City Tour – Santos História e Religião – 29/07

O City Tour – Santos História e Religião – é um passeio pelos principais pontos turísticos da cidade contando sua importância histórica e curiosidades.

city tour

Data: 29 de julho de 2017

Ponto de Partida: Igreja do Embaré

Ponto de Chegada: Pinacoteca Benedicto Calixto

Tempo de duração: 3 horas

Valor: R$60 por pessoa

Incluso: aula com o Professor José Marques, guia cadastrado MTUR, transporte.

Horário de início: 8:30 h

Horário de término: 12 h

Pagamento via PagSeguro

Roteiro:

Na Igreja do Embaré o visitante conhecerá sua história, arquitetura e curiosidades da Basílica Menor de Santo Antônio do Embaré. Aprenderemos a diferença entre igreja, paróquia, basílica e catedral.

Seguiremos em um passeio panorâmico pela cidade até o Centro Histórico onde faremos um passeio saindo da Praça Mauá – o coração do Centro Histórico – conhecendo seus principais pontos turísticos como: Igreja Nossa Senhora do Rosário, Teatro Guarany, Cadeia Velha, Mosteiro de São Bento, Igreja do Valongo, Estação do Valongo, Casarões do Valongo, Casa da Frontaria Azulejada, Museu do Café (com visitação), Associação Comercial, Palácio José Bonifácio, Casa do Trem Bélico, Outeiro de Santa Catarina, Teatro Coliseu, Catedral de Santos, Fonte do Itororó e Monte Serrat. 

Retornaremos ao ponto de partida com parada na Pinacoteca Benedicto Calixto para apreciação de sua história e obra.

O passeio será guiado por guia cadastrado e com aula do professor Marques.

Sobre o Professor

Licenciado em Artes Visuais pela Universidade Santa Cecília, atua como artista plástico e restaurador de Arte Sacra, onde fez parte da equipe de restauro da Basílica de Santo Antonio do Embaré em Santos, tendo estudado também com Claudio Plastro, um dos principais artistas sacros da atualidade, falecido em 2016 (responsável pela decoração interna do Santuário nacional de Aparecida). Professor de ensino técnico profissionalizante pela CEETPS, nas Etecs Aristóteles Ferreira e Dona Escolástica Rosa, no Ensino de História da arte, cultura brasileira, manifestações populares para os cursos  técnicos de agenciamento de viagem e eventos. Ainda no campo de produção das artes plásticas, desenvolve pinturas a óleo sobre tela, e esculturas em materiais diversos e em grandes dimensões, já tendo inclusive trabalhado em carros alegóricos para escolas de samba e blocos carnavalescos da região.                        

 

Incentivador da cultura regional e da perpetuação da memória do folclore santista, dirige o grupo teatral “Incena Santos”, composto em sua maioria por jovens estudantes, dramatiza lendas e histórias, já tendo produzido um curta metragem.

Ingressos: https://pag.ae/bhlZPst

Bonde Turístico

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Um pouco da história da nossa Capital São Paulo

Conheça SP é uma série de programetes exibidos durante a programação da TV Gazeta com o que há de melhor na cidade de São Paulo. …

 

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Caminhada Histórica no Centro de Santos

mapa

Caminhada Histórica chega a sua nona edição e terá como tema as praças do centro de Santos.

O evento ‘Nossas Praças, Nossa História!’ acontecerá no último domingo do mês de outubro (27), a partir das 9h, na praça Mauá.

As primeiras 1.000 que levarem um quilo de alimento não perecível ganharão um brinde.

Quem participar do evento irá acompanhar a história de 6 praças e 8 personalidades. São elas:

1. Praça dos Andradas (1. Getúlio Vargas e 2. Irmãos Andradas)
2. Praça Rui Barbosa (3. Rui Barbosa e 4. Bartolomeu de Gusmão)
3. Praça Visconde de Mauá (5. Visconde de Mauá – Irineu Evangelista de Sousa)
4. Praça Barão do Rio Branco (6. Barão do Rio Branco – José Maria da Silva Paranhos Júnior)
5. Praça da República (7. Brás Cubas)
6. Praça José Bonifácio (8. José Bonifácio de Andrada e Silva)

Caminhada Histórica –  ‘Nossas Praças, Nossa História!’

Data: 27/10/2013
Horário: das 9h às 12h
Local: Centro Histórico de Santos
Largada e Chegada: Praça Mauá
Percurso: 2,5 km

Curso ‘SANTOS – Visitando a história de uma cidade’ no IHGS

instituto histórico e geográfico de santos

Curso no Instituto Histórico e Geográfico de Santos ‘Santos – Visitando a história de uma cidade’
Mostrando aspectos marcantes do passado de Santos, principalmente a partir do século XIX, numa visão de história sócio-cultural, em aulas com apresentação de imagens midiáticas.

Coordenação: Paulo Gonzalez Monteiro – Presidente
Maria Apparecida Franco Pereira – Diretora de Patrimônio

Local : Instituto Histórico e Geográfico de Santos
Av. Conselheiro Nébias, nº 689, Boqueirão, Santos.

Datas e horários: Sábados
05/10/2013 e 19/10/2013 – das 9 às 12h
09/11/2013 – das 14 às 17h
23/11/2013 e 07/12/2013 – das 9 às 12h

Inscrições e informações: e-mail: ihgs@ihgs.com.br
Telefone: (13) 3222-5484 (Secretaria)
das 9 às 12h e das 14 às 17h

Valor: Geral: R$ 60,00
Estudantes: R$ 30,00

Programa :

05/10/2013 – A Ilha de São Vicente: descoberta e ocupação.
Santos no período colonial, do século XVI ao XIX
Profª. Drª. Wilma Therezinha Andrade.

19/10/2013 – A evolução urbana de Santos, do Centro (Porto) para a Barra
(Boqueirão e Gonzaga)
Profª. Drª. Maria Apparecida Franco Pereira.

09/11/2013 – Arquitetura em Santos: Centro Histórico.
Palácio da Bolsa de Café e Palácio José Bonifácio (Prefeitura Municipal)
Arquiteto Prof. Mestre Fábio Serrano.

23/11/2013 – Arquitetura e arte militar: fortes e fortalezas. Museu de armas.
Prof.Dr. Elcio Secomandi e Prof. Engº. Aldo João Alberto.

07/12/2013 – A orla da praia. O Boqueirão (Miramar, Parque Indígena,
Mansão dos Pires), Gonzaga (Parque Balneário e hotéis).
Profª. Drª. Maria Apparecida Franco Pereira e
Profª. Tânia Pratas G. Rios.

Praça das Bandeiras – Gonzaga

praça das bandeiras

A praça foi inaugurada em 1936 em homenagem aos feitos de Santos durante a Revolução Constitucionalista de 1932. Nela, encontra-se a fonte luminosa 9 de Julho. Decorada com anjos e peixes, seus esguichos principais chegam a 12 metros de altura. Atrás da fonte, as bandeiras dos estados brasileiros, permanentemente hasteadas.
A praça situa-se no Gonzaga, importante região da cidade, em função das atrações que nela se concentram, como hotéis, restaurantes, bares, cinemas e shopping centers.

O bairro deve sua denominação a Antonio Luiz Gonzaga, santista nascido em 21 de Junho de 1854, que abriu um botequim em 1885 na esquina da atual Rua Marcílio Dias, onde hoje se encontra a Caixa Econômica Federal (antiga sede do Clube XV). Neste lugar, onde passavam os bondes puxados a burro, pertencentes a seu amigo Matias Costa, instalou um abrigo para os passageiros com uma tabuleta escrita “Ponto do Gonzaga”, e ainda cabinas de banho. Também começou a promover corridas de cavalo na areia. Aos poucos o lugar foi ficando conhecido e desenvolvendo sua vocação para o lazer e o turismo.

bonde turistico

Local de início do passeio “Conheça Santos”, nela encontramos um bonde antigo que funciona como Posto de Informações Turísticas, a Fonte Nove de Julho e as bandeiras dos estados brasileiros, permanentemente hasteadas.

 

A Santa Casa da Misericórdia de Santos: sinopse histórica.

Santa Casa de Santos

Por: Henrique Seiji Ivamoto

Braz Cubas, auxiliado pelos prósperos moradores da região, iniciou em 1542 a construção de um hospital, que inaugurou em 1543, provavelmente no primeiro dia de novembro, data comumente reservada para as grandes comemorações. Chamou-o de Hospital de Todos os Santos, inspirando-se no nome do grande hospital de Lisboa e na data da sua fundação.

Segundo Frei Gaspar da Madre de Deus, o povoado de Enguaguaçu passou a ser chamado Povoado do Porto de Todos os Santos e Povoado do Porto de Santos, por aquisição do nome do hospital. Entre 1545 e 1547, o capitão-mor Braz Cubas elevou o povoado à categoria de vila, com o nome de Vila do Porto de Santos.

O primeiro prédio do hospital foi construído no sopé do outeiro de Santa Catarina, em local onde hoje se situa a Rua Visconde do Rio Branco, defronte ao edifício da Alfândega, no centro de Santos. Em 2 de abril de 1551 Braz Cubas conseguiu de D. João III, em Almeirim – Portugal, o alvará real de privilégios, o primeiro obtido por uma Misericórdia brasileira. Os jesuítas chegaram à região em 1553. A vila, o porto, a Irmandade e o Hospital cresceram sob a proteção do seu poderoso e dedicado fundador.

Felipe II da Espanha, neto de D. Manuel, fez-se reide Portugal em 1580. Corsários da Inglaterra e da Holanda, inimigas da Espanha, passaram a atacar as embarcações desta e as suas colônias, incluindo o Brasil. Após a destruição da Armada Invencível espanhola no canal da Mancha, em 1588, os ataques marítimos aumentaram, comprometendo o comércio com a Europa e reduzindo as atividades no porto de Santos.Pela época da morte de Braz Cubas, em 1597, avila entrava em decadência. O porto estava ocioso e as plantações e engenhos do litoral perdiam seus operários,pois muitos mudavam-se para o planalto, em busca de melhores oportunidades nas prósperas fazendas,entradas e bandeiras. Outro motivo era a fuga das doenças infecciosas, que assolavam as terras quentes, úmidas e alagadiças do litoral.

O Segundo Prédio

Houve um progressivo empobrecimento da comunidade e da Irmandade, sendo que o hospital deixou de possuir edifício próprio em 16203, e em 1654 chegou a paralisar suas atividades. Em 3 de outubro de 1654, D. Jeronymo de Athayde, conde de Athouguia, capitão general do Estado do Brasil, fez provisão de recursos financeiros aos Irmãos da Misericórdia de Santos, atendendo petição destes. Com a provisão governamental foi possível concluir, em 1665, a construção do segundo prédio da Santa Casa e da sua igreja, em local que ficou conhecido como Campo da Misericórdia, posteriormente denominado Largo da Misericórdia, Largo da Coroação e, por último, Praça Visconde de Mauá, junto ao prédio da prefeitura

O Terceiro Prédio

Terceiro prédio - Tela de Benedicto Calixto

Terceiro prédio – Tela de Benedicto Calixto

Em  1760 a Irmandade da Misericórdia terminou a construção de sua nova igreja junto ao Morro de São Jerônimo, atualmente Monte Serrat. Chamada inicialmente de igreja de São Jerônimo, foi mais tarde consagrada a São Francisco de Paula, que deu nome à Avenida São Francisco.

No período de 1804 a 1830, a Irmandade utilizou o Hospital Militar no edifício do antigo Colégio dos Jesuítas, onde hoje se situa a Alfândega. Em 1835 o provedor Capitão Antonio Martins dos Santos iniciou a construção do terceiro prédio próprio da Santa Casa da Misericórdia de Santos, no sopé do morro de São Jerônimo, junto à sua igreja de São Francisco de Paula.

O médico Claudio Luiz da Costa, eleito provedor inaugurou o hospital em 4 de setembro de 1836. O hospital cresceu, tendo sido criado um pavilhão para os tuberculosos. Um grande deslizamento de terras na face leste do Monte Serrat, ocorrido em 10 de março de 1928, soterrou a parte posterior do hospital e algumas edificações próximas.

Quarto Prédio, O Atual

Em 10 de abril de 1928, a Mesa Administrativa da Irmandade, representada pelo Dr. João Carvalhal Filho, na presença de representantes da comunidade, do Bispo Diocesano D. José Maria Parreira Lara, e do governador Dr. Júlio Prestes, lançou a pedra fundamental do prédio atual, na esplanada do bairro do Jabaquara, distante dos morros para evitar novo soterramento. Em 2 de julho de 1945, o novo prédio foi inaugurado pelo presidente Getúlio Dornelles Vargas. Com capacidade para 1400 leitos, o hospital era um dos maiores e mais bem equipados da época.

O hospital modelar veio a sofrer com os cortes nos investimentos sociais. Na área da saúde, os dispendiosos exames e tratamentos da medicina moderna foram em grande parte deixados sob a responsabilidade das instituições filantrópicas, em particular às Santas Casas de Misericórdia, remunerados a valores simbólicos. Para poder atender aos carentes, muitas Misericórdias economizam produzindo insumos, como medicamentos e alimentos, e gerando receitas com seus próprios planos privados de saúde. Os planos de saúde das Misericórdias têm obtido grande aceitação por serem mais econômicos, confiáveis e benevolentes que a maioria dos planos comerciais existentes.

Humanismo e Ensino Médico

Tendo prestado quase cinco séculos de assistência, a Santa Casa da Misericórdia de Santos participou de todos os ciclos da história pátria. Cuidou dos fundadores desta Nação – os navegantes lusos, colonos, nativos e escravos. Atendeu aos bravos bandeirantes e aos pobres condenados. Tratou igualmente de nobres e de vassalos do Império
Português e do Brasil Imperial. Serviu ao encontro de heróis da Independência e da Abolição da Escravatura, de tradicionais monarquista e de inflamados republicanos. Cuida de patrões e de operários, de empregados e de desempregados. Ponto de união entre  todos os segmentos da sociedade, é local de encontro de seus membros quando tomados pela dor e pela doença.

A Santa Casa da Misericórdia de Santos serviu para a prática e o ensino da Medicina quase três séculos antes da fundação da primeira faculdade de medicina no país. Ciência e muito de humanitarismo se praticou em suas enfermarias, nesta que é a primeira escola prática de medicina européia do país. Entre os mestres desta Escola, inspirados pelas obras das damas portuguesas Isabel de Aragão e Leonor de Lencastre, destacaram-se Braz Cubas, José de Anchieta, Claudio Luiz da Costa e Martins Fontes, entre outros abnegados, alguns de nomes muito ilustres e muitos outros desconhecidos que têm trabalhado nesta Casa de Deus para os Homens.

Que tal conhecer a história de Santos andando pelo centro da cidade?

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Rua XV de Novembro, década de 50

Você sabia que a rua XV de Novembro já foi iluminada com óleo de baleia? Que nessa mesma rua morou José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência? Que a Casa do Trem Bélico é o prédio público mais antigo de Santos?

Essas e muitas outras curiosidades são contadas durante o Roteiro ‘Centro Histórico’ que a Fundação Arquivo e Memória de Santos (Fams) organiza para estudantes do ensino fundamental e médio. A finalidade é fazer um painel sobre a história da cidade, tendo como referência os edifícios e lugares históricos, a partir dos quais são dadas explicações também sobre patrimônio, memória, história, cultura, conservação e preservação.

Durante o passeio os estudantes vão conhecendo a história da cidade por meio de visitas a locais como Casa do Trem Bélico (1734), Outeiro de Santa Catarina (marco do início do povoamento de Santos), praça da República (antigo largo da Matriz), monumento a Braz Cubas, Alfândega, Igreja e Convento do Carmo (1589), Pantheon dos Andradas, rua XV de Novembro (Século XIX), Associação Comercial, casa de José Bonifácio e termina na Bolsa do Café (1922).

Para participar, basta agendar com Cláudio Lorena, no Arquivo Intermediário da Fams (rua da Constituição, 62 – Centro), de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h, ou pelo telefone 3213-4570. Participam até 35 alunos por grupo.

Curso ‘SANTOS , TURISMO & CAFÉ’

DIA PLENO TURISMO - CAFE
O Curso “Santos, Turismo & Café”, permitirá a cada participante ter noções sobre a relação e a importância do Café com a cidade de Santos, abordando temas como:
– Café historia e curiosidades;
– O receptivo e o relacionamento com o turista, através da prestação do serviço, garantindo a qualidade do atendimento, em Cafeterias, Restaurantes, Centro Comerciais entre outros.
 
Obs.: possibilidade de contratação após o termino do curso para os alunos que tenham fluência verbal em inglês
 
MAIORES INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES :
 
(13)  98192-8090   /   988010675
 
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Cultura restaurada: Centro Português passa por reformas para preservar a história

centro portugues

Em 1895, surgiu o Centro Português de Santos, com o objetivo de reunir os portugueses que moravam na Cidade e manter viva as culturas literária, científica, profissional e social, além de honrar o tradicionalismo e amparar os portugueses mais humildes e desprotegidos.

Quem visita o local nos dias de hoje, percebe que a intenção de manter a cultura acesa continua. É possível encontrar na sede localizada no Centro, móveis de época, livros que contam a história lusitana, além de clássicos da literatura portuguesa, como, a edição de Os Lusíadas, do escritor Luís Vaz de Camões, dedicada a Dom Pedro II, pelo editor Emílio Biel. O livro encanta com suas gravuras feitas à mão e os detalhes em ouro nas bordas das páginas.

Um dos grandes atrativos do Centro Português é o seu teatro. Inaugurado em 12 de abril de 1908, o Salão-Teatro teve como solenidade um sarau-dramático-dançante, com o que mais havia de representativo da colônia portuguesa da época. Após alguns anos sem reformas, o espaço passa por uma restauração detalhada, que trará melhorias para que possa novamente, atender o público de Santos e cidades vizinhas.

História

O Corpo Cênico do Centro Português tinha como marca principal, o empenho dos amadores em manter a cultura de alto nível que a comunidade merecia. Com o tempo, a corporação evoluiu, revelando talentos no meio artístico.

No espaço, eram apresentadas peças dos mais renomados autores portugueses, além de prestigiados escritores brasileiros. Uma dessas apresentações foi do espetáculo Com amor não se brinca, de autoria de Epitácio Pessoa, que compareceu à estreia da peça, em 12 de maio de 1922.

As obras do teatrólogo português, Julio Dantas, também foram sinônimo de sucesso nas apresentações ocorridas no Salão-Teatro. A última produção de Dantas foi Outono em Flor, encenada pela primeira vez em junho de 1949 pela Corporação Cênica do Real Centro Cultural Português.

Em 1966, a sala de espetáculos passou a se chamar Júlio Dantas, em homenagem ao teatrólogo. E foi palco de grandes festivais de teatro amador realizados em Santos. Além de festivais de cinema, desde o início do cinema mudo.

Porém, a instituição passou por dificuldades financeiras e a única solução encontrada foi alugar o espaço do teatro para as empresas Cinematográfica Haway Ltda e Cinemas de Santos. O local foi alugado em 1979, por um período de 15 anos.

A solução para os problemas financeiros resultou também no fim da era cultural que predominou no Centro Cultural por décadas. O espaço chegou à decadência quando a empresa locatária passou a exibir filmes pornográficos e de baixa categoria.

Em 1989, a diretoria do Centro entrou com uma ação judicial para recuperar o teatro. A posse do Salão-Teatro Júlio Dantas aconteceu judicialmente em 11 de abril de 1994, mas com a entrega das chaves somente em 27 de janeiro de 1995, ano do centenário do Centro Português.

Restauração

Sob a presidência de José Duarte de Almeida Alves, não só o teatro Júlio Dantas, mas como outras salas do Centro Cultural passam por restauração. Em breve, o Salão-Teatro atenderá o público da região com apresentações culturais das mais variadas. A previsão é de o teatro esteja pronto em setembro deste ano.

O trabalho de restauração das paredes do prédio está sendo coordenado e executado pela artista plástica Andrea Naline e seu auxiliar Demontier Meireles.

Atualmente, o trabalho de restauração é desenvolvido no Salão Camoniano, que este ano comemora seu centenário na sede cultural. Em breve, as pinturas que abrigam as paredes do teatro e que foram cobertas na época em que o espaço estava alugado. Todo o custo da obra é financiado pelos próprios membros do Centro.
O Centro Cultural Português, está localizado na Rua Amador Bueno, 188, no Centro, e é aberto a visitação. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3219-3079 ou pelo site http://www.centroculturalportugues.com.br.

 

Boqnews

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Férias no Bonde

bonde

Que tal um passeio de bonde especial para crianças de 6 a 10 anos, com direito a personagens contando um pouco da história de Santos, visita a patrimônios, brincadeiras, rodas cantadas e até lanche?

A linha turística entrou no ritmo do recesso escolar com o programa ‘Férias no Bonde’, criado pela Setur (Secretaria de Turismo), que abre inscrições entre quarta-feira (10) e sexta-feira (12), das 10h às 16h. Há apenas 30 vagas.

Os pais ou familiares devem se dirigir à secretaria (Estação do Valongo, Largo Marquês de Monte Alegra, 1, Centro Histórico) das 10h às 16h, apresentar um documento da criança (RG ou certidão de nascimento) e doar um agasalho em bom estado ou uma lata de leite em pó para o Fundo Social de Solidariedade. A programação será realizada no dia 16, das 14h às 17h.

“A proposta é divulgar os atrativos históricos e culturais de forma lúdica para que as crianças aprendam a reconhecer, valorizar e respeitar o patrimônio da cidade em que vivem”, comentou o secretário Luiz Guimarães.

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Aquário pede fotos antigas para mostra no 68º aniversário

aquario antigo

Chegou a hora de revirar as gavetas e folhear os álbuns de fotografias da família em busca de imagens antigas do Aquário de Santos, quem sabe até de 1945, quando foi inaugurado. É que o parque pretende fazer uma exposição com imagens de acervos pessoais durante as comemorações de seus 68 anos, no dia 2 de julho.

As imagens serão escaneadas pela equipe de Educação Ambiental e devolvidas, no ato, ao proprietário, que terá seus dados registrados e passará a fazer parte da história do Aquário. Os interessados devem se dirigir ao aquário de segunda a sexta, das 9h às 13h, e aos sábados, das 11h às 16h.

Quem quiser também pode escanear a imagem, em alta resolução (mínimo 300 DPIs), e enviar para o endereço aquario@santos.sp.gov.br , anexando dados pessoais, data da fotografia e personagens retratados, se for o caso.

O Aquário de Santos é o primeiro do Brasil e o segundo em visitação no Estado (o primeiro é o zoológico da capital).

 

A Tribuna

Ópera-Samba homenageia José Bonifácio de Andrada e Silva

Bonifácio

O que a Independência Brasileira, o Dia do Fico, a fuga da família Real para o Brasil e a formação de um Constituição Federal tem em comum com a Região Metropolitana da Baixada Santista? A resposta é: José Bonifácio de Andrada e Silva, personagem de grande importância histórica nacional, que nasceu em Santos e em 2013 comemora 250 anos de Nascimento.

Passagens importantes da vida de José Bonifácio, o Patriarca da Independência, serão encenadas em uma Ópera-Samba no Centro Cultural da Zona Noroeste em Santos. O espetáculo que terá a direção geral de Tanah Corrêa, contará com a participação de atores consagrados pela mídia e vai reunir diversas linguagens artísticas nos dias 12, 13, 14, 15 e 16 de Junho.

Os ensaios acontecem no Instituto Histórico Geográfico de Santos e conta com mais de 30 grupos artísticos que representam diversas cidades da região. A grande novidade desta encenação será a participação de variadas manifestações artísticas como: música, teatro, ballet, capoeira, circo, sapateado, artes plásticas, dança de rua, maracatu, grupo de reisado, rancho folclórico, etc.

Não é a primeira vez que a história de José Bonifácio será encenada em Santos. Em 2003, um mega-espetáculo ao ar livre marcou a área cultural da cidade por revelar muitos artistas regionais e trazer a importância do personagem que influenciou diretamente a história do país.

Bom lembrar, que o acesso ao conteúdo será disponibilizado em uma área já tradicional na cidade, cercada por uma comunidade receptiva que costuma avizinhar as apresentações das escolas de samba da cidade em época de carnaval. Essa fórmula de apresentação, pretende consolidar este local utilitário, além do Centro Cultural da Zona Noroeste como polo de eventos artísticos e cívicos em Santos e na região.

A encenação terá gratuidade para um público estimado de 10.000 mil pessoas, nas cinco noites de apresentação; Acessibilidade Cultural para portadores necessidades especiais; Fomento as ações sustentáveis dos Artistas envolvidos, com o reaproveitamento de figurinos e elementos cênicos disponibilizados pela Secretaria de Cultura de Santos; Apropriação do espetáculo pelos moradores da Zona Noroeste com a sua participação no elenco do Espetáculo; Linguagem da Encenação Teatral para construção do conhecimento Histórico, Cultural, Educacional e Artístico das comunidades da Baixada Santista e outras cidades da região.

A intenção desta encenação é resgatar a memória e colocar em evidência a figura do santista José Bonifácio de Andrada e Silva em um viés artístico. Levantar a discussão da importância que tem esta figura icônica para a formação de uma nação independente, com sua própria constituição.

 

Boqnews

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Bonde recebe pintura da época em que sistema foi extinto na cidade

bonde antigo

Fundo prata, faixas e detalhes de um vermelho vibrante. Essas eram as cores dos bondes que rodavam pelas ruas de Santos quando o sistema foi extinto, em 28 de fevereiro de 1971. Com a proposta de resgatar a memória deste momento da história do transporte coletivo local, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) promove a restauração de um dos exemplares da linha turística do Centro com as cores da época.

O trabalho se tornou possível graças à pesquisa realizada no acervo da Fams (Fundação Arquivo e Memória de Santos), onde foram localizadas fotos do período em bom estado de conservação. A equipe da CET está reproduzindo fielmente os tons da pintura e a logomarca do SMTC (Serviço Municipal de Transportes Coletivos), que operava o sistema.

Com carroceria fechada fabricada pela própria SMTC na década de 1950 e estrutura mecânica escocesa, o bonde 40, conhecido como ‘camarão’, roda na linha turística desde janeiro de 2002. Além da pintura especial, ele está recebendo novas rodas, vedação, calefação, manutenção mecânica e teve portas, janelas e chaparia recuperadas. Assim que o trabalho for concluído, o exemplar volta a circular pelo Centro.

Orquidário expõe trabalhos das bordadeiras do Morro São Bento

bordadeiras, são bento

Conhecer o autêntico bordado da Ilha da Madeira é mais um atrativo que o Orquidário (Pça. Washington, s/nº, José Menino) oferece domingo (14), das 9 às 17h.

As peças são confeccionadas por Maria Tereza Pestana, 75 anos; Isabel de Andrade, 84; e Maria Alexandre Fernandes, 78, algumas das quais exigem mais de um mês de trabalho diário. A mostra é realizada no Orquidário sempre no segundo domingo de cada mês.

A origem

Esse tipo de bordado foi originalmente introduzido pela família inglesa Phelps, que se mudou para a Ilha da Madeira em 1784. Setenta anos depois, Elizabeth, a filha mais velha, passou a ensinar essa arte a crianças e mulheres. Inicialmente, os trabalhos eram vendidos a amigos e só mais tarde foram oferecidos a turistas.

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Carimbo postal comemora 250 anos de José Bonifácio

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Um carimbo postal comemorativo pelos 250 anos de nascimento de José Bonifácio de Andrada e Silva será lançado nesta quinta (11), às 10h30, na Sala Princesa Isabel, no Paço Municipal.

O evento faz parte da programação desenvolvida pela Comissão José Bonifácio, coordenada pela Fams (Fundação Arquivo e Memória de Santos), e formada por representantes da prefeitura e sociedade.

No hall do paço estará montada exposição filatélica (de selos), em parceria com os Correios e com a Federação Brasileira de Filatelia, que pode ser visitada até o próximo dia 18.

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Galeria subterrânea descoberta no Gonzaga será registrada no Iphan

galeria

A descoberta da galeria subterrânea na avenida Ana Costa (Gonzaga), entre a praça da Independência e a orla, começa a ter novos desdobramentos. A prefeitura envia nesta terça (9) o registro da área ao Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) para que seja definida como de interesse nacional.

O anúncio foi feito nesta segunda (8) à tarde pelo prefeito Paulo Alexandre Barbosa, durante coletiva à Imprensa, no paço municipal. Ele também citou a construção de uma estrutura com vidro para visualização do ambiente e um totem com informações sobre o local. “Vamos explorá-lo turisticamente”, disse o prefeito.

A entrevista foi ilustrada com vídeo mostrando fotos, mapas e croqui (desenho) do local. Foram exibidas duas garrafas de vinho, frascos de remédio e dois tijolos de fabricação antiga encontrados no local. “As garrafas nos remetem para o século XIX”, afirmou o arqueólogo Manoel Gonzalez, do Centro Regional de Pesquisas Arqueológicas.

De acordo com o prefeito, a partir de agora, toda obra subterrânea terá acompanhamento arqueológico. Para isso foi formada equipe multidisciplinar, com arqueólogos, historiadores, engenheiros e arquitetos. Os trabalhos de prospecção no Gonzaga vão continuar com a ajuda de equipamentos (munidos com câmeras) e escavação manual, sem atrapalhar as obras de reurbanização do eixo turístico.

Encontrada galeria de 120 anos no subsolo da Ana Costa

tunel

A descoberta de uma galeria submersa na avenida Ana Costa, no trecho entre o Shopping Parque Balneário e a orla pode desvendar um mistério de aproximadamente 120 anos e mudar um capítulo da história da cidade. O achado deu-se por acaso, há 15 dias, durante uma obra da Siedi (Secretaria de Infraestrutura e Edificação).

“Durante uma escavação para trabalharmos nos dutos de infraestrutura e energia da região, foram encontrados resquícios da antiga galeria”, disse o engenheiro Glaucus Farinello, chefe do departamento de obras públicas da Siedi.

Com 18 metros de largura – ainda não se sabe o comprimento – e assoreado (coberto de areia) em boa parte de sua base, por conta da construção dos canais no início do século 20, a estrutura é composta por diversos arcos de tijolo, separados por alguns pilares feitos do mesmo material e perfil metálico, além de trilhos de bonde na parte superior dos arcos, que ajudam na sustentação do local, por conta das vigas metálicas.

Mudança

A descoberta pode reescrever a história do encontro dos dois rios, que até então presumia-se acontecer na altura do canal 3. “Essa galeria foi construída entre os anos de 1890 e 1896 e teria função de canalizar um rio que vinha dos morros e outro oriundo do porto. A descoberta contesta a versão, que muitos historiadores sustentam, de que a desembocadura dos dois rios seria na direção do canal 3.

Minha opinião é que isso acontecia na Ana Costa, contrariando os mapas. A galeria está localizada na direção da praça da Independência, caracterizando a passagem do rio. Não haveria sentido em fazer uma galeria ali se isso não acontecesse”, avalia o arqueólogo Manoel Gonzalez, diretor do Centro Regional de Pesquisas Arqueológicas, que, acionado pela prefeitura, iniciou um trabalho de pesquisa e estudo na galeria.

Entrevista

Diretor do Centro Regional de Pesquisas Arqueológicas, o arqueólogo Manoel Gonzalez é o responsável pelo trabalho de pesquisa e estudo da galeria encontrada no subsolo da avenida Ana Costa, no Gonzaga, entre a orla e a praça da Independência. Confira os principais trechos da entrevista concedida ao Diário Oficial de Santos.

Como surgiu esta descoberta?
Durante as obras de reurbanização do trecho foi encontrada uma galeria subterrânea, a qual teria canalizado o encontro de dois rios, um que vinha dos morros e outro do porto, os quais, na minha opinião, desembocavam na Ana Costa.

De que época são essas estruturas?
Por volta de 1890 e 1896 teria ocorrido essa canalização para a passagem dos bondes, que não conseguiriam passar por ali, para promover a valorização e crescimento desta região. Em 1895 também foi realizado saneamento no local, que era todo areia.

O que representa o achado arqueológico?
Agora vamos registrar a área no Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como sítio arqueológico. Com isso estamos fazendo o resgate desta história, que não foi perdida porque não foi nem mesmo registrada na época. Esta foi uma obra muito importante e de grande valor sanitário, arquitetônico e de engenharia. O achado também pode mudar o conhecimento sobre onde era o encontro dos dois rios, que para alguns historiadores ficava na área do canal 3.

Projeto para livro digital busca imagens e histórias da Zona Noroeste

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O projeto Historiando a Zona Noroeste ganhará um livro digital. A ideia é contar a história da região e reunir imagens registradas ao longo das décadas. A obra ficará disponível no site da Prefeitura.

O acervo do programa já tem mais de 100 fotografias, enviadas por entidades e moradores da área. Com a proposta do livro, o projeto volta a receber material histórico, para reforçar o trabalho.

Por isso, quem tiver fotos que registrem a história da zona noroeste pode levar o material de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, na sala 5 da Regional da Zona Noroeste (Avenida Nossa Senhora de Fátima, 456). As imagens serão digitalizadas e devolvidas.

Antigos moradores que tenham boas histórias para contar podem enviar texto para o e-mail historiandozno@santos.sp.gov.br. Imagens digitais também podem ser mandadas para este endereço.

Historiando

Resgatar a memória e fortalecer a identidade da Zona Noroeste, além de valorizar seus moradores é o objetivo do ‘Historiando’. A iniciativa reúne secretarias da prefeitura, empresas, entidades e moradores da região.

Fazendas Paulistas históricas é tema de exposição do Museu do Café

museu cafe

As antigas fazendas paulistas constituem hoje um patrimônio de inestimável valor, dispondo de informações
que retratam o desenvolvimento e história do Brasil. São como cenários, que demonstram importantes
aspectos do século XIX, época em que o café era o protagonista da economia do País. Parte dessas valiosas
fazendas, algumas também do século XVIII, estarão expostas na nova exposição temporária do Museu do Café, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, “Fazendas Paulistas: Patrimônio Cultural Rural”.

A mostra relata por meio de fotografias, textos e objetos, o passado e o presente de dezesseis fazendas históricas do interior de São Paulo.

A arquitetura, decoração, os espaços de produção e transformação do café, e a maneira de vida das famílias
proprietárias e dos trabalhadores, compõem diferentes formas de leitura sobre a história do café, do Estado e
do País. A exposição conta com 16 painéis com imagens de fazendas paulistas, distribuídas em regiões do
Estado que abrangem as cidades de Queluz, São José do Barreiro, Lorena, Itu, Limeira, Cajuru, Mococa, Santa Cruz das Palmeiras, Descalvado, Pinhal, São Carlos, Dourado e Jaú.

Além das imagens e textos, um dos objetos de destaque da mostra é o arado de aiveca, do início do século XX, instrumento que funcionava por tração animal, utilizado para arar a terra antes da plantação.

As imagens registradas pelo fotógrafo Haroldo Palo Jr. e os textos da Prof.ª Dr.ª Maria Ângela Bortolucci, da
Universidade de São Carlos – UFSCAR, são resultado de um projeto de políticas públicas sobre fazendas
históricas do Estado de São Paulo, financiado pela FAPESP no período 2008 a 2012. Segundo o coordenador
geral do projeto e assessor de pesquisa do Centro de Memória da Unicamp (CMU), professor Marcos Tognon,
as fotografias reunidas oferecem uma noção do trabalho realizado em campo por pesquisadores da Unicamp,
USP e UFSCar.

A exposição fica em cartaz até 18 de abril. O Museu do Café fica à rua XV de Novembro, 95, no
Centro Histórico de Santos. Seu horário de funcionamento é de terça a sábado das 9h às 17h, e aos domingos
entre 10h e 17h.

Os ingressos para visitação custam R$ 5, estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia entrada. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado das 9h às 18h, e aos domingos entre 10h e 18h. Outras informações estão disponíveis no site www.museudocafe.org.br

 

Exposição “Fazendas Paulistas: Patrimônio Cultural Rural”
Data de inauguração: 15 de março
Horário: 18h30
Local: Museu do Café
Endereço: Rua XV de Novembro, 95

 

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