Casa do Trem Bélico recebe debates sobre consciência ambiental

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Este mês, Santos ganha uma iniciativa gratuita e diferenciada para discutir temas ambientais, sustentabilidade e cidadania. Denominado MarCafé – Espaço para Inovação Ambiental, o projeto tem como finalidade promover o diálogo entre empresas, estado e sociedade em torno da consciência ambiental, com encontros na Casa do Trem Bélico (rua Tiro 11, Centro), edificação militar histórica construída no século XVII.

Com cerimônia de inauguração aberta ao público, prevista para quinta-feira (13), o MarCafé reunirá empresas e profissionais que atuam junto aos ambientes marinhos da Baixada Santista e que dependem do mar e do estuário para exercer as atividades.

Serão realizados encontros quinzenais (doze ao todo) sobre temas como governança, inovação ambiental e serviços ambientais, entre outros. A ideia é, de forma conjunta, colaborar com a produção e ampliação dos conhecimentos da matéria ambiental.

O MarCafé, que em sua abertura terá apresentação do saxofonista Roberto Bendas, é uma iniciativa do Instituto Maramar, com a empresa de consultoria Deicmar Ambiental e a Prefeitura de Santos como correalizadoras. O evento conta com o apoio do Café Floresta, Restaurante Arroz Integral de Maria, Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados, Hotel Atlântico, Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo e IPHAN.

Para os encontros, que ocorrerão a partir do dia 20 de junho, os interessados deverão realizar a pré-inscrição pelo link www.deicmarambiental.com/faleconosco e aguardar confirmação. Mais informações pelo e-mail marcafe@marcafe.eco.br. As vagas são
limitadas.

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Fams comemora 17º aniversário em nova sede

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A inauguração da nova sede da Fams (Fundação Arquivo e Memória de Santos), na rua Amador Bueno, 22, Centro Histórico, marcará o 17º aniversário da entidade, comemorado no próximo sábado (dia 15).

A programação festiva, no entanto, tem início na segunda-feira (17), às 15h, com o anúncio das obras de acessibilidade no Outeiro de Santa Catarina, que abrigou a Fams até novembro. Segue na terça (18), às 18h, com a solenidade de entrega da sede, e termina na quarta (19), às 15h, com o lançamento do livro eletrônico ‘O Colégio Canadá nos Arquivos do Deops/SP’, do jornalista José Esteves Evagelidis.

O Outeiro (rua Visconde do Rio Branco, 48,) será transformado em centro cultural e de memória, após a reforma. Em função das obras, estão suspensos temporariamente os serviços prestados na Sala de Leitura e Biblioteca Catarina de Aguilar. O atendimento da biblioteca será somente virtual. O interessado deve acessar o site http://www.fundasantos.org.br preencher o formulário e enviá-lo para o e-mail biblioteca@fundasantos.org.br

Já o ponto de partida do projeto Roteiro Histórico foi transferido para a Casa do Trem Bélico (rua Tiro Onze, 11, Centro Histórico). O agendamento deve ser feito pelo telefone 3299-5471.

Novidades

Um auditório com capacidade para 120 lugares é a principal novidade da nova sede da Fams, no prédio onde funcionou a Associação Predial de Santos e a Biblioteca Municipal Alberto Sousa. A reforma incluiu recuperação da cobertura e da fachada, renovação das instalações elétrica e hidráulica e instalação de elevador.

Restauradora recebe homenagem póstuma na Casa do Trem Bélico

A prefeitura homenageia nesta quinta-feira (23), às 11h, a restauradora Maria Inah Rangel Monteiro (1954-2009), em evento na Casa do Trem Bélico. O principal espaço expositivo do local levará o nome da artista plástica que teve atuação relevante na recuperação do patrimônio artístico, histórico e arquitetônico de Santos.

Seu legado inclui a restauração das pinturas murais do imóvel onde funciona o Poupatempo; da Sala Princesa Isabel, na prefeitura, e dos nichos e relevos de bronze da Via Crucis, da escadaria do Monte Serrat. Além disso, coordenou a conservação e restauração do acervo de arte do Paço Municipal.

A especialidade em restauro de telas foi fundamental na recuperação de diversas pinturas do pintor Benedicto Calixto e de artistas como Guiomar Fagundes, Durval Pereira, Godoy, Garcez, de Cicco, Fiorentino entre outros.

Pouco antes da sua morte, Maria Inah lançou o livro ‘Esculturas Urbanas’, em conjunto com a jornalista Rosangela Menezes, além do fotógrafo Tadeu Nascimento e do designer David Cardoso. Na obra, um catálogo dos principais monumentos santistas, escreveu sobre a importância de valorizar nossa história. “Podemos viver sem as esculturas, mas sem elas não podemos recordar”.

O endereço é Rua Tiro Onze, 11 (entre as ruas Visconde do Rio Branco e Xavier da Silveira), no Centro Histórico. Informações: 3226-8000.

Casa do Trem Bélico exibe peças da Revolução de 32

A Casa do Trem Bélico, patrimônio cultural da cidade, estará aberta especialmente na segunda-feira (9) para registrar os 80 anos da Revolução Constitucionalista de 1932. Situado à Rua Tiro Onze, 9, Centro Histórico, o local reserva em uma sala exclusiva do piso superior, uma exposição com com cerca de 20 peças da época.

Entre os objetos há medalhas, diplomas, uniformes, capacetes, bandeiras, três tipos de granada, máscara de gás, armas e matraca (equipamento que imite o som de uma metralhadora em ação). A visitação é gratuita e pode ser feita das 11h às 17h. Habitualmente, o local funciona de terça a domingo, no mesmo horário.

Além da exposição, o espaço cultiva uma história que começou entre 1640 e 1656 (período da restauração da Independência de Portugal). Contudo, suas características atuais datam provavelmente de 1734. Atualmente, a Casa é sede do Circuito Turístico dos Fortes (parceria entre prefeitura e Unisantos) e palco para mostras com temas militares. Informações: 3299-5471.

Exposição mostra história do Brasil por meio do desenvolvimento das armas

Conhecer um pouco da história do Brasil do período Colonial à Era Vargas por meio da evolução das armas. Essa é a proposta da exposição Armamentos Históricos, que está aberta à visitação na Casa do Trem Bélico. São mais de 100 peças, algumas raridades, que podem ser visitadas gratuitamente.
O responsável pelo acervo é o professor Aldo João Alberto. Ele começou a colecionar armas ainda jovem, quando ganhou uma garrucha belga do seu tio-avô, que havia lhe garantido: aquela arma havia sido usada na Guerra do Paraguai. Mais tarde, Alberto descobrira que a informação não era verdadeira, mas que tinha conhecido um hobby que o seguiria pelo resto da vida.
Todos os exemplares estão desmontados (não atiram) e são originais. O trabalho de busca para reunir peças que não estão disponíveis em museus e nem em batalhões do Exército foi de fôlego e incluiu visitas a fazendas, antiquários e casas de ex-combatentes, além de contatos com outros colecionadores.
Além de armas também é possível encontrar medalhas e diversas outras peças relacionadas a combates. Foram equipamentos utilizados nas guerras dos Farrapos, do Paraguai, e de Canudos, até alguns materiais da Revolução de 1932.
A arma mais antiga é uma arma inglesa utilizada na guerra Napoleônica, nos anos 1800 que vieram para o Brasil com Dom João VI. É possível conhecer também exemplares históricos de mausers, wincesters, spencers americanas, comblains, garrunchas, entre outras.
Lá estão, também, a arma que deu “o último tiro” da Guerra do Paraguai e carabinas das escolas de aprendizes, locais onde crianças de 7 a 18 anos participavam de treinamento militar básico no início do século XX.
“Aqui é possível conhecer muito da história do crescimento do nosso País, com detalhes”, diz o professor Aldo, ressaltando: “A partir do momento que a arma entra aqui, ela perde o seu sentido de fabricação. Não cultuamos a violência e sim a história”.
Serviço:
Local: Casa do Trem Bélico
Endereço: Rua Tiro Onze, 11 – Centro Histórico – Santos
Funcionamento: terça a domingo, das 11 às 17 horas
Entrada gratuita
Realização: Instituto Histórico e Geográfico de Santos e Prefeitura Municipal
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Projeto de turismo histórico-cultural estreia em Santos

Desenvolver um programa de turismo histórico-cultural e apresentar o sistema defensivo colonial do Porto de Santos. Esta é a finalidade do projeto ‘Circuito dos Fortes – Vertente Colonial’, que estreia nesta quarta-feira (21), às 14h, com um grupo de 20 alunos da Secult (Secretaria de Cultura de Santos).

A iniciativa visa levar, uma vez por mês, estudantes das escolas públicas a um passeio pela história do Brasil. Guias de turismo e monitores culturais acompanharão o grupo, que poderá ver de perto marcos arquitetônicos da nossa história cívico-militar, instalados no Centro Histórico e na Ponta da Praia.

O roteiro terá início com uma visita a Casa do Trem Bélico e caminhada pelo Centro da Cidade até a Alfândega. De lá, será feito um percurso marítimo pelo Porto de Santos, com desembarque na Fortaleza de Santo Amaro, onde os alunos conhecerão as curiosidades e fatos do local.

Realização: prefeitura de Santos. Apoios: Unisantos; Sociedade Visconde de São Leopoldo; Fundação Cultural do Exército Brasileiro; Sabor a Bordo; Central de Fretes – Transportes e Turismo; Fabiana – Transportes Marítimos e Agência Costeira.

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Pesquisadores do Brasil e exterior visitam Casa do Trem Bélico

Cerca de 20 estudiosos, mantenedores e gestores de fortes e fortalezas, de vários estados e de países como Holanda, Bélgica, Portugal e Uruguai, fazem nesta quarta (30), às 15h30, visita técnica à Casa do Trem Bélico. O encontro é parte da programação do ‘7º Seminário de Cidades Fortificadas’ e do ‘2º Encontro Técnico de Gestores de Fortificações’, que acontecem até quinta (1º) no Sesc Bertioga.

Coordenada pelo professor Elcio Rogério Secomandi, a visitação vai mostrar a Casa do Trem como exemplo de administração pública e de funcionalidade de edifícios com perfil bélico e militar. A unidade abriga atualmente a exposição ‘Armamentos históricos’, composta de peças do colecionador Aldo João Alberto.

Após a parada no Centro Histórico, o grupo segue de barco até a Fortaleza da Barra. O seminário tem o objetivo de expor as formas de gerir esses espaços, além de buscar soluções criativas através do intercâmbio de informações entre profissionais e pesquisadores do setor. Apoio: prefeitura. Informações: www.cidadesfortificadas.ufsc.br.

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História contada pelas armas

História contada pelas armas
Armas usadas no período colonial até a guerra do Paraguai, passando pelos grandes conflitos que abalaram a República. Pistola, escopeta, revólver, carabina e espada são algumas peças que ilustram a exposição “Armamentos Antigos”, realizada na Casa do Trem Bélico, no Centro Histórico.A mostra destaca um verdadeiro arsenal bélico, com peças de vários tamanhos e estilos, que foram utilizadas pelo exército brasileiro em confrontos históricos. Quem visitar a exposição poderá encontrar algumas relíquias, como a “Clavina Spencer”, que ganhou notoriedade na Guerra do Paraguai, sendo a protagonista do último tiro do confronto que matou o marechal Solano Lopes, comandante das tropas paraguaias.Com uma tecnologia avançada, a Clavina era uma arma considerada “revolucionária”, no final do século 19, que utilizava cartucho metálico e permitia a repetição dos disparos.Foi a primeira arma de retrocarga que surgiu no continente, o que permitia ao soldado recarregar a munição enquanto estava deitado. Um simples detalhe, que era decisivo na linha de combate. Todas as armas de recarregar pela boca exigiam postura ereta para isso, tornando o atirador um alvo fácil do inimigo.A mostra é composta por peças da coleção do professor Aldo João Alberto, professor de engenharia, membro do Instituto Histórico e Geográfico e apaixonado pela história militar do País.

Além das armas de fogo, a exposição reúne diversos acessórios utilizados pelas Forças Armadas Brasileiras, como coldre, capacete de aço, explosivos, diplomas, medalhas, além de imagens de fardas de diferentes períodos da história do Brasil.

“Cada peça revela detalhes importantes da história do país, desde as guerras históricas até a evolução do armamento utilizado pelo exército brasileiro”, destaca o professor.  “Infelizmente a história militar é desprezada por muitos pesquisadores, em pinturas antigas e até mesmo nos filmes nacionais que retratam o passado”.

Para o professor esse acervo vai incentivar a produção de pesquisas, por estudantes, historiadores, jornalistas e autoridades que necessitam de um conhecimento mais profundo sobre a história das armas.

No lançamento da exposição, que aconteceu na quinta-feira (21), o prefeito João Paulo Tavares Papa destacou a exposição é mais um passo no processo de revitalização do Centro Histórico, com a valorização dos equipamentos culturais.

“O Centro Histórico se consolidou como um espaço de preservação e valorização da história do Brasil. Com essa exposição, vamos incentivar o trabalho de pesquisa feito nas escolas e também por pesquisadores. Além disso, a Casa do Trem Bélico ganha mais um atrativo para impulsionar o turismo na Cidade”.

Já o secretário de Cultura, Carlos Pinto, salientou o trabalho de restauração na Casa do Trem Bélico, permitindo a valorização do patrimônio histórico. “A Casa foi recuperada e hoje abriga um acervo valioso da história do País”, disse.

“Agora, com a exposição de armas antigas, a Casa vai se tornar um polo de atração turística e visitação no município. Tudo isso integra um projeto mais amplo de valorização da cultura no Centro Histórico: foi assim no Teatro Coliseu, no Teatro Guarany, na Casa do Trem Bélico e, futuramente, no Museu Pelé”.

Para menores de idade

Você sabia que, na época do Império, as crianças também aprendiam a manusear as armas de fogo? Naquela época, foram criadas diversas escolas no âmbito das Forças Armadas, para treinamento de crianças e adolescentes, dos 7 aos 18 anos. Só que os pequeninos não tinham condições de manusear a granadeira dos fuzileiros, era necessário dar-lhe uma arma de menor peso.

Assim foi criada a carabina “de menor”, com um formato reduzido, que servia de preparação para o serviço militar. Essa é apenas uma das curiosidades que o visitante pode encontrar na exposição de armas antigas.

Equipamento

Assim como as peças expostas, o local tem uma antiga história, que começou entre 1640 e 1656 (período da restauração da independência de Portugal). Porém, suas características atuais datam provavelmente de 1734. Devolvido à Cidade em 2009, o espaço é a sede do Circuito Turístico dos Fortes (em parceria com a UniSantos) e também abriga mostras de temas bélicos. A exposição é permanente e pode ser vista de terça a domingo, das 11h às 17h. O endereço é Rua Tiro 11 (Centro Histórico). Grátis.
Felipe Pupo / Fotos: Isabel Carvalhaes
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Fique por dentro dos fortes da Região

O sistema construído para defender a Bacia do Porto de Santos pode ser visitado e explorado através de seu rico acervo de fortificações. O Forte São João representa a época das capitanias hereditárias. Já o tempo de domínio espanhol, pode ser entendido em uma visita até a Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande. O período pombalino está presente na construção do Forte São Luiz.

Os ciclos econômicos do Brasil antigo também podem ser conhecidos nas ampliações feitas nos Fortes Vera Cruz do Itapema e Santo Amaro, que se deu no ciclo do ouro até o progresso gerado pelo ciclo do café que modernizou todas as fortificações e criou a Fortaleza de Itaipu e o Forte dos Andradas. A união de todas essas construções, junto do Forte Augusto e Forte Nossa Senhora do Montserrat formam o Circuito Turístico dos Fortes que pode ser conhecido a partir de uma viagem até Santos, a 230 quilômetros de São Paulo.

 

1 – FORTALEZA DE ITAIPU

Fica em Praia Grande e foi construída em 1895 pelo então presidente Campos Salles, com o objetivo de atualizar o sistema de defesa do porto de Santos. É aberta ao público somente durante a temporada de verão, nos fins de semana e feriados. Além do forte, o turista pode visitar uma área de 2 milhões de metros quadrados de Mata Atlântica
Informações: (0/xx/13) 3473-2511

2 – CASA DO TREM BÉLICO
Bem no centro de Santos, é uma das fortificações que não proporcionam visitação interna. Foi erguida no século 16, durante o reinado de dom João 6º. Foi tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional em 1940, por ser a única construção colonial-militar brasileira que mantém suas características originais
Informações: (0/xx/13) 3221-1385

3 – FORTE AUGUSTO
Este forte é chamado por mais três nomes: Forte da Estacada, da Trincheira e do Castro. Fica na embocadura sul do estuário de Santos. É aberto à visitação interna de quarta a domingo. Recomenda-se decoro ao turista: é proibido entrar com alimentos, animais, descalço ou sem camisa
Informações: (0/xx/13) 3261-5260

4 – FORTALEZA DE SANTO AMARO DA BARRA GRANDE
Em 1584, por ordem do Rei Felipe II da Espanha, a Fortaleza de Santo Amaro foi construída bem próxima ao porto de Santos com a intenção de resguardar as frotas náuticas que lá circulavam. Em 1905, a Fortaleza perdeu seu valor estratégico, sendo substituída pela Fortaleza de Itaipu, situada no contraforte sul da baía de Santos. Em 1967 foi entregue ao IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional; mais tarde, sua administração ficou por conta de uma universidade particular da cidade que, juntamente com a prefeitura, a transformaram em palco de vários eventos culturais, sociais e artísticos. A Fortaleza de Sant Amaro foi o único monumento histórico do litoral paulista a merecer um selo postal dos Correios, em 1999, devido à sua beleza arquitetônica.Esta fortaleza tem quase a idade do Brasil. Restaurada, teve sua antiga casa de pólvora transformada em uma capela, em cujo interior fica o painel “Vento Vermelho”, última obra do artista plástico Manabu Mabe. As vistas devem ser agendadas com a Universidade Católica de Santos
Informações: (0/xx/13) 3228-1240

 


5- FORTE DOS ANDRADAS
Projetado pelo tenente-coronel de engenharia João Luiz Monteiro de Barros, em 1934, o forte dos Andradas foi inaugurado em 10 de novembro do mesmo ano e é, ainda hoje, a principal cidadela de defesa da entrada da baía de Santos, ao sul da Ilha de Santo Amaro.

Sua via de acesso proporciona a contemplação de belos exemplares da rica botânica pertencente à Mata Atlântica. Além disso, o visitante se depara com um túnel cavado na rocha de aproximadamente 400 m de extensão, no qual encontram-se as antigas câmaras de tiro e os elevadores destinados ao transporte da munição.

O passeio pode ser feito durante os finais de semana e feriados não chuvosos. O horário de visitação é das 10h às 17h. O transporte até lá é feito por uma van, com saídas a cada 40 minutos e guia cedidos pelo forte. Para tanto, o visitante deve pagar uma taxa de R$ 3 por pessoa. Crianças de colo não pagam pela visita.

6- FORTALEZA DE ITAPEMA
Não se sabe a data certa de construção deste forte, mas supõe-se que ele tenha sido erigido no final do século 16. Hoje em dia, ele serve à alfândega de Santos e está disponível apenas para contemplação
Informações: (0/xx/13) 3352-1222

7- FORTE SÃO LUIZ
Localiza-se na Ponta da Baleia, no Guarujá, em uma encosta pedregosa e íngreme que sempre impediu a tomada do forte por inimigos. Substituiu o Forte São Felipe na defesa da entrada do canal de Bertioga. Foi reformado em 1798 e também está fechado à visitação pública
Não há telefone para informações

8- FORTE SÃO JOÃO
Em 1532, Diogo Braga, sua esposa, índia, e seus cinco filhos, mamelucos, juntaram-se aos índios tupiniquins na construção desta fortificação, que é a mais antiga do Brasil, na embocadura do canal de Bertioga. Foi dali que Estácio de Sá partiu para expulsar os franceses e fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, atual capital fluminense. Abre diariamente das 9h às 17h. As visitas devem ser agendadas
Informações: (0/xx/13) 3317-4128

 

Folha de São Paulo e Brasil Viagem