Projeto visa transformar Pinacoteca Benedcito Calixto no Museu de Arte Moderna de Santos

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O projeto Amigos da Pinacoteca apresentou na manhã desta terça-feira (19), no Salão Nobre da Pinacoteca Benedicto Calixto, no Boqueirão, em Santos (SP), um plano para atrair empresários da região para o incentivo na realização de eventos no equipamento. Além disso, foi exposto também o projeto para transformar o museu em um complexo cultural que irá inserir de vez a cidade de Santos no cenário mundial do circuito internacional de exposições de arte. Trata-se da infraestrutura do Museu de Arte Moderna, a ser construído na extensa área de estacionamento que hoje se encontra atrás do casarão onde funciona o equipamento cultural. O convidado especial do café da manhã foi o secretário de Cultura Raul Christiano, que representou o prefeito Paulo Alexandre Barbosa.

O café da manhã para apresentação dos projetos contou com as presenças, além do secretário de Cultura de Santos, de Mário Flávio Leme de Paes e Alcântara, presidente da Pinacoteca, Eduardo Paulino, diretor cultural da Pinacoteca, e de Silvia Ângela Teixeira Penteado, reitora da Universidade Santa Cecília e 1ª vice-presidente da Pinacoteca. Empresários locais, convidados e representantes dos veículos de imprensa da Cidade também acompanharam o evento.

Projetado para ocupar área contígua à Pinacoteca, com entrada pela Avenida Epitácio Pessoa, o espaço foi criado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, segundo brasileiro a ganhar o Prêmio Pritzker de Arquitetura.

A iniciativa prevê estrutura com 8.180 m² de área construída. O piso térreo contará com salão de exposições de 1.135 m², café, bilheteria, loja e guarda-volumes. No primeiro pavimento ficarão auditório, biblioteca e salas de administração. No segundo, haverá grande sala de exposições, com 1.200 m². Já no terceiro andar, estarão duas galerias e espaços destinados à reserva técnica, além de salas de arquivo. No subsolo está previsto um estacionamento.

Para o presidente da Pinacoteca, é muito importante contar com o apoio do poder público local. Ele explica que assim que aprovado pela Lei Rouanet, o projeto entrará na fase da captação de recursos. O custo do Museu de Arte de Santos está estimado em R$ 37 milhões.

Silvia Teixeira explica que é muito importante para a Pinacoteca Benedicto Calixto a participação do público da Região Metropolitana da Baixada Santista. “Hoje, além da pinacoteca estar sendo reapresentada com uma grande programação cultural, nós também estamos abrindo duas frentes importantes para nossa população da Região Metropolitana. A primeira é a adesão de novos sócios, porque a Fundação Amigos da Pinacoteca quer que você se associe para você participar deste evento, como também participar de tantas outras parcerias que dispomos”, iniciou a 1ª vice-presidente do equipamento cultural.

E continuou: “. E, além disso, apresentar o novo complexo cultural, o museu que está em vias de ser fecundado, já com projeto pronto, aguardando novas adesões para que em breve os artistas locais e convidados possam vir apresentar aqui que existe de melhor”, finalizou.

Para se tornar sócio da Pinacoteca Benedicto Calixto basta acessar o site do equipamento cultural, a conta da Pinacoteca no Facebook, por telefone: (13) 3288.2857, ou pessoalmente no endereço: Av. Bartolomeu de Gusmão, 15 – bairro Boqueirão – Santos (SP). CEP 11045-400.

Pinacoteca planeja Museu de Arte Moderna de Santos

Santos pode ganhar um Museu de Arte Moderna, com a infraestrutura necessária para entrar no circuito internacional de exposições de arte. O projeto do novo complexo cultural foi apresentado pela diretoria da Pinacoteca Benedicto Calixto em audiência, no Paço, ao o prefeito Paulo Alexandre Barbosa, acompanhado dos secretários Omar Silva Júnior (Desenvolvimento Econômico e Inovação) e Raul Christiano (Cultura).

Projetado para ocupar área contígua à Pinacoteca, com entrada pela Avenida Epitácio Pessoa, o espaço foi criado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, segundo brasileiro a ganhar o Prêmio Pritzker de Arquitetura.

A iniciativa prevê estrutura com 8.180 m² de área construída. O piso térreo contará com salão de exposições de 1.135 m²), café, bilheteria, loja e guarda-volumes. No primeiro pavimento ficarão auditório, biblioteca e salas de administração. No segundo, haverá grande sala de exposições, com 1.200 m². Já no terceiro andar, estarão duas galerias e espaços destinados à reserva técnica, além de salas de arquivo. No subsolo está previsto um estacionamento.

Para Mário Flávio Leme de Paes e Alcântara, presidente da Pinacoteca, é muito importante contar com o apoio do poder público local. Ele explica que assim que aprovado pela Lei Rouanet, o projeto entrará na fase da captação de recursos. O custo do Museu de Arte de Santos está estimado em R$ 37 milhões.

A Pinacoteca Benedicto Calixto fica na Avenida Bartolomeu de Gusmão, 14, Boqueirão.

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Prefeitura constrói galpão no Valongo para o Museu Vivo Internacional

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A prefeitura constrói uma edificação de 530m² no antigo armazém 12A, no complexo do Valongo, que servirá de apoio a oficinas de manutenção dos bondes. No futuro, o galpão abrigará ainda os trilhos que servirão de base para o Museu Vivo Internacional dos Bondes, com exposição dinâmica dos veículos da Linha Turística.

Os funcionários da empresa contratada, sob supervisão da Siedi (Secretaria de Infraestrutura e Edificações), trabalham na alvenaria do segundo pavimento. Também executam serviços de hidráulica e preparam o piso para concretagem no térreo, que terá almoxarifado, local para ferramentas, sanitários e vestiários.

Já o andar superior contará com duas salas, administração, refeitório, copa, despensa, apoio e mais sanitários. O custo da obra é de R$ 1.178.862,53, provenientes do Dade (Departamento de Apoio ao Desenvolvimentos das Estâncias). A previsão de entrega é para o primeiro semestre.

Memorial do Santos é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade

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Mais de 600 troféus, vídeos, flâmulas e muita informação. Este é um pequeno resumo do Memorial das Conquistas do Santos Futebol Clube, espaço que apresenta um pouco da história centenária do time que revelou Pelé, dominou o planeta na década de 60 e que tem em seu atual plantel um dos melhores jogadores do mundo: Neymar.

Tantas atrações transformaram o museu em um dos pontos turísticos mais visitados de Santos. O local atrai amantes do futebol, torcedores de outros times e até visitantes que não gostam de futebol.

“Muitas pessoas que nos visitam torcem para outras equipes, mas se interessam pelo patrimônio e história do clube. A grande maioria é do interior de São Paulo, Capital e ABC. Durante as temporadas de cruzeiros (marítimos), recebemos muitos estrangeiros”, diz a monitora do Memorial das Conquistas, Larissa Silva Mendes.

Logo nos primeiros passos dentro do museu, é possível perceber que passado e presente se misturam. Há uma vitrine dedicada a Pelé e outra com conquistas pessoais de Neymar, como uma réplica do prêmio Puskas concedido pela Fifa, pelo gol mais bonito de 2011 e a medalha de prata original, conquistada com a seleção brasileira nas Olimpíadas de Londres, em 2012.

Há também espaços dedicados aos técnicos campeões, aos presidentes que passaram pelo clube, uniformes históricos, as conquistas do futebol feminino, bem como uma maquete da Vila Belmiro e uma sala onde é reproduzido um vídeo sobre o centenário santista.

Os recentes troféus conquistados pelo Santos, como a réplica da Taça Libertadores de 2011, são colocados em locais de destaque e estão entre os objetos mais procurados pelos visitantes. As taças dos mundiais de 1962 e 1963 também estão entre as mais admiradas.

Atualmente, o Memorial das Conquistas realiza exposições temporárias, como a do historiador Guilherme Guarchi, que conta com livros de se sua autoria (e de outros escritores) a história do Santos.

Porém, não é apenas o interior do Memorial das Conquistas que chama a atenção de quem o visita, conforme explica Larissa. “Muitos vêm com a intenção de conhecer as instalações da Vila Belmiro”, cita.
Visitantes

Fundado em 17 de novembro de 2003, o Memorial das Conquistas recebe mais visitantes a cada ano que passa. Em 2012 foi registrada movimentação recorde: 130.330 pessoas. Tanta gente gerou uma receita ao Santos Futebol Clube de R$ 693.997,00.

No ano anterior, 115.103 passaram pelas catracas do museu. A arrecadação chegou a R$ 596.160,00.
Em 2013, entre 2 e 6 de janeiro, o local já recebeu 5.524 visitantes. O pico do período foi registrado no dia 4: 1503 pessoas.

O Memorial das Conquistas fica na Rua Princesa Isabel s/nº, Vila Belmiro, dentro do Estádio Urbano Caldeira. Até o final de fevereiro, funcionará todos os dias, das 9 horas às 18 horas. A partir de março, fechará as segundas-feiras.

As visitas simples (museu e arquibancada) custam R$ 6,00. As monitoradas, que ocorrem com a presença de um guia das 10 horas às 17 horas (com início nas horas cheias), custam R$ 10,00.

Aqueles que optarem pelo ingresso mais caro, terão acesso ao museu, centro de imprensa, vestiário, área de aquecimento dos jogadores, túnel de acesso ao campo e as laterais do gramado. Em dias de jogos, não há visita monitorada e o espaço fecha quatro horas antes do apito inicial. Mais informações pelo telefone 3257-4099.

Fãs de outros times também vão ao Museu

O Santos Futebol Clube tem admiradores dos quatro cantos no País. Para chegar a esta constatação, basta visitar o Memorial das Conquistas que, diariamente, recebe uma movimentação intensa de turistas. E ontem não foi diferente.

O flamenguista Maycon Pollese é de Linhares, Espírito Santo. Está na Cidade passando férias com a família e confessa que é fã do Peixe. “Em São Paulo, torço para o Santos e gostaria que meus filhos fossem santistas. Quero conhecer um pouco mais sobre o Neymar e o estádio. Gostaria de ver um Santos x Flamengo como aquele”, diz fazendo referência a uma televisão que passava o golaço de Neymar, vencedor do prêmio Puskas 2011 como gol mais bonito do ano, e que foi anotado na derrota do Peixe para os cariocas por 5 a 4, no Brasileirão daquele ano.

Morador de São Bernardo do Campo, o técnico em eletrônica Fábio Panegossi é são-paulino, mas admite a vontade de conhecer o museu. “Quero saber mais da história do clube, do Pelé”.

Marcos Cleber Porta e Célia Karina Remazini Porta, de Itápolis, interior de São Paulo, estão hospedados em Praia Grande e foram até Santos conhecer o Memorial das Conquistas. “Sou palmeirense, mas fiz questão de vir ao museu por causa do meu pai, que é santista. E não me arrependi, pois está maravilhoso”, afirma o empresário.

Sua esposa não torce para nenhum time, mas confessa que gostou do passeio. “É muito bonito. Vale a pena”.

 

A Tribuna

 

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Museu do Café muda horário para temporada

Com a aproximação da temporada, a partir do próximo dia 12, o Museu do Café vai abrir às segundas-feiras. Com a alteração, o espaço poderá ser visitado de segunda a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos, das 10h às 17h. Interessados também podem conhecer o acervo do museu à noite, com visitas até as 21h, quinta-feira (8) e no dia 22, e em dezembro, nos dias 6 e 13.

Duas exposições podem ser vistas no museu. Uma delas, ‘A trajetória do café no Brasil’, conta a história da chegada da planta no país e as consequências do cultivo do café para o desenvolvimento do Brasil. A outra, ‘Bolsa do Café 90 anos – presente do indicativo’, lembra a construção do prédio da bolsa.

Os ingressos custam R$ 5,00. Estudantes e pessoas com mais de 60 anos pagam meia-entrada. O Museu do Café funciona na Bolsa Oficial do Café, à rua XV de Novembro, 95, Centro Histórico.

Quer uma amostra de petróleo retirado da camada de pré-sal?

Ao alcance das mãos, uma gota do valioso líquido retirado de rochas a mais de 9 mil metros de profundidade da lâmina d’água oceânica. Amostras de petróleo da camada de pré-sal podem ser retiradas, gratuitamente, na Praia das Geociências, museu a céu aberto montado na Praia do Gonzaga. São cerca de 10 mil mini-frascos à espera dos visitantes do local, que ficará aberto até o próximo sábado.

A iniciativa integra as atrações do 46º Congresso Brasileiro de Geologia, evento que reúne cerca de quatro mil participantes de 21 países, em Santos. Além do brinde, a mostra conta com réplicas e fósseis de dinossauros, maquetes do relevo do litoral paulista e da camada do pré-sal, mini-plataforma de petróleo e museu com exemplares minerais brasileiros.

Segundo o presidente da comissão organizadora do congresso, Fábio Braz Machado, o espaço pretende ser um ponto de encontro de estudantes e interessados em Ciências. “O público terá acesso a informações sobre a formação do planeta, educação ambiental e uso sustentável dos recursos naturais, como o gás, petróleo e outros minerais”.

Já as crianças podem participar de oficinas e atividades lúdicas, como a confecção de réplicas de fósseis ou espécies de dinossauros.

Outra estrela da exposição é a cabeça de um alossauro – tipo de lagarto carnívoro e bípede, que viveu há cerca de 140 milhões de anos. “A ideia é aproximar as pessoas da Geologia, ciência cada vez mais frequente ao cotidiano da maioria da população”.

Toda a formação geológica da Terra é narrada por meio de uma linha do tempo, reduzida em 12 meses e chamada de planetbook (em referência à rede social Facebook). Na escala, o ser humano se desenvolve somente no último minuto do ano. Também há equipamentos e registros das primeiras explorações científicas da então província de São Paulo, datadas do final do século 19.

Serviço: Praia do Gonzaga, próximo à Praça das Bandeiras, até sábado (dia 6). Horário: sábado e domingo, das 11 às 18 horas. Segunda a sexta, das 10 às 18 horas. Entrada Franca.

A Tribuna

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Museu a céu aberto pode ser visitado a partir de hoje; entrada é gratuita

Réplicas e fósseis de dinossauros, maquete de cinco metros do litoral de São Paulo, maquete do pré-sal, uma mini-plataforma de petróleo, museu de geociência, tudo reunido em um grande espaço na Praia do Gonzaga, em Santos, promete ser uma das principais atrações do 46º Congresso Brasileiro de Geologia.

A Praia das Geociências é um museu a céu aberto que pretende ser o ponto de encontro de estudantes, curiosos e toda a população da região. O público poderá ter acesso a informações importantes ligadas à educação ambiental, uso sustentável dos recursos oferecidos pela natureza como o petróleo, o gás e outros minerais.

“É o local perfeito para passar uma manha agradável com a família e saber como podemos preservar os recursos naturais do planeta utilizando-os de forma sustentável. Será um dos nossos principais contatos com a cidade de Santos, queremos ver o público prestigiando esse evento importante para todos”, explica Fábio Machado, presidente da Comissão Organizadora do 46º Congresso. “Quem comparecer a Praia das Geociências também vai levar como brinde uma mostra de petróleo que vamos distribuir”, completa.

46º Congresso acontece até 5 de outubro

Divulgação de novos dados nos mais variados setores da geologia fazem parte da programação do 46º Congresso Brasileiro de Geologia e 1º Congresso de Geologia dos Países de Língua Portuguesa que acontece na cidade de Santos, de 30 de setembro a 5 de outubro, no Centro de Convenções do Grupo Mendes. Confira a programação.


PRAIA DAS GEOCIÊNCIAS
Local: Praia do Gonzaga, Av. Presidente Wilson com Av. Ana Costa, Santos.
Quando: de 29 a 30/9 das 11h às 18h / de 1 a 5/10 das10h às 18h/ 6/10 das 11h às 18h
ENTRADA GRATUITA

 

 

A Tribuna

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Pelé participa de reunião com investidores do ‘Museu Pelé’

O rei do futebol, Pelé, participou de uma reunião nesta segunda-feira (18) sobre o andamento das obras do Museu Pelé, que está em construção no Centro Histórico de Santos. O local vai reunir todo o acervo histórico do jogador.

O encontro contou com a participação de investidores da região e do prefeito de Santos, João Paulo Tavares Papa. Segundo o prefeito, a obra ainda necessita de R$ 10 milhões em investimentos para ser concluída. Na reunião foram apresentados aos atuais colaboradores o andamento da construção e a necessidade de busca por mais investidores.

O museu é a realização de um sonho antigo do Rei do Futebol. “Estamos trabalhando há algum tempo para concretizar o meu sonho. Vamos deixar os registros para as novas gerações. Nós temos grandes homens no Brasil, mas nem todos terão um registro como este”, conta.

Segundo o prefeito, a obra deve ser concluída ainda neste ano. “Nossa expectativa é que o museu fique pronto até dezembro. Além do acervo do Pelé, temos muita tecnologia para mostrar aos turistas do mundo todo. Contaremos com três blocos, sendo o bloco principal com o acervo do Pelé. O segundo bloco será uma área para serviços, como praça de alimentação, e o terceiro espaço receberá exposições de diversos tipos, no âmbito cultural e do esporte”, afirma o prefeito Papa.

Já Pelé ressalta o prazer de fazer parte do projeto. “Minha satisfação de fazer parte deste time, de ter um museu para dar continuidade a tudo isto, é muito grande. Fazer parte da revitalização do bairro do Valongo é muito importante para a cidade de Santos, que é conhecida internacionalmente por vários fatores, mas também por causa do Santos Futebol Clube, que rodou o mundo levando o nome da cidade”, afirma Pelé.

 

G1

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Memorial das Conquistas recebe exposição do tri paulista

Santos Tricampeão Paulista é o nome da exposição promovida pelo Santos em homenagem à conquista do tricampeonato estadual. Ao todo, são 80 fotos dos fotógrafos do clube Ricardo Saibun e Ivan Storti expostas no Memorial das Conquistas. São 40 imagens de cada um.

– É difícil escolher as melhores (fotos). Tentamos selecionar os momentos mais importantes, as dancinhas, as comemorações e tudo que demonstre a felicidade deste atual time do Santos – explicou Saibun.

Já Ivan ressalta que a escolha das imagens foi motivo de preocupação momentos antes da inauguração da mostra.

– Cada dia que você olha as fotos novamente, muda a que você acha mais legal. No final, eu estava escolhendo as imagens do Saibun e ele escolhendo as minhas.
O público pode visitar a exposição até o dia 22 deste mês. O Memorial funciona de terça a domingo, das 9 às 19 horas, inclusive aos feriados.

G1
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Museu do Café

Que tal beber um bom cafezinho e aproveitar para entender a importância histórica e econômica destes grãos para o Brasil? Um dos locais que busca resgatar e preservar esta rica trajetória é o Museu do Café, em Santos.

Inaugurado em 1998, o museu está localizado no mesmo prédio da antiga Bolsa Oficial do Café, mercado formalizado para a venda de café nas primeiras décadas do século 20. Depois de anos de funcionamento, o local foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2009, consolidando-se como um ponto turístico da cidade.

Além do grande acervo de documentos e fotos apresentados no espaço, as principais atrações são as telas e painéis de Benedicto Calixto e o Salão do Pregão – composto por uma mesa principal e setenta cadeiras -, onde eram realizadas as negociações que determinavam as cotações diárias das sacas de café na época. Os pregões eram realizados no edifício da Bolsa Oficial de Café até a década de 1950, quando os negócios foram transferidos para São Paulo.

O museu também realiza exposições (temporárias e permanentes) que ilustram um pouco melhor a história e a importância do café na vida e principalmente na economia do Brasil. A exposição “A trajetória do café no Brasil” está dividida em três módulos – O café e o trabalho, Café e novas rotas e Santos e o porto. Nesta área, o visitante acompanha a linha do tempo da produção de café no Brasil, desde a chegada dos grãos ao País até o tempo dos grandes barões e baronesas do café.

Nas exposições temporárias, os visitantes poderão conferir períodos pontuais desta história. Até maio, a mostra “Café, Porto, Cidade – Uma relação muito mais que econômica” estará montada no museu, revelando a influência dos negócios do café no desenvolvimento do porto e da cidade de Santos nos últimos 120 anos.

Após o passeio, é hora de parar na Cafeteria do Museu, que trabalha com as marcas Cerrado de Minas, Sul de Minas, Alta Mogiana, Chapadão do Ferro, Blend da Cafeteria, Orgânico, Vale da Grama, e Jacu Bird Coffee. Este último é o café mais caro e raro do Brasil, obtido com os grãos expelidos pelo pássaro Jacu, que se alimenta dos frutos do café.

Museu Oficial do Café

Onde: rua XV de Novembro, 95, Centro, Santos, São Paulo – SP

Quando: terça-feira a sábado, das 09hàs 17h ; domingos, das 10h às 17h

Quanto: R$ 5

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Viajeaqui

Museu flutuante

O navio oceanográfico Professor Wladimir Besnard, aposentado pelo do Instituto Oceanográfico da USP,  será transformado em um museu flutuante no porto de Santos. Ele integrará o futuro complexo do Porto Valongo, que ocupará os velhos armazéns de 1 a 8, do trecho de cais. Ao lado de marinas, um novo terminal de passageiros, serviços públicos e turísticos, o velho navio contará histórias sobre a aventura heroica que foi garantir que o Brasil tivesse um pé na gelada Antártida, o continente que resta a ser explorado.

A grande aventura de navegar nas águas do fim do mundo começou, de fato, com um susto. O Brasil estava atrasado no cumprimento do Protocolo Antártico, que estabelecia que os países com projeções geográficas sobre o continente gelado só teriam de fato direito a permanecer lá se, até o final de 1983, apresentassem pesquisas científicas sobre a área.

Marinha e Instituto Oceanográfico correram atrás do prejuízo. O navio Besnard não é preparado para operações em águas antárticas e quase tudo foi improvisado. A primeira viagem, confirmando as pretensões do país ao continente gelado se deu no final de 1982. A tensão da Guerra das Malvinas chegou numa madrugada, durante a viagem. Um caça Sea Harrier pairou com seus holofotes à proa do navio e logo foi seguido por uma fragata inglesa. A habitual arrogância inglesa não queria acreditar que um país estivesse fazendo pesquisas no sul com um barco de apenas 49 metros de comprimento e 9 de largura, um barquinho de brinquedo perto das máquinas que percorrem aquelas águas. Depois de uma longa conversa, pôde prosseguir.

Histórias como essa recheiam as seis viagens feitas à Antártida pelo Besnard, o primeiro navio de pesquisas civil brasileiro naquelas águas. Foram elas que garantiram os direitos ao Brasil, por meio de uma pesquisa biológica sobre o Krill, um pequeno camarão abundante na região. A Base Comandante Ferraz foi instalada nessas primeiras viagens. Essa mesma base que, em fevereiro deste ano, pegou fogo provocando a morte de dois marinheiros.

O Besnard enfrentou enxames de icebergs,  dos quais escapou por pouco, problemas de comunicação, adaptações diversas e, por fim, na última das viagens, em 1988, a quebra do eixo de propulsão o deixou à deriva por 24 horas, sujeito a um naufrágio trágico no Estreito de Drake.

O velho navio tem o que contar.

 

Jornal da Orla

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No Dia do Café, museu terá degustação gratuita da bebida

Em comemoração ao Dia Mundial do Café, quem visitar o Museu do Café nesta quinta-feira poderá desfrutar do agradável clima de fazenda.

Por conta da data comemorativa, os visitantes serão agraciados com a degustação gratuita de café com bolo de fubá, formando um cenário típico do interior.

Os baristas da Cafeteria do Museu, vestidos com trajes típicos da fazenda, oferecerão aos visitantes as bebidas produzidas com os grãos Sul de Minas, Chapadão do Ferro, e Cerrado de Minas, tendo em vista apresentar ao público as diferenças e características específicas de cada café.

Além de saborear e aprender sobre as particularidades dos grãos produzidos no Brasil, quem for ao Museu do Café poderá ainda conhecer um pouco mais sobre a história do produto e sua influência no desenvolvimento do país.

Dividida em três módulos, a exposição “A trajetória do café no Brasil” permite ao visitante uma verdadeira viagem no tempo, passando por todos os caminhos e marcos do café em território nacional.

Visitação

O Museu do Café fica na Rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico. O horário de funcionamento é de terça a sábado das 9 às 17 horas, e aos domingos, das 10 às 17 horas.

Os ingressos para visitação custam R$ 5, estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia-entrada.

Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado das 8 às 18 horas, e aos domingos, das 10 às 18 horas. Outras informações pelo site www.museudocafe.org.br.

 

A Tribuna

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Museu Pelé ganha novos parceiros

O Museu Pelé, em construção no Centro Histórico, ganhou mais duas importantes parcerias: do grupo Odebrecht Realizações Imobiliárias e da Franz Construtora, que firmaram convênio nesta sexta-feira (23), em São Paulo, com a prefeitura e a Organização Ama Brasil. A nova parceria foi oficializada no escritório local da presidência da República, com a presença do ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, do próprio Pelé, o prefeito João Paulo Tavares Papa e os presidentes da Odebrecht, Paul Altit; da Franz, Salvador Rodrigues Franseze; e da Ama, José Luiz Aranha Moura.

Com a adesão, o Museu Pelé atinge cerca de R$ 20 milhões em recursos captados junto à iniciativa privada, o que permitirá a conclusão da obra e o início das ações e serviços de preparação interna de acordo com projeto de museologia.

O ministro Aldo Rebelo confirmou o apoio do Governo Federal e do Ministério dos Esportes para viabilizar o empreendimento santista, também em razão da Copa do Mundo no país. “O Museu Pelé não é apenas importante para o esporte nacional e para o futebol. Com a sua inauguração, será um dos destinos mais importantes do Brasil e do mundo. Ninguém, como atleta, teve o destaque, o desempenho e o reconhecimento que teve e tem Pelé”.

Passo decisivo
Para o prefeito João Paulo Tavares Papa, a nova parceria é mais um passo decisivo para a conclusão da obra até o final do ano. “Na visão do governo federal, o Museu Pelé é um equipamento fundamental para a Copa de 2014. E, para Santos, é uma forma de retribuir como até hoje Pelé divulga a cidade, além de ser um equipamento permanente que consolida a história inspiradora do Atleta do Século para as futuras gerações de brasileiros”.

Pelé agradeceu ao prefeito, ministro e aos novos parceiros por mais uma conquista ao museu que contará sua trajetória. “É mais um parceiro de peso, e espero que consigamos novos apoios, para concretizar esse projeto em Santos, o que me deixa muito feliz”.

Diretor regional da Odebrecht na Baixada Santista, Marcelo Arduin, destacou a honra para a empresa em participar do projeto. “É uma forma de agradecer a boa receptividade dos santistas e fazer parte da história desse empreendimento”.


Captação de recursos
Projetado pela prefeitura, o Museu Pelé tem parceria do governo federal, que aprovou sua inclusão na Lei Rouanet, de incentivo à cultura, possibilitando a captação de recursos junto à iniciativa privada, e também do estadual, que cedeu o imóvel. Entre os parceiros que já oficializaram sua participação, além da Odebrecht e da Franz, estão o BNDES, Santander, Vivo, MRS Logística, Votorantim, Vale, Mitsubishi, Gerdau, Ambev, Rumo Logística e Cosan.

O acervo do Rei do Futebol que será exposto no museu inclui objetos pessoais, fotos, filmes, troféus e material impresso, entre outras raridades, atraindo visitantes do mundo inteiro, qualificando o turismo regional e consolidando o programa municipal de incentivo à revitalização do Centro Histórico, o Alegra Centro.

Estágio da obra
As obras do Museu Pelé foram iniciadas em 2010, e envolvem o restauro de fachadas antigas e total reconstrução – externamente, aos moldes das edificações originais. Os estaqueamentos, fundações e restauro das paredes remanescentes estão concluídos.

Na fachada, 40% das alvenarias foram reconstruídas, e o levantamento da estrutura (pilares, vigas e lajes) já está 80% executado. Metade da marcenaria já está pronta (caixilhos de madeira). Recentemente foram concretados a última laje e o auditório. As instalações elétricas também estão sendo feitas.

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Bolsa Oficial de Café: sabores e história em Santos

Instalado no antigo edifício da Bolsa Oficial de Café, o museu recebeu a visita de 201.045 pessoas durante o ano passado.

Um dos destaques é o Salão de Pregão, onde eram realizadas as negociações da cotação do café até a década de 50.

No salão anexo, as três telas do pintor Benedicto Calixto mostram um pouco das fases do café e da história do Estado de São Paulo, assim como o vitral sobre o Salão de Pregão. A trajetória do café é ilustrada através de equipamentos de plantio e produção da época em que tudo era feito de maneira artesanal.

O início da comercialização do grão é descrita através dos equipamentos de secagem, moagem e pesagem. Todos ainda de forma artesanal, o que mostra a evolução do processo até os dias de hoje.

Créditos: Davi Ribeiro

Salão do Pregão, já foi palco de importantes negociações na década de 50.

 


Documentações

O Museu do Café reserva um espaço para quem quer pesquisar um pouco mais da história do produto através de livros, publicações ou pela internet.

Para isto, conta com um espaço reservado para esses levantamentos. Segundo a coordenadora técnica da Bolsa do Café, Marcela Rezek, pelo Centro de Informação e Documentação pode-se constatar o aumento do número de visitas.

“Aqui são deixados recados contando o que o café faz lembrar. E vemos uma grande quantidade de bilhetes escritos em outros idiomas, como espanhol e até japonês”, explica.

As mostras temporárias do segundo piso também são boas opções de conhecimento da história da Cidade e do País.
Com o nome Café Porto Cidade, a exposição destaca a participação do produto na expansão das atividades do Porto de Santos e também da Cidade.

As ferrovias tiveram um destaque especial nesta evolução, principalmente por conta do desenvolvimento que trouxe às cidades que produziam o grão e o enviavam ao Porto de Santos para a exportação.

Influência italiana

Uma imagem do porto de Genova abre a exposição Itália – café – Brasil: Qui si beve Caffè, que mostra um pouco da tradição italiana na degustação do produto.

Genova foi a principal porta de saída durante o período mais intenso da imigração italiana ao Brasil. Entre 1875 e 1901, mais de 1,5 milhão de italianos desembarcaram em terras brasileiras para trabalhar, principalmente, nas lavouras de café.

A trajetória mostra o enriquecimento das famílias que cultivavam o produto e até as tradições das máquinas italianas e cafeteiras expresso. As técnicas usadas para a classificação, torrefação e comercialização dos grãos também são destaques desta exposição, que revela ainda receitas como o autêntico cappuccino italiano e um prato de carne ao molho de café.

O Museu do Café fica na Rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico de Santos. Seu horário de funcionamento, durante a temporada de verão, é de segunda-feira a sábado, das 9 às 17 horas, e aos domingos entre 10 e 17 horas.

Os ingressos para visitação custam R$ 5,00. Estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia entrada. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado, das 8 às 18 horas, e aos domingos entre 10 e 18 horas. Outras informações estão disponíveis no endereço eletrônico da Bolsa Oficial de Café, no site www.museudocafe.org.br.

 

A Tribuna

 

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Mês da Consciência Negra – Museu do Café

Cultura é outra praia para moradores e turistas

Por Alessandro Rodrigues Pinto

Da redação do site do MTur na Copa

Teatros, bibliotecas e museus são espaços voltados para a liberdade de expressão em Santos

Outra grata surpresa revelada pela cidade de Santos é uma intensa programação cultural, aproveitada pela população e pelos turistas, inclusive os provenientes de navios de cruzeiro, estimados em mais de 800 mil na alta temporada.

Música, dança, teatro e até cinema em plena praia, como no caso do Cine Arte do Posto 4, são garantia de boa diversão a todos os gostos. “Às vezes, recebemos, aqui, atrações internacionais que nem chegam a se apresentar em São Paulo, como algumas companhias russas de balé”, diz o secretário municipal de Cultura, Carlos Pinto.

Quando o assunto é teatro, há dois destaques que merecem visita, independentemente da programação: os teatros Coliseu e Guarany.

O Coliseu, de 1909, tem capacidade atual para 1 mil espectadores. A plateia, em forma de ferradura, permite a observação de todos os detalhes das cenas, e o fosso da orquestra comporta 100 profissionais.

Já o Guarany, primeiro teatro da cidade, foi inaugurado em 1882 e destruído por um incêndio em 1981, que poupou apenas as paredes externas. Além da beleza da construção, destacam-se duas pinturas de Paulo Von Poser – a do teto retrata cena do romance O Guarany, de José de Alencar, e a do foyer do segundo piso, uma releitura do quadro de Benedicto Calixto, mostra Santos vista do alto do Monte Serrat.

Ambos foram objetos recentes de restauro: o Coliseu foi devolvido à população em 2006, o Guarany, em 2008.

O edifício da antiga Associação Predial de Santos abriga duas bibliotecas. Estes espaços também recebem exposições e palestras durante o ano todo. A primeira, Alberto Sousa, dispõe de raridades entre seus 27 mil títulos, como ‘As Primaveras’, de Casimiro de Abreu (1859) e ‘Lusbela’, de Manuel de Macedo (1863). A segunda chama-se Biblioteca de Artes Cândido Portinari e conta com 5.276 títulos sobre teatro, cinema, música, pintura e fotografia.

Para os fãs de história e religiosidade, há também o Museu de Arte Sacra, localizado no prédio do antigo Mosteiro de São Bento. Divide-se em seis espaços temáticos, iniciando com a Sala Principal, que conta com a imagem mais antiga (1540), de Santa Catarina de Alexandria; e as demais: Sala de Arte Popular, Sala dos Bispos, Sala dos Crucifixos, Sala Frei Gaspar e a Biblioteca.

Para guardar as memórias do famoso Porto de Santos, o local também possui um museu que abriga documentos antigos, exibe fotos e cerca de 700 negativos em vidro. Dentre as peça, destacam-se uma serra alemã de 1898, uma lancha adquirida por doação em 1926, e um tetraciclo destinado à fiscalização das obras, durante a construção do porto.

Mensalmente, a Secretaria de Cultura do município prepara uma programação de atividades especial para todas as idades e gostos. Para conferir as atrações do mês de outubro, clique aqui.

Museu do Porto

 

Serviço:
Bibliotecas
Praça José Bonifácio, 59, Centro (prédio da Sociedade Humanitária). Tel.: (13) 3222-2210
Funciona de segunda a sexta, das 8h00 às 19h00; e sábado, das 8h00 às 14h00. Entrada franca.

Museu de Arte Sacra
Rua Santa Joana D’Arc, nº 795. Tel.: (13) 3219-2898. Funciona de terça a domingo, das 14h às 17h30. Ingresso R$ 3,00. Estudantes R$ 1,00. Entrada franca para maiores de 65 anos.

Museu do Porto de Santos
Avenida Rodrigues Alves, s/nº, esquina com a Rua João Alfredo. Tel. (13) 3233-6565. Funciona de segunda a sexta, das 7h00 às 11h00 e das 13h00 às 17h00; e sábado, das 7h00 às 11h00. Entrada franca.

 

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Memorial das Conquistas Santos Futebol Clube

Por Alessandro Rodrigues Pinto

Da redação do site do MTur na Copa

 

A cidade que respira futebol orgulha-se de ter sido palco de grandes feitos do Rei Pelé

O menino Lucas, de 6 anos, visita o Memorial das Conquistas pela primeira vez. Encantado com inúmeros troféus e imagens de ídolos do presente e do passado, e com um brilho no olhar exclusivo desta fase da vida, ao avistar o gramado surpreende a equipe desta reportagem com a seguinte pergunta:

– Tio, é aqui que o Pelé joga?

Os prováveis quatro ou cinco segundos de lacuna entre a pergunta e a resposta parecem suficientes para uma eternidade de imagens que vêm à cabeça:

– Sim, é aqui mesmo!

A Vila Belmiro é assim. Tudo, cada detalhe, quer lembrar que ali ocorreram grandes momentos da história do futebol mundial. Parece impossível, mesmo àqueles com menor vínculo afetivo ao futebol e ao clube, dissociar a sensação da ida ao estádio da imagem daquele que é considerado o melhor time do mundo de todos os tempos, o Santos de Pelé.

Foi o sucesso daquela equipe que rendeu ao bairro, residencial, simples e limitado pelos canais 1 e 2 da cidade, o apelido de “a vila mais famosa do mundo”. Ao todo, Santos possui 19 canais, mas os mais conhecidos são os sete que cortam a orla marítima. Assim, os 7 quilômetros de praia não têm separação geográfica, apenas recebem o nome dos bairros por onde passam.

O canal tem início na Praia do José Menino, próxima à divisa com São Vicente. Muito frequentada por surfistas e possui a Plataforma do Emissário Submarino, onde está prevista a construção do Museu Pelé. O número 2 está na Praia do Gonzaga, ponto mais badalado de Santos e muito procurado pelos turistas durante a alta temporada. Os outros cinco canais que formam a orla são as praias do Boqueirão, do Embaré e de Aparecida; a Ponta da Praia e o Canal 7.

O Estádio da Vila Belmiro foi inaugurado em 1916 e recebeu o nome de Urbano Caldeira em 1933. Pode parecer exagero, mas há, na história do clube, uma peculiaridade que justifica o apelido: a esmagadora maioria, para não dizer a totalidade dos times que alcançaram a glória internacional, vem de grandes cidades, normalmente capitais. Santos, no que diz respeito à importância histórica e econômica da cidade, tem aproximadamente 400 mil habitantes.

Aos turistas que desejam aprender um pouco mais sobre a história do time a dica é fazer uma visita ao Memorial das Conquistas, inaugurado em 2003 em comemoração aos 40 anos da conquista do bicampeonato mundial. A visita monitorada leva ao gramado, ao vestiário da equipe profissional, às arquibancadas e à sala de imprensa. No roteiro, é possível conhecer objetos que fizeram parte da história dos principais títulos, o acervo pessoal de Pelé e, ainda, uma área multimídia.

Uma caminhada pelo entorno do estádio, com suas ruas estreitas, revela uma interessante paisagem composta por casas antigas, fachadas coloridas – em muitos casos, bem conservadas. “O Santos e a Vila são os grandes orgulhos do município. É uma pena que as decisões de títulos são sempre em outras cidades”, diz Claudinei de Oliveira, 56, morador do bairro há 40 anos.

Hoje, a Vila está em festa, como canta uma das torcidas organizadas do Santos, e o título inédito do Copa do Brasil deste ano parece ser apenas o primeiro de uma série, dado o encantamento da torcida por jogadores como Neymar e Paulo Henrique Ganso, além do já “veterano”, aos 26 anos, Robinho. Nesta competição, o time realizou 11 partidas, com sete vitórias e quatro derrotas. Marcou 39 gols e sofreu 15, tendo um saldo de 14. O artilheiro do time e da competição foi Neymar, com 11 gols.

“Esse time é muito bom e lembra, em alguns momentos, o Santos de Pelé”, destaca Claudinei, que completa: “Para quem viu, não tem jeito, o Pelé vai jogar aqui pra sempre”.

A julgar pela pergunta do pequeno Lucas, para quem não viu, também.

Clique aqui para assistir ao vídeo com entrevista de Zito e Clodoaldo, dois dos maiores volantes da história do Santos e da Seleção Brasileira, ao site do MTur na Copa.

Serviço:

Santos Futebol Clube – Estádio
Rua Princesa Isabel, 77, Vila Belmiro
(13) 3257-4000

Memorial das Conquistas
De terça a domingo das 9h às 19h
Ingresso: R$ 4,00
A visita guiada, com acesso ao vestiário, ao gramado e à sala de imprensa, custa
R$ 7,00 (saída a cada hora, das 10h às 17h)
(13) 3257-4099

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