Passeios de Escuna – Santos

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A escuna Mestre dos Mares fará vários passeios este final de semana!!

Horários de embarque: 10h40 – 12h40 – 14h40 – 16h40

Preço: Adulto: R$ 20,00 – Criança de 4 a 10 anos : R$ 10,00 Idoso: R$ 10,00

Venha conhecer belas paisagens do Litoral Paulista!!!!

Saída: – Ponte Edgard Perdigão – Ponta da Praia

Fone: 13 3014-8228 / 13 9713-2573

Museus Santistas

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Passeio de Escuna

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Para aproveitar as férias, que tal um passeio náutico pela baía de Santos? As escunas, que ficam à disposição dos turistas, saem do atracadouro da ponte Edgar Perdigão, na Ponta da Praia, deixando para trás os prédios e o trânsito.

O trajeto percorrido pelas embarcações passa pela Fortaleza da Barra Grande (construída em 1584), pela pequena Praia do Góes e pela minúscula Praia de Sangava, todos os três pontos turísticos na costa de Guarujá. O passeio inclui a Ilha das Palmas, onde funciona um restrito clube de pescadores. Lá, a escuna dá uma pausa para quem quiser mergulhar.

Quando retorna à ponte Edgar Perdigão, após 1h30 de passeio, os passageiros – a maioria de turistas – entendem de forma diferente três as cidades: Santos, São Vicente e Guarujá.

O trajeto pela Baía de Santos passa pela Fortaleza da Barra Grande, Praia do Góes, Praia do Sangava, Ilha das Palmas, orla e cais de Santos. As saídas acontecem a cada 20 minutos todos os dias da semana, das 9h20 às 18h40. São operadas por três empresas: Genesis-Gemini (tel: 2202-4390, 9787 9380, Escunas Bravo Tur (3014-8228 e 9706-32 88) e Turismo no Mar (9721- 1200 e 7806- 4164).Já o turismo náutico por Guarujá, São Vicente e orla de Santos (3h40 de duração) também inclui: Praia do Major (parada para mergulho) Praia do Guaiuba, Ilha do Mato (outra parada para mergulho) Ponta do Manduba, Ilha Porchat e Ilha Urubuqueçaba. Saída só aos finais de semana, às 9h55 e às 13h55.

Este trajeto é operado pela Genesis-Gemini (telefones 2202 4390 e 9787 9380). As saídas ocorrem do Terminal de Passageiros (ponte) Edgar Perdigão (Av. Saldanha da Gama s/nº Ponta da Praia, Santos).

 

ATribuna

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Programa Praia Acessível oferece cadeiras especiais para deficientes

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Pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção podem participar do programa Praia Acessível, nesta sábado (1º), e tomar banho de mar em cadeiras adaptadas. O programa é promovido nos finais de semana e, neste mês, segue até o dia 30, na praia do Boqueirão, ao lado do canal 3, das 10h às 17h, numa parceria da prefeitura, por meio da Secid (Secretaria da Defesa da Cidadania), e governo estadual.

Os interessados podem se dirigir à tenda montada na faixa arenosa, junto à passarela ao lado do canal, onde estão disponíveis seis cadeiras (tipo anfíbias). A inscrição é feita no próprio local, após breve entrevista e assinatura de termo de responsabilidade para uso do equipamentos.

Cada participante pode usufruir das cadeiras por 30 minutos e conta com o apoio de fisioterapeutas e auxiliares. Mais informações pelo telefone 3201-5075.

 

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Baixada deve ter temperaturas mais baixas nesta semana

A Baixada Santista deve ter temperaturas mais baixas durante a semana. Uma frente fria acompanha o ciclone extratropical e deve deixar o céu predominantemente nublado e com chuvas.

Segundo o Instituto Climatempo, essa é uma das características do outono. A região registrou dias quentes na última semana e muito frio na anterior, marcando a transição entre o verão e o inverno.

A ventania deixa o mar agitado e gera grandes ondas que vão se espalhar pela costa da Região Sudeste nos próximos
dias.

Segundo o Climatempo, o mar sobe rapidamente no Litoral de São Paulo e as ondas podem chegar a 1,5 metro. Há risco de ressaca.

 A Tribuna
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Decreto modifica ingresso de embarcações no mar

Com a tragédia ocorrida em Bertioga, onde um jet-ski desgovernado causou a morte de Grazielly Almeida Lames, de apenas 3 anos, aumentou a preocupação da população e das autoridades com este tipo de embarcação, que costuma navegar muito próximo da praia. Para garantir maior segurança aos banhistas em Santos, o prefeito João Paulo Tavares Papa regulamentou lei municipal que altera a entrada e saída de embarcações destinadas à prática de esportes no mar.

“É pelo risco de um acidente que disciplinamos esta prática. Queremos que todas as modalidades esportivas se desenvolvam com harmonia” declarou o prefeito. Para o capitão dos Portos, Gerson Luiz Rodrigues Silva, a iniciativa da Prefeitura não visa prejudicar nenhuma prática esportiva. “Nosso objetivo é preservar vidas e este decreto garante a segurança dos banhistas e praticantes desses esportes”.

Assim, a partir de 16 de março a entrada e saída de embarcações motorizadas no mar passa a ser feita apenas pelas rampas públicas de acesso localizadas entre a Ponte Edgard Perdigão e a rua Francisco Hayden, na Ponta da Praia. Já as não motorizadas como caiaques, canoas havaiana e pranchas à vela, poderão ingressar pelas rampas existentes entre a Ponte Edgard Perdigão e a rua Carlos de Campos, e pelo centro de apoio náutico, em frente ao Aquário.

Leis serão mais duras

Depois dos acidentes ocorridos, a Marinha decidiu estabelecer novas regras e a partir de 2 de julho o interessado em obter a carteira de motonauta (diferente da antiga carta arrais) para o caso do jet ski terá que fazer a prova teórica e ao menos quatro horas de aulas práticas. Atualmente, a pessoa consegue a habilitação apenas com um exame de 40 questões de múltipla escolha. Além disso, é preciso ter no mínimo 18 anos e apresentar atestado médico que comprove o bom estado psicofísico do candidato. A Prefeitura de São Paulo também visa alterar as regras que permitem o uso do veículo em represas da cidade.

A iniciativa da Marinha deve contribuir para melhorar a formação dos pilotos, mas não é suficiente para resolver o problema dos acidentes verificados recentemente, na opinião do presidente da Associação Brasileira de Jet Ski, Luiz Marcelo Teixeira. Segundo ele, o maior número de casos de acidentes é causado por pessoas sem habilitação e para que a fiscalização da Marinha fique mais eficiente o ideal seria que as prefeituras apoiassem o órgão.

O número de motos aquáticas registradas em 2011 pela Capitania dos Portos equivale a quatro vezes à quantidade de 2001. No ano passado, foram incluídos quase 3 mil veículos no cadastro da Marinha, contra 577 em 2001. No Brasi,l existem 65.134 jet skis registrados e a Marinha emite, em média, cerca de 5.500 habilitações para todas as categorias de amadores (arrais, mestre, capitão e motonauta) por mês.
Regras básicas
No caso dos jet skis, a chave de segurança deve estar atada ao colete salva-vidas ou ao pulso do condutor, por exemplo. Assim, caso a pessoa caia do equipamento, a chave sai da ignição e a máquina ou para automaticamente ou tem a velocidade reduzida, fazendo movimentos circulares, evitando que seja projetada em direção a outras pessoas.

A habilitação só permite a chamada navegação de interior. Ou seja, em águas abrigadas, como lagos, lagoas, baías, rios, açudes e canais ou parcialmente abrigadas, como as enseadas. À altura das ondas, as condições de vento e agentes ambientais também são consideradas. Se as condições do mar e do tempo dificultam o tráfego, mesmo em águas abrigadas, não é consentido que o motonauta navegue. A embarcação não é homologada para realizar navegação costeira.
Idealizado como brinquedo
O primeiro Jet Ski do mundo foi concebido pela Kawasaki Motors do Japão. Um dos diretores da empresa solicitou ao departamento de desenvolvimento de produtos que criasse um “brinquedo” a motor para ser oferecido de presente aos melhores clientes de seu estaleiro. E assim surgiu o Jet Ski, nome que popularizou este tipo de embarcação, assim como a marca “Gilete” passou a denominar qualquer tipo de lâmina de barbear.
Durante vários anos a Kawasaki foi a única a fabricar motos aquáticas e só depois de pelo menos 10 anos é que surgiram outros modelos, produzidos por outras fábricas, como Bombardier, Yamaha e Polaris.

 

Jornal da Orla

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O mar refresca o corpo. O Centro Histórico a memória.