Veja programação especial de Natal nas igrejas

A Diocese de Santos divulgou nesta sexta-feira a programação especial do mês de Natal nas igrejas de Santos. Confira:

Catedral – 15/12- 18h- Missa pelo aniversário natalício do padre José Paulo na Igreja S. Bakhita.
23/12 – 16h- Missa no Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat em ação de graças pelo encerramento das obras de restauração do Santuário, presidida pelo bispo diocesano dom Jacyr Francisco Braido.
28/12 – 19h- Missa Solene pelos 23 anos de sacerdócio do padre José Paulo.

Coração de Maria – 9/12 a 06/01 – Sempre às 20 horas – Apresentações natalinas
N. Sra da Assunção – 20/12- 19h- Encerramento da novena de Natal. 20 grupos da Capelinha de N. Senhora entregarão alimento às famílias carentes.

Santa Edwiges – (Canal 3) – 10 a 20/12 (exceto finais de semana)- 20h- Novena de Natal.

Santa Cruz – 19/12- 18h30- Confissões Comunitárias. 30/12- 18h30- Festa da Sagrada Família.

São Judas Tadeu – 14 a 22/12- 20h- Novena de Natal. *Dia 16/12- 19h – Novena. 22/12- 20h- Concerto de Natal com a Banda do 6º BPM. 23/12- 19h – Encenação da Anunciação.

Basílica do Embaré – 23/12- 19h- Apresentação da Orquestra Sinfônica de Heliópolis e Coral da Gente. Espetáculo de luzes na fachada da basílica.
18 a 21/12- 8h às 12h e 14h às 17h – Confissões. 22/12- 8h às 12h- Confissões.

Sagrado Coração de Jesus – 5 a 19/12 (exceto finais de semana e segunda-feira)- 15h e 20h – Novena de Natal.
15 e 16/12- Em todas as missas haverá a Coleta Nacional para a Evangelização e apresentação do Coral Líricus da Unisantos.
17/12- 20h-  Celebração Penitencial do Advento.
26/12- 20h -Vigília Festiva de passagem do ano.

Senhor dos Passos – 15/12- 20h- Encontro de corais.

São João Batista/Nova Cintra – 15 a 23/12 – 19h às 23h – Semana Natalina: Novena, exposição de presépios, venda de artesanatos, apresentação de coral, presença do Papai Noel e o restaurante estará funcionando.

N. Sra dos Navegantes – 4 a 19/12 – 19h – Novena de Natal. 19/12- 19h – Missa

N. Sra Aparecida – 15 a 23/12- 19h – Novena de Natal feita nas casas os paroquianos.
1/12 a 7/01 – Exposição de presépios. Finais de semana – Feira de artesanato.

Convento N. Sra do Carmo – Centro de Santos – 15 a 23/12- Novena de Natal em todas as missas. Horário das missas: Segunda a Sexta: 7h30; 12h30; 18h. Sábado- 17h. Domingo – 8h; 11h; 18h.

Rosário da Pompeia – 18 – 20h – Apresentação da Orquestra Jovem da Pompéia.

 

A Tribuna

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Curiosidade: O que distingue igrejas, catedrais e basílicas?

Leonardo José Rocha, leitor da revista Veja , fez a seguinte pergunta ao colunista Sergio Rodrigues:

Qual a diferença entre basílica, igreja, catedral e semelhantes?

Das palavras mencionadas por Leonardo, basílica é a mais antiga. Segundo o dicionarista José Pedro Machado, seu primeiro registro data de 870 como (baselica), o que nos lança no limiar da pré-história da língua. Sua origem é o termo basilica, que o latim tinha ido buscar no grego basiliké e que designava a princípio um grande edifício público em que se misturavam serviços como tribunais e comércio. Mais tarde os cristãos usaram esses locais para se reunir. As primeiras igrejas erguidas por eles herdaram o nome.

igrejaIgreja Nossa Senhora do Rosário

Igreja, termo do século 13, teve percurso etimológico semelhante: partiu da matriz grega ekklesíae fez escala no latim ecclesia – palavra que se dá a ver mais claramente no adjetivo eclesiástico, por exemplo. O significado original era amplo – “assembleia, reunião pública, ajuntamento” – e mais tarde tornou-se restrito como “ajuntamento de cristãos para a celebração do culto”. A acepção de local onde se dava essa reunião veio por metonímia.

catedral de santosCatedral de Santos

Catedral é a palavra mais recente das três, datada de 1344. Nasceu no latim medieval como forma reduzida de ecclesia cathedralis, isto é, igreja onde tinha assento (cadeira, cathedra) o bispo.

Quanto aos sentidos modernos dessas palavras, igreja é o termo genérico: catedrais e basílicas também são igrejas, embora nem toda igreja possa ser chamada de catedral ou basílica. O que as distingue é a hierarquia eclesiástica.

Catedral é a principal igreja de uma diocese, onde se encontra o trono episcopal. Ou seja: para haver catedral, é preciso haver um bispo associado a ela.

basilica santo antonio embareBasílica Santo Antônio do Embaré

A basílica é mais importante ainda. Segundo o Houaiss, trata-se de uma “igreja católica que goza, conforme o direito canônico, de certos privilégios: dispor de altar reservado ao papa, ao cardeal ou ao patriarca, e não estar submetida à jurisdição eclesiástica local, o que lhe confere status internacional”.

Revista Veja

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Visita cultural às igrejas se consolida como opção turística

Um total de 1.408 turistas participaram do programa Visita Cultural às Igrejas durante as férias de julho, segundo a Setur (Secretaria de Turismo). Esse número é 2% maior ante igual período de 2010, quando cinco templos receberam 1.380 visitantes. A Igreja do Rosário, também incluída no programa, está sendo restaurada.

De acordo com Cláudia Torres, coordenadora do programa junto à Setur, trata-se de crescimento gradual, mas consistente, que reafirma a importância de capacitações constantes com os dez idosos responsáveis pelo atendimento nos equipamentos religiosos. “As igrejas estão sendo vistas como um local de interesse histórico e cultural”. O Vovô Sabe Tudo é operacionalizado pela Seas (Secretaria de Assistência Social).

Segundo Cláudia Torres, cada vez mais turistas desembarcam dos bondes para visitar as igrejas e se encarregam de fazer a divulgação, pois há quem logo se dirija aos vovôs em busca de informações. “Isso deve-se ao interesse dos próprios idosos em aprimorar seu trabalho. Muitos recorrem a livros para ampliar os conhecimentos e até aprenderam a navegar pela internet só para fazer pesquisas”.

Neide Miguel, por exemplo, não sabia sequer ligar o computador, mas aos 64 anos aprendeu a lidar com o mundo virtual para pesquisar passagens da Bíblia e a vida de santos, arquitetura das igrejas e curiosidades. Tudo para não fazer feio como monitora da Catedral. “Pesquisei muito, falei com padres, conheci a história de Josefina Bakhita e conversei com devotos”.

Semana Santa será lembrada com programação na Catedral

A Catedral (Praça José Bonifácio, Centro Histórico) preparou programação especial até domingo (8) para comemorar a Semana Santa. Nesta quinta (5) haverá missas de Crisma, às 9h e Ceia do Senhor, às 20h. Sexta-feira (6), às 8h, está marcado o início da Adoração do Santíssimo Sacramento e; às 15h, será celebrada a cerimônia Paixão do Senhor, com leitura da Paixão, adoração da cruz e comunhão. Às 19h, ‘Procissão do Senhor Morto’ e encontro com Nossa Senhora das Dores, na Casa João Paulo II (Rua Sete de Setembro, 47, Vila Nova). Os fiéis podem levar velas para o cortejo.

No Sábado de Aleluia (7), às 19h, haverá Benção do Fogo e do Círio Pascal, anúncio à Ressurreição, lituras bíblicas, canto da glória, renovação das promessas do batismo e, por fim, vigília pascal.

No domingo serão realizadas missas às 9h e às 18h, na Catedral; às 10h, na Igreja Santa Josephina Bakhita (Rua República Portuguesa, 18, Vila Mathias); e, às 16h, no Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat. Apoio: prefeitura. Informações: 3232-4593.

Paróquias programam missas de Páscoa

O domingo (8) de Páscoa será marcado por celebrações em todas igrejas. Na Catedral, serão realizadas missas às 9h e às 18h; no Santuário Nossa Senhora do Monte Serrat, às 16h; na igreja Sagrado Coração de Jesus, às 8h, 17h e 19h; na Basílica Santo Antonio do Embaré, às 9h, 11h e 18h; na Nossa Senhora do Rosário da Pompeia, haverá celebração às 7h30, 9h30, 12h, 18h e 19h30.

Já na igreja Bom Pastor, a missa está marcada para as 18h; na São Paulo Apóstolo serão às 8h30 e 19h; e na Capela São José (Morro do José Menino), às 16h30. A igreja São Judas Tadeu terá missas às 7h30, 9h (com encenação sobre a Páscoa pelas crianças da catequese) e às 18h; na São João Batista (Nova Cintra), às 18h30; na São Tiago Apóstolo, às 10h e 18h30; São Benedito, às 8h e às 19h; Imaculado Coração de Maria, às 9h e 18h; na São Jorge Mártir, às 18h; na Nosso Senhor dos Passos, às 8h30, 18h30 e 20h.

E mais: Nossa Senhora da Assunção (Morro do São Bento), às 5h, Via Sacra; Santuário Santo Antonio do Valongo (8h e 19h); Convento do Carmo (18h), com encenação da ressureição de Cristo; Santa Margarida Maria (7h30 e 19h); Sagrada Família (procissão às 7h e missas às 8h e 18h); Nossa Senhora do Carmo (9h e 18h); Nossa Senhora Aparecida (5h30, 9h com procissão, 17h e 19h); São José Operário (8h e 18h30, com procissão); Santa Cruz (7h30, 9h30, 16h30 e 18h30); Santa Edwiges (19h30) e Nossa Senhora dos Navegantes (9h e 18h).

Igreja Santa Josefina Bakhita

Dia 04 de fevereiro de 2006 foi inaugurada a Igreja Santa Josefina Bakhita, a primeira em homenagem à santa, no Estado.

O local escolhido para abrigar o templo é a Rua República Portuguesa, 20, Bairro da Vila Mathias. A cerimônia de inauguração será presidida pelo bispo diocesano dom Jacyr Francisco Braido.

Santa Bakhita, que tem milhares de devotos no Município, era africana, foi escrava e morreu em 8 de fevereiro de 1947, no Instituto Canossiano, na Itália. Ela foi canonizada pelo então papa João Paulo II em 1º de outubro de 2000.

Para que fosse declarada santa, era preciso a comprovação de um milagre e ele aconteceu aqui na Cidade, tanto que a Catedral tem um altar para Santa Bakhita.

O milagre foi a cura de Eva da Costa Onishi, que tinha diabetes. Vinte e quatro horas após invocar a santa e esfregar a imagem (santinho) nas feridas que tinha nas pernas, elas voltaram ao normal, curadas.
O episódio aconteceu em 27 de maio de 1992. As zonas das chagas permaneceram pigmentadas, como que para comprovar tal milagre. “A santa é tão querida que merecia uma igreja em sua homenagem aqui em Santos e é a primeira igreja para ela no Estado. Já são três anos de luta para construirmos”, declarou o padre José Paulo, da Catedral.

A Igreja Santa Josefina Bakhita é uma das comunidades da Catedral e faz parte do projeto da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) Queremos Ver Jesus – Caminho, Verdade e Vida. “O objetivo é trazer comunidades pobres para a igreja. Aqui ela está próxima da Vila Nova, Mercado e Paquetá e trará as pessoas para cá”, prevê o padre.

As missas na igreja serão celebradas pelo padre José Paulo aos sábados, às 18 horas. O templo tem capacidade para 200 fiéis sentados.

Todos os dias acontecerão atividades com pessoas da paróquia (Catedral) e com as irmãs canossianas, que atuam desde 1948 na Paróquia da Catedral de Santos.

Centro Comunitário – A obra teve início em 10 de dezembro de 2004, com investimento de aproximadamente R$ 280 mil, que foi custeado pela Catedral e pelos santistas, conforme padre José Paulo.

A área total do local é de 494 metros quadrados, com corpo da igreja, banheiros femininos e masculinos, além da sacristia e Centro Comunitário, na Rua Henrique Ablas, 8 (atrás da igreja).

A comunidade das imediações poderá participar de atividades no local, com espaço destinado para a Pastoral da Criança, banheiros, cozinha, sala de catequese, salão de festas para as crianças e copa.

História de Santa Josephina Bakhita

Uma santa não só para as irmãs Canossianas e para o povo de Schio, mas para a Igreja toda. Uma filha da África elevada às honras do altar, protetora dos pobres e os abandonados, no alvorecer do novo século.

A aventura de Bakhita é uma provocação para nos colocar em confronto entre o “ser” e o “não ser”, entre a justiça e a injustiça. Entre o colocar-se no centro do próprio mundo, como se fosse seu dono, e deixar espaço ao outro, qualquer que seja ele, sem distinção. Entre o amor e o não amor que faz definhar a vida de tantas pessoas.

Sudão – um povo pacífico, os dajiús, negros puros. Ao longe do povoado de Olgossa, na região ocidental de Darfur, avista-se o vulcão agora calmo e, mais perto, a árvore sagrada rodeada de cabanas e a de seus antepassados. Os rebanhos têm bom pasto, mas vem a seca e o povoado se transfere para Nayala. As famílias grandes se reúnem. É lá que a menina vive.

Chegam os salteadores e levam a filha mais velha, uma bela negra. Dois anos depois, no dia fatídico, a pequena menina é capturada por dois desconhecidos. Suplica que a deixem ir, mas, violentos, ameaçam-na com o chicote e perguntam: “Qual é o teu nome?” Diz o outro rindo, “Ela não tem nome” então vamos chamá-la “Bakhita”.

Começa aí a tortura da menina; no vilarejo é trancafiada numa cabana. De povoado em povoado, o grupo de escravos aumenta e muitos são mortos, outros vendidos. Bakhita tem uma companheira e, juntas, conseguem fugir, porém cairão novamente em mãos do mercador. São chicoteadas por qualquer deslize ou mesmo para descarregar a raiva, até as meninas serem reduzidas a dois montes de carne sangrenta.

Passa o tempo até que a mandam procurar o cônsul italiano. Bakhita, resignada, vai, recebe alimento e dorme, não acreditando que sua vida mudara. As tropas rebeldes se aproximam de Cartum e o cônsul vai voltar para a Itália. Bakhita suplica para ir junto, e ele cede.

Dezembro de 1884. Na Itália o cônsul Calisto Legnani compra a escrava Bakhita do cruel general turco. Bakhita se afeiçoa ao cônsul Calisto. Mas Augusto Michiele e esposa devem voltar à África. Bakhita cuida da filha deles, chamada Mimina, e fica em Veneza, no Instituto dos Catecúmenos, com as freiras canossianas. Aí começa a sua instrução religiosa.

Bakhita gostaria de ser cristã? Sim, irmã, gostaria muito.”Quando vejo o sol, a lua e as belezas da natureza, eu me pergunto: quem fez todas estas coisas? E sinto uma vontade de conhecê-lo, de vê-lo…”

Bakhita se recusa a acompanhar Maria Turina e Mimina de volta à África. A senhora se revolta e a chama de escrava ingrata, mas Bakhita persiste e diz que não deixará a casa do Senhor. O cardeal de Veneza, Domenico Agostini, interveio na questão, contestando o procurador do Rei. Disse ele: “Nós estamos na Itália e aqui não há escravidão, portanto, aqui Bakhita é livre”.

Numa reunião extraordinária no Instituto dos Catecúmenos, estando o cardeal, o procurador do Rei, a senhora Maria Turina, acompanhada de uma amiga e de um advogado, o procurador diz: “Senhora, desde que Bakhita está na Itália, é uma mulher livre. Pode fazer o que quer”.

A senhora se retira dizendo à filha: “Vamos, Mimina, Bakhita não merece teu afeto”.

Era 29 de novembro de 1889. Para Bakhita começava uma nova vida. Ela se prepara para o batismo. Já tem 18 anos.

O próprio cardeal de Veneza administra-lhe os três sacramentos de iniciação cristã: batismo, crisma e eucaristia.

Quatro anos se passaram, felizes e frutuosos. Bakhita não fica inativa. “Gostaria de me tornar irmã…” E a madre escreve para a superiora-geral. A madre vem e, no dia 7 de setembro de 1893, ela ingressa no noviciado naquele mesmo instituto.

Em 8 de dezembro de 1896, em Verona, Bakhita emite os votos de pobreza, castidade e obediência, na mesma casa onde vivera a fundadora das Filhas da Caridade, Santa Madalena de Canossa. E, então, ela foi transferida para Schio, cuja edificação aparece à direita de Santa Bakhita no quadro pintado por mim e doado ao povo de Santos, na pessoa de seu bispo diocesano dom Jacyr Braido.

O bispo de Trento queria conhecê-la e ela, numa reverência, escorrega e cai por terra. E ele diz: “Obrigado, irmã, uma saudação verdadeiramente original”. Em 1933, uma irmã recém-chegada da China tem uma idéia: por que não fazer com que nossas comunidades conheçam a irmã Bakhita?

Ela não é mais jovem, porém durante dois anos participa de encontros em muitos lugares da Itália. Sua história dramática, às vezes trágica, impressionava. É apresentada a uma escritora.

Chega outra guerra, que enfrenta tranqüila. Mas os anos pesam e ela sofre de bronquite asmática, artrite e arteriosclerose.

Sofre muito. As pernas enfraquecem e precisa de cadeira de rodas. Pede para ir diante de El Paron e reza, dizendo a Deus: “Eu não tenho nada para Lhe dar…” Olha a imagem de Jesus: “Obrigada por tudo que me destes, eu vou indo devagarzinho rumo à eternidade”…

Oração a Santa Josephina Bakhita

Ó Santa Josefina Bakhita, que, desde menina, foste enriquecida por Deus com tantos dons e a Ele correspondeste com todo o amor, olha por nós.
Intercede junto ao Senhor para que cresçamos no Seu amor e no amor a todas as criaturas humanas, sem distinção de idade, de raça, de cor ou de situação social.
Que pratiquemos sempre, como tu, as virtudes da fé, da esperança, da caridade, da humildade, da castidade e da obediência.
Pede, agora, ao Pai do Céu, oh Bakhita, as graças que mais preciso, especialmente (pedido).
Amém.

 

 

 

 

Fonte Catedral de Santos

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