15 Coisas que Você Precisa Saber Sobre o VLT

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1 – O VLT será integrado aos ônibus?

Sim. Se você estiver num ônibus metropolitano, o embarque no VLT será gratuito. Se você estiver numa linha municipal, pagará somente a diferença na integração.

 

2 – O VLT vai passar nos antigos trilhos da linha do trem?

Sim. Do Terminal Barreiros até o Morro do Itararé, o VLT circulará no canteiro central, na faixa da antiga linha férrea, contornará o Morro até o Canal 1 e retornará ao canteiro central na Francisco Glicério, onde irá até a Conselheiro Nébias. Daí, seguirá pela linha férrea para adentrar a região do Porto.

 

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3 – Como ficam as Feiras Livres de  Sábado e Domingo em Santos?

Nada vai mudar. A operação do VLT não vai interferir na realização das feiras livres, permitindo o acesso a elas.

 

4 – Onde vou comprar a passagem do VLT?

Nos postos credenciados,. Não haverá cobradores dentro do VLT.

 

5 – O VLT vai circular junto a pedestres,carros e bicicletas?

Sim. O VLT é um veículo urbano e vai circular com segurança entre automóveis, bicicletas e pedestres. Haverá inclusive ciclovia, bicicletários e paraciclos em seu trajeto.

 

6 – O VLT funciona em caso de queda de energia?

Sim. O VLT possui um sistema altamente confiável de alimentação de energia elétrica. Em casos de emergência, ele será conduzido até a estação mais próxima por meio de baterias.

 

7 – Qual o tamanho do VLT?

Cada VLT tem 45 metros de comprimento e possui 7 módulos interligados com passagem de um para outro. Os veículos podem transportar até 400 pessoas.

 

8 – O trilho do VLT dá choque?

Não o VLT é alimentado por rede aérea suspensa, semelhante aos bondes.

 

9 – Quanto tempo o VLT vai demorar para passar nos cruzamentos? Vai ter cancela?

A passagem do VLT pelos cruzamentos não vai ultrapassar 9 segundos. Não haverá cancelas e sim semáforos que organizarão o fluxo de pedestres, ciclistas e veículos.

 

10 – O VLT é acessível a pessoas com deficiência?

Sim. O piso do VLT é baixo no nível da estação de embarque. Todos os veículos terão assentos reservados para idosos, e espaço para cadeirantes e obesos.

 

Prototipo VLT

 

11 – O VLT vai poluir o ar?

Não. O VLT é elétrico, com emissão zero de poluentes na atmosfera. Além disso, é silencioso e não provoca vibrações no solo.

 

12 – O VLT atenderá as outras cidades além de Santos e São Vicente?

Sim. O primeiro trecho do VLT – Barreiros/Porto, já está em obras e vai atender Santos e São Vicente. Mas o VLT vai além: a ligação entre Santos e Guarujá,via túnel, está em estudo; e o trecho Samaritá e Tatico na Praia Grande se encontra em fase de projeto.

 

13 – Quando a população poderá usar o VLT?

Os primeiros testes do VLT serão feitos a partir de julho de 2014. Em 2015 a população já poderá usar o VLT.

 

14 – Por que o VLT na Baixada Santista?

O VLT é um veículo elétrico leve, não poluente, de piso baixo, de fácil inserção urbana com custo e capacidade de transporte mais adequados ao atendimento da demanda prevista na Baixada Santista de até 80 mil passageiros/dia.

 

15 – Conheça o traçado do trecho em obras.

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Fonte: EMTU

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Concurso Cultural “VLT na sua onda”

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Crie um desenho para o VLT com o tema ‘mar’ e concorra a uma viagem para Barcelona.

Como Participar

Cadastre-se no site, faça o download da imagem e crie sua arte. Depois é só enviar o arquivo e pedir para todo mundo votar no seu desenho de 08 a 17/11. As 20 artes mais votadas serão selecionadas por um juri que escolherá o desenho que estampará por 6 meses o primeiro vagão do VLT da Baixada Santista e ganhará uma viagem com acompanhante para Barcelona.

Boa Sorte!

Projeto do VLT será apresentado na Associação Comercial de Santos

VLT

O projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que vai ligar São Vicente ao Valongo, será apresentado na Associação Comercial de Santos (ACS), nesta quarta-feira (17), às 17 horas.

O evento, promovido pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), ocorrerá no Auditório da ACS, na Rua XV de Novembro, 137 – 1.º andar, com entrada pela Rua Riachuelo, 14, no Centro Histórico.

A apresentação do projeto será aberta ao público. As inscrições podem ser feitas encaminhando o nome completo do interessado, empresa e telefone de contato para o e-mail: eventos@acs.org.br

O objetivo do VLT é modernizar o sistema de transporte intermunicipal, oferecendo à região um novo molde de transporte adequado à importância socioeconômica da Baixada Santista e ao fluxo de trânsito entre Santos e São Vicente.

O percurso do VLT respeita o trajeto já existente da linha férrea, que é recuperada pela EMTU, de forma a causar o menor impacto possível no entorno, durante as obras.

O projeto do VLT da Baixada Santista terá 17 quilômetros de extensão, com três terminais, duas estações de transferência e 16 pontos de parada, em um total de 21 estações.

A frota será formada por 22 VLTs com capacidade para transportar 400 passageiros por veículo, totalizando 70 mil usuários por dia.

A expectativa é que esse meio de transporte vai trazer mais modernidade e facilitar a mobilidade urbana entre as duas principais cidades da Baixada.

A apresentação do projeto e a explicação de todo o processo de implantação do VLT ficarão a cargo da equipe técnica da EMTU, com espaço para perguntas dos presentes.

Apresentação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da Baixada Santista
Data: 17 de abril de 2013, quarta-feira
Horário: 17 horas
Local: Auditório da Associação Comercial de Santos
Endereço: Rua XV de Novembro, 137 – 1.º andar, com entrada pela Rua Riachuelo, 14, no Centro.

Santaportal

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Alckmin assina ordem de serviço do primeiro trem do VLT

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O governador de São Paulo Geraldo Alckmin estará na Baixada Santista nesta sexta-feira. Às 10 horas, em Santos, ele anuncia o início da Operação Verão 2012/2013 e a formatura de 800 guarda-vidas temporários.

Na ocasião, ele também assina a ordem de serviço do primeiro trem do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da Baixada Santista. O evento será no Emissário Submarino, e contará ainda com a presença do Secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e do presidente da EMTU/SP, Joaquim Lopes.

A previsão é de que o primeiro veículo de um lote de 22 VLTs comece a operar em maio de 2014 no trecho de 11 km entre o terminal Barreiros, em São Vicente, e o Terminal Porto, em Santos.

 

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Vai sair do papel: VLT está no orçamento do Estado para 2013

O Palácio dos Bandeirantes, sede do Executivo Paulista, deu sinal verde para retirar da gaveta uma antiga (e quase desacreditada) promessa regional. A implantação dos primeiros quilômetros do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) está incluída na proposta orçamentária do Estado de São Paulo para 2013. O texto foi enviado na sexta-feira passada à Assembleia Legislativa.

Conforme a peça, o Tesouro do Estado irá reservar R$ 177 milhões para a execução do Sistema Integrado Metropolitano (SIM) da Baixada Santista – rede de transporte público estruturada por meio do VLT. Os recursos são para arcar com a elaboração dos projetos funcionais, básicos e executivos da infraestrutura e, também, execução das obras.

O total destinado na proposta orçamentária é cerca de 20% do total necessário para o empreendimento, avaliado em R$ 855 milhões. A operação do trecho inicial de 15 quilômetros ficará a cargo de uma empresa por meio de parceria público-privada (PPP). O consórcio escolhido poderá dar continuidade às demais etapas do projeto.

Aguardado desde o fim da década de 1990, o VLT é apontado como uma das soluções para o transporte público regional. Pelo cronograma da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), autarquia responsável pelas intervenções, a inauguração do traçado inicial está prevista para o segundo semestre de 2014.

Com previsão de atender cerca de 70 mil passageiros/dia útil nesta primeira fase, o VLT será integrado às linhas de ônibus metropolitanos e municipais. Nesta fase, o sistema viário interligará o Terminal Barreiro, em São Vicente, ao Porto de Santos e ao Valongo.

Orçamento

A proposta enviada à Alesp ampliou em 20% a previsão de investimento na área de transporte. Pelo Orçamento, as secretarias que administram o setor vão receber R$ 15,1 bilhões. Além do VLT da Baixada Santista, o governador Geraldo Alckmin citou viabilizar três novas linhas de metrô na Capital e duplicar a rodovia dos Tamoios (SP-99), todas promessas anteriores.

Para o próximo ano, o Palácio dos Bandeirantes estimou Orçamento de R$ 173,1 bilhões, 10,52% maior que o atual e quase o dobro da inflação do período. O texto segue agora para a análise dos deputados estaduais, que têm 90 dias para aprovar a proposta.

Segundo a Secretaria Estadual de Planejamento, o valor total do orçamento é composto pela arrecadação de R$ 113,7 bilhões de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e R$ 12,2 bilhões de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Para essas expectativas, foram considerados inflação de 4,5% e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) paulista de 3,5%.

A peça orçamentária cita ainda a construção de cinco novos hospitais e R$ 1,2 bilhão para a aquisição de medicamentos e insumos farmacêuticos.

Já na área de Segurança Pública, há a previsão de 10.500 vagas em prisões e destinação de R$ 471 milhões para reformas e a compra de viaturas, armamentos e equipamentos de segurança pessoal.

 
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A Tribuna

Túnel imerso Santos-Guarujá iniciará obras em 2013

Com tecnologia inédita no Brasil, custo de implantação está estimado em R$ 1,3 bilhão.

O túnel imerso que ligará Santos ao Guarujá, com tecnologia inédita no Brasil, será em concreto armado com profundidade mínima de 21 metros, 900 metros de extensão, três faixas de rolagem por sentido e com espaço exclusivo para pedestres e ciclistas. A passagem de veículos comportará automóveis, caminhões e até uma linha de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).

A previsão é de que as obras sejam iniciadas no primeiro semestre de 2013, com conclusão prevista para o primeiro semestre de 2016. O custo de implantação está estimado em R$ 1,3 bilhão.

A decisão de implantar um túnel imerso, ligando Santos a Guarujá, foi tomada pelo Governo do Estado de São Paulo após um amplo estudo técnico da Dersa. Batizado de “Projeto Prestes Maia”, entre fevereiro e agosto de 2011, o estudo avaliou as características das demandas locais e regionais de tráfego, além de alternativas construtivas para a transposição e suas respectivas relações de custos.

As principais vantagens dos túneis imersos sobre os túneis tradicionais estão no menor custo de implantação e na diminuição da extensão, profundidade e rampas de acesso. Estes túneis são semelhantes a grandes tubos apoiados sobre o fundo do canal.

Foto(s): Secretaria de Logística e Transportes do Estado de São Paulo
Fonte: Governo do Estado de São Paulo

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Linha do VLT vai alterar rotina viária da Avenida Conselheiro Nébias

Uma das vias mais movimentadas da Cidade, onde circulam diariamente cerca de 10 mil veículos nos sentidos Praia-Centro e Centro-Praia, a Avenida Conselheiro Nébias sofrerá alterações significativas com o advento do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). Conforme anúncio do governador Geraldo Alckmin em agosto do ano passado, o modal terá seu troncal prioritário — do Canal dos Barreiros, em São Vicente, ao Porto de Santos — expandido a partir do encontro das avenidas Francisco Glicério e Afonso Pena, alongando-se por toda a Conselheiro e pela Rua João Pessoa até chegar ao Valongo. A obra ainda não tem data para iniciar, mas estima-se que em 2014, paralelamente ao troncal prioritário, já entre em operação experimental.

A “nova” Conselheiro Nébias continuará com duas faixas de circulação, mas passará a ter estacionamento proibido nas laterais. Já no trecho que se estenderá entre a ruas Bittencourt e João Pessoa — onde a avenida tem apenas o sentido Centro — só haverá passagem para o VLT. A exceção será para veículos que precisem acessar aos estabelecimentos da via naquele trecho.

Em contrapartida, de acordo com o presidente da CET, Rogério Crantschaninov, haverá um projeto de reurbanização em quatro vias paralelas à Conselheiro (Avenida Washington Luiz e ruas da Constituição/Luiz de Camões, Campos Melo e Silva Jardim) para atender ao tráfego que usava a avenida como eixo único em direção ao Centro. “Haverá melhoria nas condições de circulação de veículos nestas ruas. As calçadas são bem largas e generosas. Elas poderão eventualmente ser estreitadas”, explica. “As intervenções nesses locais serão estudadas com o consórcio que cuidará da construção do projeto”, completa.

Crantschaninov não descarta que em alguma dessas vias a faixa de estacionamento também possa ser retirada, mas garante que isso ainda será analisado. De qualquer forma, já foi levantada a possiblidade da criação de áreas próximas às estações do VLT para estacionamentos de veículos. “A ideia é que a pessoa se desloque até essa área, estacione o carro, prossiga com a viagem pelo VLT e, quando retornar ao ponto de partida, use seu veículo e volte para casa. É uma possibilidade. Mas é importante lembrar que a redução de vagas de estacionamento nas ruas é uma tendência não só pelo VLT. É algo inclusive previsto na Lei Federal de Mobilidade Urbana”, explica o presidente da CET.

Ônibus: linhas terão alterações

Outro segmento que terá reflexos das alterações na Avenida Conselheiro Nébias em virtude do VLT é o do transporte público por meio de ônibus — seja municipal ou intermunicipal. “Uma das premissas é que dois modais semelhantes não concorram entre si. Então, certamente haverá uma redução de linhas circulando na Conselheiro Nébias”, avisa Rogério Crantschaninov. Hoje rodam no trecho Conselheiro-Centro 12 linhas de ônibus municipais (4, 7, 10, 13, 19, 40, 77,80, 100, 154, 155 e 184), duas do transporte seletivo (202 e 205) e quatro linhas intermunicipais (1, 2, 934 e 934X) com destino a São Vicente e Praia Grande. “As linhas atuais serão alteradas para que alimentem o VLT”, complementa.

Um exemplo está no passageiro que deseja ir da Ponta da Praia ao Centro. “Ele pode chegar em qualquer estação de embarque do trecho prioritário do VLT, desembarcar na estação da Conselheiro e embarcar no trem sentido Centro como se faz no metrô, sem cobrança de tarifa adicional”, explica. “Está também em contratação um estudo de atualização da pesquisa Origem-Destino de 2007, para identificar os melhores pontos para integração dos módulos e embarque”, completa Crantschaninov, que garante que a necessidade de adaptação não trará problemas nos contratos firmados com a Piracicabana (coletivo) e Viação Guaiúba (seletivo): “O contrato prevê a integração do sistema municipal ao metropolitano”.

Glicério: troca de faixas

Outro trecho onde o VLT passará e que provocará alterações viárias será o da Avenida Francisco Glicério próximo à esquina do Canal 1 (Avenida Pinheiro Machado) até a Rua Oswaldo Cruz. No local, a pista que hoje segue no sentido Afonso Pena-Canal 1 trocará de lado com a linha férrea — hoje pertencente à EMTU. A mudança se dará por duas razões. “Desta forma, o VLT poderá aproveitar o mesmo tempo semafórico dos veículos, sem que se repita a passagem dos trens de carga no passado, cujo tempo semafórico era diferente e parava o trânsito. Além disso, quebra-se uma barreira que havia entre os bairros, principalmente ao norte, que eram isolados pela linha férrea e agora terão acesso direto à Glicério. Isso vai oxigenar esses bairros”, explica Crantschaninov.

As alterações dizem respeito ao trecho prioritário do VLT, cujas obras devem se iniciar em setembro (em São Vicente, elas já começam em junho). Contudo, algumas vias cortadas pela linha férrea passam por um processo de reurbanização — casos das ruas Visconde de Faria e Visconde de Cairu, ambas no Campo Grande, que serão ligadas, respectivamente, às ruas Rio Grande do Norte e Paraíba. Também de acordo com o presidente da CET, construções que hoje estão presentes na área pela qual passará o VLT, como o Clube de Bocha Orquidário, a sede da Sociedade de Melhoramentos do Campo Grande e o batalhão de Polícia Militar serão remanejadas. Crantschaninov ainda indica que até meados de maio haverá implantação de nova sinalização, mão-única e nova semaforização naquela região.

 

 

Boqnews

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