Palestra: Santos na Copa 2014

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O Parque Balneário Hotel será sede do  evento ‘Santos na Copa 2014’que contará com a presença do professor Ricardo Ricci Uvinha, livre-docente pela Each (Escola de Artes, Ciências e Humanidades) da USP (Universidade de São Paulo).

Serão abordados temas como o momento turístico, hoteleiro e as possibilidades de novos negócios para a região, traçando um panorama geral de possibilidades para todos os segmentos envolvidos no evento esportivo.

O evento foi idealizado pelos alunos do curso Organização de Eventos do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino e Emprego), do Senac Santos e é direcionado a  empresas hoteleiras, agências de turismo e profissionais que buscam informações sobre a Copa de 2014. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do evento.

Palestra: Santos na Copa 2014

Dia: 01/10/2013

Horário: das 19h30 às 23 horas

Parque Balneário Hotel

Avenida Ana Costa, 555, Gonzaga – Santos – SP

Palestrante: Ricardo Ricci Uvinha

Mestre pela Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas, doutor pela Escola de Comunicação e Artes e livre-docente pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da Universidade de São Paulo (USP). Na USP, é professor associado da Each e líder do Grupo Interdisciplinar de Estudos do Lazer. Possui experiência nacional e internacional com docência e pesquisa sobre o tema megaeventos esportivos.

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Revista de arquitetura destaca projeto ‘`Porto Valongo Santos’

‘O urbanismo na nova onda santista’ é o título da matéria da revista Projeto Design, edição de junho, segundo a qual Santos vive pleno desenvolvimento urbano com a revitalização portuária. Referência na área de arquitetura, design e interiores comerciais, a publicação da Arco Editorial destaca em duas páginas o projeto da prefeitura ‘Porto Valongo Santos’, que transformará a área dos armazéns 1 a 8 do cais em complexo turístico, náutico, cultural e empresarial.

A reportagem menciona ainda os estudos de viabilidade técnica, econômica, social e ambiental desenvolvidos pela empresa Ove Arup & Partners, contratada por meio de licitação internacional, apresentados pela prefeitura no final de abril. Terminal de cruzeiros, marina, centro de negócios, escritórios, hotéis, bares, restaurantes, galerias de arte, museu e espaços para feiras e eventos são citados no texto.

O texto aponta a futura instalação do Instituto Oceanográfico da USP no armazém 8, cedido pela Codesp, e o Complexo Comercial e Hoteleiro do Valongo, a ser implantado pela Odebrecht em terreno na confluência das ruas Marquês de Herval e Cristiano Otoni, próximo à futura sede da Petrobras.

Ao colocar que Santos seguirá o modelo de revitalização de áreas portuárias do Canadá, Cingapura, Japão, China, Espanha e Estados Unidos, a reportagem revela que a cidade “deverá colher no futuro os bônus da exploração do petróleo da camada do pré-sal” e que “novos empreendimentos imobiliários e a instalação de equipamentos culturais prometem incrementar as opções de moradia, negócios e lazer”.

Museu flutuante

O navio oceanográfico Professor Wladimir Besnard, aposentado pelo do Instituto Oceanográfico da USP,  será transformado em um museu flutuante no porto de Santos. Ele integrará o futuro complexo do Porto Valongo, que ocupará os velhos armazéns de 1 a 8, do trecho de cais. Ao lado de marinas, um novo terminal de passageiros, serviços públicos e turísticos, o velho navio contará histórias sobre a aventura heroica que foi garantir que o Brasil tivesse um pé na gelada Antártida, o continente que resta a ser explorado.

A grande aventura de navegar nas águas do fim do mundo começou, de fato, com um susto. O Brasil estava atrasado no cumprimento do Protocolo Antártico, que estabelecia que os países com projeções geográficas sobre o continente gelado só teriam de fato direito a permanecer lá se, até o final de 1983, apresentassem pesquisas científicas sobre a área.

Marinha e Instituto Oceanográfico correram atrás do prejuízo. O navio Besnard não é preparado para operações em águas antárticas e quase tudo foi improvisado. A primeira viagem, confirmando as pretensões do país ao continente gelado se deu no final de 1982. A tensão da Guerra das Malvinas chegou numa madrugada, durante a viagem. Um caça Sea Harrier pairou com seus holofotes à proa do navio e logo foi seguido por uma fragata inglesa. A habitual arrogância inglesa não queria acreditar que um país estivesse fazendo pesquisas no sul com um barco de apenas 49 metros de comprimento e 9 de largura, um barquinho de brinquedo perto das máquinas que percorrem aquelas águas. Depois de uma longa conversa, pôde prosseguir.

Histórias como essa recheiam as seis viagens feitas à Antártida pelo Besnard, o primeiro navio de pesquisas civil brasileiro naquelas águas. Foram elas que garantiram os direitos ao Brasil, por meio de uma pesquisa biológica sobre o Krill, um pequeno camarão abundante na região. A Base Comandante Ferraz foi instalada nessas primeiras viagens. Essa mesma base que, em fevereiro deste ano, pegou fogo provocando a morte de dois marinheiros.

O Besnard enfrentou enxames de icebergs,  dos quais escapou por pouco, problemas de comunicação, adaptações diversas e, por fim, na última das viagens, em 1988, a quebra do eixo de propulsão o deixou à deriva por 24 horas, sujeito a um naufrágio trágico no Estreito de Drake.

O velho navio tem o que contar.

 

Jornal da Orla

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Engenho dos Erasmos inicia curso sobre história e moda

Visando estimular a discussão da história da evolução do vestuário, o Engenho dos Erasmos inicia neste sábado (12), às 15 horas, o curso Difusão Cultural: Moda, Consumo e História. A programação prossegue nos próximos dias 16 e 26, no próprio engenho (Rua Alan Ciber Pinto, 96, Vila São Jorge), e integra seu Programa Portas Abertas.
As inscrições, gratuitas e limitadas, devem ser feitas pelo telefone 3203-3901 ou no e-mail resjesantos@gmail.com. A Setur (Secretaria de Turismo) é parceira do engenho na Linha Santos-Zona Noroeste, desenvolvida em parceria com a Semam (Secretaria do Meio Ambiente).
As aulas serão ministradas pela jornalista e historiadora Joana Monteleone, que enfocará novas áreas dentro dos estudos históricos, relacionando-as com a produção em escala industrial de tecidos e roupas, decorrente da Revolução Industrial. Os participantes do curso receberão certificados emitidos pela USP.
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Santos na Mídia – Programa Caminhos Tv Usp