11ª edição do Evangelismo de Carnaval da Igreja Bola de Neve

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Uma arena gigantesca – com arquibancadas, cantinas, sushi bar e barraca de açaí – acomodará o público. Ao fundo da arena, brinquedos infláveis e pula-pulas farão a alegria das crianças. O arrastão sairá por volta das 12h do canal 2, anunciando o Evangelho.

Este ano as atrações musicais ficarão a cargo da Tribo de Louvor, Nengo Vieira e Thalles Roberto, além de bandas convidadas

Dia: 01/03/14
Horário: 12h (início do evento) e 15h (shows)
Valor: Gratuito
Classificação: Livre
Site: http://www.evangelismo2014.com.br
Local: Arena montada na praia, próximo ao Canal 2, em frente a Rua Quintino Bocaiúva – Gonzaga)

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Carnaval da Bola de Neve

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No dia 1º de março de 2014 acontece a 11ª edição do evangelismo de carnaval da Igreja Bola de Neve em Santos. A cada ano o evento toma proporções surpreendentes.

O que antes era uma estrutura bem elaborada para acomodar os participantes com tendas e lounges entre o arrastão evangelístico e a adoração na areia, se transformou em uma arena gigantesca com arquibancadas, cantinas, sushi bar, barraca de açaí e muito mais. Ao fundo da arena, brinquedos infláveis e pula-pulas fazem a alegria das crianças. A estrutura sonora que poderia ser ouvida até mesmo no andar mais alto.

“Muito maior que eu imaginei”. Seja sussurrada ou a plenos pulmões, essa frase sempre é ouvida em toda edição do evangelismo. A estrutura por trás desse evento também precisa ser imensa: dois geradores, duas ambulâncias, equipes de filmagem, fotografia e mais de 150 voluntários que fazem funcionar com excelência este complexo cultural do Reino.

O arrastão sairá volta do meio-dia do canal 2. Este ano estima-se mais de 3000 pessoas para, de guarda-sol em guarda-sol, falarem do amor de Deus, da graça de Jesus, orarem e anunciarem o Evangelho.

Adoração

Este ano a adoração ficará a cargo da Tribo de Louvor, Nengo Vieira e Thalles Roberto.  Além destes adoradores, muitas bandas convidadas apresentam as canções de adoração a partir das 15 horas.

 

Serviço

Evangelismo de Carnaval 2014

1º de março – a partir das 12 horas

Canal 2, em frente a rua Quintino Bocaiúva – Santos

 

As vestes de louvor podem ser adquiridas pelo site:

www.evangelismo2014.com.br

 

Quermesse da Basílica do Embaré começa no dia 24

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Os voluntários da Basílica de Santo Antônio do Embaré estão finalizando os preparativos para a tradicional festa junina da paróquia, que começa dia 24 de maio e se estende até 30 de junho.

A festa acontecerá nas casas 6 e 8 da Rua Padre Visconti, ao lado da Igreja, todas as sextas, sábados e domingos. A quermesse também funcionará nos dias da trezena de Santo Antonio, assim como no dia de Corpus Christi, sempre a partir das 19 horas.

Quem for poderá degustar muitos quitutes deliciosos, como caldo verde, pipoca, churrasco, cachorro quente, pastéis e a campeã dos pedidos, tainha na brasa, além de bolos, arroz doce, canjica, quentão e vinho quente. Tudo feito pelas equipes das Pastorais e Movimentos da Paróquia e por voluntários da comunidade.

 

Jornal da Orla

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Conjunto do Carmo – Santos

conjunto do Carmo

O Conjunto do Carmo em Santos é considerado como um dos mais antigos relicários do barroco brasileiro. Patrimônio Nacional desde 1940, possui duas igrejas : uma do século XVIII, Igreja da Venerável Ordem Terceira do Carmo, associação religiosa leiga, destaca-se pelos altares de madeira de estilo rococó e pelas telas do frei Jesuíno do Monte Carmelo (1764-1819) e pela pia de água benta de 1710. Os altares laterais possuem imagens de Cristo na Via Sacra são considerados mais importantes da Baixada Santista pela unidade de estilo graças a isso o templo é conhecido como a Igreja da Paixão de Cristo, foi abençoada no dia 08 de Abril de 1760.
A igreja dos freis carmelitas ao lado é a mais antiga; é do século XVI (1599) tem junto de si o Convento e foi tombada pelo Condephaat em 1981 e pelo Condepasa em 1990. Os altares dourados em madeira são de estilo barroco e adornados por imagens devocionais do século XVIII. No presbitério possui cadeirais em jacarandá que eram utilizadas para a celebração do ofício dos frades. Também em destaque possui as telas de Benedito Calixto e belíssimos tocheiros.

As igrejas são unidas por torre com campanário criando uma fachada incomum no barroco revestida de azulejos marianos originais do século XIX.
As missas acontecem diariamente. Durante a semana a missa das 12:30 h é dedicada aos comerciários. No segundo domingo do mês, a missa das 11 horas é acompanhada de Canto Gregoriano.

Convento do Carmo

Praça Barão do Rio Branco nº. 16
Bairro Centro Histórico
tel. 3234-5566

Missas de segunda à sexta às 7:30h, 12:30h e 18 horas, aos sábados às 17 horas e aos domingos às 8h, 11h e 18 horas.

Horário de Expediente da Secretaria: De Segunda-feira a Sexta-feira das 8:00 as 12:00 h e das 13:00 às 17:30 horas.

Show gospel gratuito nas praias de Santos

show gospel

A igreja Bola de Neve organiza um dos maiores eventos evangélicos da Baixada Santista. A oitava edição do ‘Evangelismo de Carnaval’ é realizada no Canal 2, em frente à rua Quintino Bocaiúva.

Cantores consagrados do segmento gospel já confirmaram presença,como:

Nengo Vieira e Tribo de Abraão

Dominic Balli

Tribo de Louvor

Companhia de teatro Gálatas

Santa Geração

André Valadão

Data: 09 de fevereiro de 2013

Horário de início: meio-dia

Concentração: Arena Bola no canal 2 (em frente a Rua Quintino Bocaiúva)

Horário dos shows: 16 horas, logo após o arrastão evangelístico

Informações: (13) 3224-4979 / igrejasantos@boladeneve.com / www.ctadoradores.org

Turistas aproveitam roteiro de visita cultural nas igrejas

turismo religioso

Nem mesmo o tempo chuvoso desta quinta-feira (10) foi motivo para desanimar os turistas que estão curtindo a cidade. Passeando com a família pela orla, Josélia Berso de Oliveira, em Santos pela primeira vez, se encantou com a imponência da Basílica de Santo Antônio do Embaré. Ao visitá-la foi recebida pelo vovô Antônio Ulisses Ernesto Piotto, que apresentou o templo.

Piotto é um dos monitores do programa Visita Cultural às Igrejas, promovido pela prefeitura e que oferece visitação gratuita em cinco igrejas de relevância cultural, histórica e arquitetônica. Além da Basílica do Embaré, também fazem parte o Santuário do Valongo (bairro do Valongo), Catedral e Convento e Ordem Terceira do Carmo (ambos no Centro Histórico).

“Achei esta ideia muito bacana. Não lembro de ter visto nada parecido em outro lugar. É bem organizado e recebemos explicações ótimas”, disse Josélia, de São José do Rio Preto.

‘Vovô Sabe Tudo’ dá charme especial ao programa
O roteiro de visitação às igrejas tem um ingrediente especial: a monitoria é feita por dez participantes do programa municipal Vovô Sabe Tudo. Eles recebem ajuda de custo de um salário mínimo por dedica algumas horas da semana para compartilhar seus conhecimentos. Em 2012 as igrejas do roteiro receberam 15.655 visitantes.

Curiosidade: O que distingue igrejas, catedrais e basílicas?

Leonardo José Rocha, leitor da revista Veja , fez a seguinte pergunta ao colunista Sergio Rodrigues:

Qual a diferença entre basílica, igreja, catedral e semelhantes?

Das palavras mencionadas por Leonardo, basílica é a mais antiga. Segundo o dicionarista José Pedro Machado, seu primeiro registro data de 870 como (baselica), o que nos lança no limiar da pré-história da língua. Sua origem é o termo basilica, que o latim tinha ido buscar no grego basiliké e que designava a princípio um grande edifício público em que se misturavam serviços como tribunais e comércio. Mais tarde os cristãos usaram esses locais para se reunir. As primeiras igrejas erguidas por eles herdaram o nome.

igrejaIgreja Nossa Senhora do Rosário

Igreja, termo do século 13, teve percurso etimológico semelhante: partiu da matriz grega ekklesíae fez escala no latim ecclesia – palavra que se dá a ver mais claramente no adjetivo eclesiástico, por exemplo. O significado original era amplo – “assembleia, reunião pública, ajuntamento” – e mais tarde tornou-se restrito como “ajuntamento de cristãos para a celebração do culto”. A acepção de local onde se dava essa reunião veio por metonímia.

catedral de santosCatedral de Santos

Catedral é a palavra mais recente das três, datada de 1344. Nasceu no latim medieval como forma reduzida de ecclesia cathedralis, isto é, igreja onde tinha assento (cadeira, cathedra) o bispo.

Quanto aos sentidos modernos dessas palavras, igreja é o termo genérico: catedrais e basílicas também são igrejas, embora nem toda igreja possa ser chamada de catedral ou basílica. O que as distingue é a hierarquia eclesiástica.

Catedral é a principal igreja de uma diocese, onde se encontra o trono episcopal. Ou seja: para haver catedral, é preciso haver um bispo associado a ela.

basilica santo antonio embareBasílica Santo Antônio do Embaré

A basílica é mais importante ainda. Segundo o Houaiss, trata-se de uma “igreja católica que goza, conforme o direito canônico, de certos privilégios: dispor de altar reservado ao papa, ao cardeal ou ao patriarca, e não estar submetida à jurisdição eclesiástica local, o que lhe confere status internacional”.

Revista Veja

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Embaré celebra 137 anos

Um verdadeiro paradoxo. Enquanto em algumas vias  surgem prédios enormes, que assustam qualquer um, o trânsito é complicado, o som das buzinas dita o ritmo; em outras, é possível contemplar a beleza de antigas residências da Santos de antigamente, ouvir o som dos bem-te-vis nas árvores que tomam conta do cenário e conversar, tranquilamente, com a cadeira na calçada, com o vizinho ao lado, seja sobre a novela, ou qualquer outro tema que pode ser tão agradável como aquele precioso momento em meio à cidade em franca expansão.

Assim pode ser resumido o Embaré, o mais populoso bairro da cidade. Segundo o IBGE, 37.807 pessoas têm a oportunidade de morar em um núcleo que mistura a história e o crescimento nas suas vias, que abriga a imponente basílica do Embaré e a simples bomboniére que atende, há dezenas de anos, os alunos do colégio Cidade de Santos. O Embaré de tantos vultos, como Pedro Lessa, Senador Dantas, de Benjamin Constant e Castro Alves.

O bairro sintetiza o grande dilema, o paradoxo vivido atualmente pelo santista: ver, caminhando juntos, o desenvolvimento e a modernidade dos empreendimentos que saltam aos olhos, sem tirar o pé do passado e das tradições da vida caiçara que outrora ditavam o ritmo daqueles que escolheram o bairro para viver e não querem mais sair.

É esse Embaré que completa, neste domingo (16), 137 anos de boas histórias. A região começou a crescer no ano de 1875 e as primeiras habitações surgiram das mãos do Visconde do Embaré, que tinha diversas terras nesta região e começou a compartilhá-las. Primeiro foram construídas escolas e hospitais.

Depois, uma pequena capela, que hoje dá lugar à imponente Basílica. Com certeza, o pontapé para o crescimento da área. A praia hoje é uma das mais famosas da cidade, procurada por esportistas e banhistas.

De lá pra cá, o desenvolvimento é a marca do bairro, que mescla as áreas de serviço, comércio e a residencial com harmonia. Prédios começam a surgir, mas o que têm aparecido com muita frequência no lugar dos antigos chalés são as casas sobrepostas. Mas o que os moradores querem é que o futuro não deixe aquele ar do passado de lado.

Ponto Turístico

Igreja do Embaré

A arquitetura neogótica da Basílica Menor de Santo Antônio do Embaré manifesta-se em arcos ogivais, vitrais e rosácea, embora esta possua a esfinge do padroeiro, quando o gótico exigiria representações de Cristo e Nossa Sra.

Embora a decoração não seja gótica, os relevos de leões, dragões e outros animais híbridos, próprios do gótico arcaico usado na Alemanha, são creditados à ascendência do artesão. Conta-se que o altar-mor saiu maior que a encomenda e precisou ser cortado, para caber no abside. Ladeado por dois anjos esculpidos em madeira, o magnífico órgão conta com cerca de 3.800 tubos.

A igreja originou-se de uma capela erguida em 1875, pelo Barão do Embaré. Foi entregue em 1913 aos frades franciscanos, que iniciaram a nova edificação em 1930. Inaugurada em 1945, em 1952 foi elevada à categoria de basílica pelo Papa Pio XII.

Jornal da Orla

Festa de Corpus Christi

Festa da religião católica que celebra a presença de Jesus Cristo na eucaristia, o feriado de Corpus Christi, celebrado nesta quinta-feira, terá uma programação voltada para procissões e a confecção dos tradicionais tapetes nas ruas das paróquias das cidades da Baixada Santista.

Com desenhos dos mais variados, focando, principalmente, a eucaristia, os tapetes são feitos com vários tipos de material que garantem o colorido da procissão.

Confirma a programação em Santos:



Catedral de Santos – 9h30 – Missa presidida por dom Jacyr Francisco Braido.

N. Sra. Aparecida – 29/5 a 6/6 – 19h – Novena em louvor ao Santíssimo Sacramento. 7/6 – 16h – Missa. 18h – Missa campal e procissão. Pedem mantimentos para  o tapete solidário.

Convento N. S. do Carmo (Centro de Santos) – 18h – Missa

Igreja Santa Cruz – 7h30 e 18h30 – Missas.

Paróquias Sagrada Família e S. Margarida Maria – 17h – Missa na Sagrada Família e procissão para a S. Margarida.

S. Benedito – 19h – Missa

S. Judas – 19h – Missa

Par. N.S. do Carmo (Ponta da Praia) – 9h – Missa.

Basílica de Santo Antonio do Embaré – 16h – Missa. Pedem cobertores e toalhas de banho para o tapete solidário. Levar na secretaria paroquial.

Par. Senhor dos Passos – 18h30 – Missa. Pedem material de higiene pessoal para a Pastoral Carcerária e para o menino Enzo (ajudado pela paróquia).

Par. São Paulo Apóstolo – 10h – Missa. Pedem cobertores e agasalhos para o tapete solidário. Levar na Secretaria paroquial.

Par. São Tiago Apóstolo – 16h – Missa e procissão.

Par. São João Batista (Morro da Nova Cintra) – 15h – Início da confecção dos tapetes. 18h – Missa

Sagrado Coração de Jesus – 9h – Missa. Adoração ao Santíssimo durante todo o dia. 18h30 – Bênção do Santíssimo. 19h30 – Missa Solene

Santuário Santo Antônio do Valongo – 19h – Missa

Par. Imaculado Coração de Maria – 19h – Missa e procissão.

Par. São José Operário – 18h30 Missa.

Par. N. Sra. dos Navegantes – 9h Missa. 18h – Missa e procissão

Capela Santa Edwiges  – 8h – Confecção dos tapetes. 19h30 -Missa e procissão.

Par. São Jorge Mártir – 19h – Missa

Rosário de Pompéia – 8h- Santa Missa e exposição do Santíssimo Sacramento. Das 9h às 16h – Adoração ao Santíssimo

Sacramento. 17h – Santa Missa com Bênção do Santíssimo

Igreja do Bom Pastor (Ana Costa) – 19h30 – Santa Missa com Bênção do Santíssimo

 

A Tribuna

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Semana Santa será lembrada com programação na Catedral

A Catedral (Praça José Bonifácio, Centro Histórico) preparou programação especial até domingo (8) para comemorar a Semana Santa. Nesta quinta (5) haverá missas de Crisma, às 9h e Ceia do Senhor, às 20h. Sexta-feira (6), às 8h, está marcado o início da Adoração do Santíssimo Sacramento e; às 15h, será celebrada a cerimônia Paixão do Senhor, com leitura da Paixão, adoração da cruz e comunhão. Às 19h, ‘Procissão do Senhor Morto’ e encontro com Nossa Senhora das Dores, na Casa João Paulo II (Rua Sete de Setembro, 47, Vila Nova). Os fiéis podem levar velas para o cortejo.

No Sábado de Aleluia (7), às 19h, haverá Benção do Fogo e do Círio Pascal, anúncio à Ressurreição, lituras bíblicas, canto da glória, renovação das promessas do batismo e, por fim, vigília pascal.

No domingo serão realizadas missas às 9h e às 18h, na Catedral; às 10h, na Igreja Santa Josephina Bakhita (Rua República Portuguesa, 18, Vila Mathias); e, às 16h, no Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat. Apoio: prefeitura. Informações: 3232-4593.

Igreja Santa Josefina Bakhita

Dia 04 de fevereiro de 2006 foi inaugurada a Igreja Santa Josefina Bakhita, a primeira em homenagem à santa, no Estado.

O local escolhido para abrigar o templo é a Rua República Portuguesa, 20, Bairro da Vila Mathias. A cerimônia de inauguração será presidida pelo bispo diocesano dom Jacyr Francisco Braido.

Santa Bakhita, que tem milhares de devotos no Município, era africana, foi escrava e morreu em 8 de fevereiro de 1947, no Instituto Canossiano, na Itália. Ela foi canonizada pelo então papa João Paulo II em 1º de outubro de 2000.

Para que fosse declarada santa, era preciso a comprovação de um milagre e ele aconteceu aqui na Cidade, tanto que a Catedral tem um altar para Santa Bakhita.

O milagre foi a cura de Eva da Costa Onishi, que tinha diabetes. Vinte e quatro horas após invocar a santa e esfregar a imagem (santinho) nas feridas que tinha nas pernas, elas voltaram ao normal, curadas.
O episódio aconteceu em 27 de maio de 1992. As zonas das chagas permaneceram pigmentadas, como que para comprovar tal milagre. “A santa é tão querida que merecia uma igreja em sua homenagem aqui em Santos e é a primeira igreja para ela no Estado. Já são três anos de luta para construirmos”, declarou o padre José Paulo, da Catedral.

A Igreja Santa Josefina Bakhita é uma das comunidades da Catedral e faz parte do projeto da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) Queremos Ver Jesus – Caminho, Verdade e Vida. “O objetivo é trazer comunidades pobres para a igreja. Aqui ela está próxima da Vila Nova, Mercado e Paquetá e trará as pessoas para cá”, prevê o padre.

As missas na igreja serão celebradas pelo padre José Paulo aos sábados, às 18 horas. O templo tem capacidade para 200 fiéis sentados.

Todos os dias acontecerão atividades com pessoas da paróquia (Catedral) e com as irmãs canossianas, que atuam desde 1948 na Paróquia da Catedral de Santos.

Centro Comunitário – A obra teve início em 10 de dezembro de 2004, com investimento de aproximadamente R$ 280 mil, que foi custeado pela Catedral e pelos santistas, conforme padre José Paulo.

A área total do local é de 494 metros quadrados, com corpo da igreja, banheiros femininos e masculinos, além da sacristia e Centro Comunitário, na Rua Henrique Ablas, 8 (atrás da igreja).

A comunidade das imediações poderá participar de atividades no local, com espaço destinado para a Pastoral da Criança, banheiros, cozinha, sala de catequese, salão de festas para as crianças e copa.

História de Santa Josephina Bakhita

Uma santa não só para as irmãs Canossianas e para o povo de Schio, mas para a Igreja toda. Uma filha da África elevada às honras do altar, protetora dos pobres e os abandonados, no alvorecer do novo século.

A aventura de Bakhita é uma provocação para nos colocar em confronto entre o “ser” e o “não ser”, entre a justiça e a injustiça. Entre o colocar-se no centro do próprio mundo, como se fosse seu dono, e deixar espaço ao outro, qualquer que seja ele, sem distinção. Entre o amor e o não amor que faz definhar a vida de tantas pessoas.

Sudão – um povo pacífico, os dajiús, negros puros. Ao longe do povoado de Olgossa, na região ocidental de Darfur, avista-se o vulcão agora calmo e, mais perto, a árvore sagrada rodeada de cabanas e a de seus antepassados. Os rebanhos têm bom pasto, mas vem a seca e o povoado se transfere para Nayala. As famílias grandes se reúnem. É lá que a menina vive.

Chegam os salteadores e levam a filha mais velha, uma bela negra. Dois anos depois, no dia fatídico, a pequena menina é capturada por dois desconhecidos. Suplica que a deixem ir, mas, violentos, ameaçam-na com o chicote e perguntam: “Qual é o teu nome?” Diz o outro rindo, “Ela não tem nome” então vamos chamá-la “Bakhita”.

Começa aí a tortura da menina; no vilarejo é trancafiada numa cabana. De povoado em povoado, o grupo de escravos aumenta e muitos são mortos, outros vendidos. Bakhita tem uma companheira e, juntas, conseguem fugir, porém cairão novamente em mãos do mercador. São chicoteadas por qualquer deslize ou mesmo para descarregar a raiva, até as meninas serem reduzidas a dois montes de carne sangrenta.

Passa o tempo até que a mandam procurar o cônsul italiano. Bakhita, resignada, vai, recebe alimento e dorme, não acreditando que sua vida mudara. As tropas rebeldes se aproximam de Cartum e o cônsul vai voltar para a Itália. Bakhita suplica para ir junto, e ele cede.

Dezembro de 1884. Na Itália o cônsul Calisto Legnani compra a escrava Bakhita do cruel general turco. Bakhita se afeiçoa ao cônsul Calisto. Mas Augusto Michiele e esposa devem voltar à África. Bakhita cuida da filha deles, chamada Mimina, e fica em Veneza, no Instituto dos Catecúmenos, com as freiras canossianas. Aí começa a sua instrução religiosa.

Bakhita gostaria de ser cristã? Sim, irmã, gostaria muito.”Quando vejo o sol, a lua e as belezas da natureza, eu me pergunto: quem fez todas estas coisas? E sinto uma vontade de conhecê-lo, de vê-lo…”

Bakhita se recusa a acompanhar Maria Turina e Mimina de volta à África. A senhora se revolta e a chama de escrava ingrata, mas Bakhita persiste e diz que não deixará a casa do Senhor. O cardeal de Veneza, Domenico Agostini, interveio na questão, contestando o procurador do Rei. Disse ele: “Nós estamos na Itália e aqui não há escravidão, portanto, aqui Bakhita é livre”.

Numa reunião extraordinária no Instituto dos Catecúmenos, estando o cardeal, o procurador do Rei, a senhora Maria Turina, acompanhada de uma amiga e de um advogado, o procurador diz: “Senhora, desde que Bakhita está na Itália, é uma mulher livre. Pode fazer o que quer”.

A senhora se retira dizendo à filha: “Vamos, Mimina, Bakhita não merece teu afeto”.

Era 29 de novembro de 1889. Para Bakhita começava uma nova vida. Ela se prepara para o batismo. Já tem 18 anos.

O próprio cardeal de Veneza administra-lhe os três sacramentos de iniciação cristã: batismo, crisma e eucaristia.

Quatro anos se passaram, felizes e frutuosos. Bakhita não fica inativa. “Gostaria de me tornar irmã…” E a madre escreve para a superiora-geral. A madre vem e, no dia 7 de setembro de 1893, ela ingressa no noviciado naquele mesmo instituto.

Em 8 de dezembro de 1896, em Verona, Bakhita emite os votos de pobreza, castidade e obediência, na mesma casa onde vivera a fundadora das Filhas da Caridade, Santa Madalena de Canossa. E, então, ela foi transferida para Schio, cuja edificação aparece à direita de Santa Bakhita no quadro pintado por mim e doado ao povo de Santos, na pessoa de seu bispo diocesano dom Jacyr Braido.

O bispo de Trento queria conhecê-la e ela, numa reverência, escorrega e cai por terra. E ele diz: “Obrigado, irmã, uma saudação verdadeiramente original”. Em 1933, uma irmã recém-chegada da China tem uma idéia: por que não fazer com que nossas comunidades conheçam a irmã Bakhita?

Ela não é mais jovem, porém durante dois anos participa de encontros em muitos lugares da Itália. Sua história dramática, às vezes trágica, impressionava. É apresentada a uma escritora.

Chega outra guerra, que enfrenta tranqüila. Mas os anos pesam e ela sofre de bronquite asmática, artrite e arteriosclerose.

Sofre muito. As pernas enfraquecem e precisa de cadeira de rodas. Pede para ir diante de El Paron e reza, dizendo a Deus: “Eu não tenho nada para Lhe dar…” Olha a imagem de Jesus: “Obrigada por tudo que me destes, eu vou indo devagarzinho rumo à eternidade”…

Oração a Santa Josephina Bakhita

Ó Santa Josefina Bakhita, que, desde menina, foste enriquecida por Deus com tantos dons e a Ele correspondeste com todo o amor, olha por nós.
Intercede junto ao Senhor para que cresçamos no Seu amor e no amor a todas as criaturas humanas, sem distinção de idade, de raça, de cor ou de situação social.
Que pratiquemos sempre, como tu, as virtudes da fé, da esperança, da caridade, da humildade, da castidade e da obediência.
Pede, agora, ao Pai do Céu, oh Bakhita, as graças que mais preciso, especialmente (pedido).
Amém.

 

 

 

 

Fonte Catedral de Santos

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