervo do museu de uma forma diferenciada, com as luzes apagadas (o que realçava a beleza do prédio) e com monitores caracterizados de personagens da época (corretor da bolsa, maquinista da São Paulo Railway, italiana, francesa e até Benedito Calixto).

Museu do Café
Rua XV de Novembro nº 95, Centro
Telefone: (13) 3213-1750

Horários:
Segunda a Sábado
das 09h às 17h

Domingo
das 10h às 17h

Ingressos:
Inteira: R$ 5,00
Meia: R$ 2,50

O museu estará aberto para visitação noturna nos dias 9 e 23 de fevereiro, 8 e 22 de março, 19 e 26 de abril, 10 e 24 de maio, 14 e 28 de junho, 12 e 26 de julho, 16 e 30 de agosto, 13 e 27 de setembro, 11 e 25 de outubro, 08 e 22 de novembro, 06 e 13 de dezembro, sempre até as 21h.

A cafeteria também estará aberta.

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Bolsa Oficial de Café: sabores e história em Santos

Instalado no antigo edifício da Bolsa Oficial de Café, o museu recebeu a visita de 201.045 pessoas durante o ano passado.

Um dos destaques é o Salão de Pregão, onde eram realizadas as negociações da cotação do café até a década de 50.

No salão anexo, as três telas do pintor Benedicto Calixto mostram um pouco das fases do café e da história do Estado de São Paulo, assim como o vitral sobre o Salão de Pregão. A trajetória do café é ilustrada através de equipamentos de plantio e produção da época em que tudo era feito de maneira artesanal.

O início da comercialização do grão é descrita através dos equipamentos de secagem, moagem e pesagem. Todos ainda de forma artesanal, o que mostra a evolução do processo até os dias de hoje.

Créditos: Davi Ribeiro

Salão do Pregão, já foi palco de importantes negociações na década de 50.

 


Documentações

O Museu do Café reserva um espaço para quem quer pesquisar um pouco mais da história do produto através de livros, publicações ou pela internet.

Para isto, conta com um espaço reservado para esses levantamentos. Segundo a coordenadora técnica da Bolsa do Café, Marcela Rezek, pelo Centro de Informação e Documentação pode-se constatar o aumento do número de visitas.

“Aqui são deixados recados contando o que o café faz lembrar. E vemos uma grande quantidade de bilhetes escritos em outros idiomas, como espanhol e até japonês”, explica.

As mostras temporárias do segundo piso também são boas opções de conhecimento da história da Cidade e do País.
Com o nome Café Porto Cidade, a exposição destaca a participação do produto na expansão das atividades do Porto de Santos e também da Cidade.

As ferrovias tiveram um destaque especial nesta evolução, principalmente por conta do desenvolvimento que trouxe às cidades que produziam o grão e o enviavam ao Porto de Santos para a exportação.

Influência italiana

Uma imagem do porto de Genova abre a exposição Itália – café – Brasil: Qui si beve Caffè, que mostra um pouco da tradição italiana na degustação do produto.

Genova foi a principal porta de saída durante o período mais intenso da imigração italiana ao Brasil. Entre 1875 e 1901, mais de 1,5 milhão de italianos desembarcaram em terras brasileiras para trabalhar, principalmente, nas lavouras de café.

A trajetória mostra o enriquecimento das famílias que cultivavam o produto e até as tradições das máquinas italianas e cafeteiras expresso. As técnicas usadas para a classificação, torrefação e comercialização dos grãos também são destaques desta exposição, que revela ainda receitas como o autêntico cappuccino italiano e um prato de carne ao molho de café.

O Museu do Café fica na Rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico de Santos. Seu horário de funcionamento, durante a temporada de verão, é de segunda-feira a sábado, das 9 às 17 horas, e aos domingos entre 10 e 17 horas.

Os ingressos para visitação custam R$ 5,00. Estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia entrada. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado, das 8 às 18 horas, e aos domingos entre 10 e 18 horas. Outras informações estão disponíveis no endereço eletrônico da Bolsa Oficial de Café, no site www.museudocafe.org.br.

 

A Tribuna

 

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Mês da Consciência Negra – Museu do Café

Bolsa do Café comemora 89 anos com catraca livre e atividades educativas


Hoje dia 7, o edifício da Bolsa Oficial de Café completa 89 anos. Para celebrar a data e lembrar a importância do prédio no período áureo da cafeicultura no Brasil, a equipe de ação educativa do Museu do Café (Rua XV de Novembro, 95) preparou programação especial com visita monitorada, jogos e desafios culturais para toda a família. As atividades serão realizadas entre 9 e 17 horas, todas com entrada franca.
O principal destaque do dia é a visita especial para famílias. Para este público a programação, além de visita monitorada, inclui jogos como quebra-cabeças, quiz, caça-detalhes, desafios de mímica e desenho, com a distribuição de brindes aos participantes. O objetivo da ação é promover a integração entre crianças e adultos, lançando mão de atividades lúdicas para reforçar os conhecimentos obtidos durante a visita. As atividades especiais para famílias acontecem às 10h, 12h, 14h e 16h e não necessitam de agendamento prévio.
Quem for ao Museu do Café amanhã 97) poderá conhecer a exposição de longa duração A trajetória do Café no Brasil. O passeio pela história começa com a chegada das primeiras mudas da planta ao País e passa pela profissionalização das plantações, ferrmanentas e da mão de obra. Fotografias, maquetes e painéis ajudam a contextualizar a riqueza trazida pelo café e o desenvolvimento impulsionado pela cafeicultura, como a expansão da malha ferroviária no Estado de São Paulo, por exemplo.
Outro destaque é a influência dos negócios do café no crescimento econômico da cidade de Santos, especialmente por meio do porto. Principal porta de entrada para os trabalhadores imigrantes e de escoamento da produção cafeeira, entre painéis e retratos históricos é possível acompanhar o desenvolvimento daquele que se consolidou como o maior porto da América Latina.
Outra opção é a recém inaugurada mostra temporária Qui si beve caffè. A exposição, em homenagem ao Momento Itália-Brasil, apresenta a influência italiana no Brasil sob o ponto de vista de uma paixão comum aos dois países: o café. A viagem no tempo começa com uma imagem do porto de Genova, principal porta de saída durante o período mais intenso da imigração italiana ao Brasil. Entre 1875 e 1901, mais de 1,5 milhão de italianos desembarcaram em terras brasileiras para trabalhar, principalmente, nas lavouras de café. A mostra, por meio de objetos e imagens, apresenta o panorama da situação econômica da Itália à época e a forte demanda por mão de obra nos cafezais do Brasil.
A exposição também se dedica a retratar a trajetória do hábito de consumo de café no Brasil. Utilizando objetos de várias épocas, a mostra passeia pelas transformações do tradicional cafezinho ao longo dos anos, contemplando ainda a revolução dos filtros de papel, o café solúvel, as cafeteiras italianas, até chegar às modernas máquinas de espresso caseiras. A relação entre os dois países tendo o café como fio condutor evolui até o panorama de suas sólidas relações na esfera comercial, com destaque para a grande representatividade do grão brasileiro no mercado italiano. Em 2010, o país europeu foi o terceiro principal destino da exportação nacional, com 2,78 milhões de sacas de 60 kg. Como um contraponto ao porto de Genova, de onde partiram primeiros imigrantes rumo ao Brasil, o fim da viagem se dá no porto de Trieste, a principal porta de entrada do grão brasileiro na Itália.
O horário de funcionamento é de segunda-feira a sábado das 9h às 17h, e aos domingos entre 10h e 17h. Nos dias de visitação normal os ingressos custam R$ 5, estudantes e pessoas com mais de 60 anos pagam meia-entrada. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado das 8h às 18h, e aos domingos entre 10h e 18h.

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